O uso de applets e apps no ensino de química: possibilidades e limitações

Um dos grandes desafios existentes do modelo escolar nos dias de hoje é ser um local de descobertas para os alunos, onde eles possam perceber esse ambiente formal como um centro que os estimulará a buscar seus próprios caminhos de aprendizagem. No entanto, apesar de muitas propostas educacionais de...

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Access type:openAccess
Publication Date:2018
Main Author: Soares, Marilia Amável Gomes
Advisor: Fragoso, Viviane Muniz da Silva
Document type: Bachelor thesis
Language:por
Online Access:https://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/34379
Citation:SOARES, Marilia Amável Gomes. O uso de applets e apps no ensino de química: possibilidades e limitações. 2018. 79 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização em Ensino de Biociência e Saúde)-Instituto Oswaldo Cruz, Fundação Oswaldo Cruz, Rio de Janeiro, 2018.
Portuguese abstract:Um dos grandes desafios existentes do modelo escolar nos dias de hoje é ser um local de descobertas para os alunos, onde eles possam perceber esse ambiente formal como um centro que os estimulará a buscar seus próprios caminhos de aprendizagem. No entanto, apesar de muitas propostas educacionais de boa qualidade, o atual modelo vigente está associado a antigas práticas, não atingindo os objetivos de ser um centro modificador e gerador de indivíduos que levarão a sociedade para o desenvolvimento social e econômico esperado. Com a melhoria das tecnologias, computadores portáteis e dos telefoneis móveis, tornou indispensável o seu uso na rotina de qualquer individuo. Nesse sentido, o objetivo é mostrar as possibilidades e limitações do uso de aplicativos educativos (Applets) de química para o ensino médio, que possa auxiliar os profissionais que buscam usar esses tipos de ferramentas na sua prática letiva a fim de estimular a aprendizagem dos conteúdos abordados Dentro dessa perspectiva, são apresentadas etapas importantes que se inicia com a avaliação do currículo pedagógico e a seleção de conteúdos que se relacione com Applets já existentes, seguido da construção de roteiros para a utilização de atividade virtual como elemento de apoio aos alunos e com isso observar o desempenho dos alunos. Os resultados nos indicam que além da dificuldade de leitura, que dificultou a ação da atividade, existe um analfabetismo relacionado à apropriação e utilização de ferramentas tecnológicas. Percebemos que apesar da possibilidade do uso das tecnologias que estão a sua disposição, um número significativo de alunos não se sentiu motivado em realizar a tarefa e grande parte deles não conseguiu operar as ferramentas tecnológicas disponíveis. Isso poderá, num futuro próximo, ser o grande desafio a ser vencido dentro das instituições de ensino.