Do fly parasites of bats and their hosts coevolve? Speciation in Trichobius phyllostomae group (Diptera, Streblidae) and their hosts (Chiroptera, Phyllostomidae) suggests that they do not

Nós examinamos, como em muitos sistemas parasito-hospedeiro de coevolução, se um grupo de moscas parasitas obrigatórias de morcegos (Trichobius phyllostomae Kessel e espécies relacionadas) coespecia com seus hospedeiros. Primeiro, nós fizemos uma análise cladística do grupo T. phyllostomae e combina...

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Access type:openAccess
Publication Date:2012
Main Author: Graciolli, Gustavo
Other Authors: Carvalho, Cláudio José Barros de
Document type: Article
Language:eng
Published: Revista Brasileira de Entomologia
Portuguese subjects:
Online Access:https://repositorio.ufms.br:8443/jspui/handle/123456789/1730
http://dx.doi.org/10.1590/S0085-56262012000400007
Citation:GRACIOLLI, Gustavo; DE CARVALHO, Claudio J. B.. Do fly parasites of bats and their hosts coevolve?speciation in Trichobius phyllostomae group (Diptera, Streblidae) and their hosts (Chiroptera, Phyllostomidae) suggests that they do not. Rev. Bras. entomol., São Paulo, v. 56, n. 4, dez. 2012 . Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0085-56262012000400007&lng=pt&nrm=iso>. acessos em 17 jul. 2013. http://dx.doi.org/10.1590/S0085-56262012000400007.
Portuguese abstract:Nós examinamos, como em muitos sistemas parasito-hospedeiro de coevolução, se um grupo de moscas parasitas obrigatórias de morcegos (Trichobius phyllostomae Kessel e espécies relacionadas) coespecia com seus hospedeiros. Primeiro, nós fizemos uma análise cladística do grupo T. phyllostomae e combinamos a análise com a hipótese filogenética da literatura para os morcegos da subfamília Stenodermatinae. A análise cladística incluiu, como grupo-externo, uma espécie de cada grupo morfológico de Trichobius Gervais, e uma espécie dos seguintes gêneros: Paratrichobius Miranda-Ribeiro, Megistopoda Macquart, Megistapophysys Dick & Wenzel, Neotrichobius Wenzel & Aitken, Speiseria Kessel e Strebla Wiedemann. O cladograma foi enraizado com a espécie de Strebla da subfamília Streblinae. Um cladograma foi obtido e no qual encontramos Trichobius como polifilético. A hipótese filogenética a seguir: (Paratrichobius, (Neotrichobius, (Megistopoda, Megistapophysis)))) é grupo-irmão do grupo phyllostomae e a relação dentro do grupo-interno a seguir, (((T. vampyropis Wenzel, Trichobius sp. 2) ((T. hispidus Wenzel, T. petersoni Wenzel) ((Trichobius sp. 1 (T. phyllostomae, T. brennani Wenzel))))). Quando comparamos as filogenias através de análises de associação histórica, co-especiação foi pouco comum, enquanto colonização de um novo hospedeiro foi mais comum e explicou melhor a associação netre o grupo phyllostomae e seus hospedeiros.
ABSTRACT - We examined whether, like many parasite-host systems of coevolution, a group of obligate parasitic bat flies (Trichobius phyllostomae Kessel and related species) cospeciate with their hosts. We first did a cladistic analysis of the T. phyllostomae group and combined that analysis with a phylogenetic hypothesis from the literature for the Stenodermatinae bats. The cladistic analysis included, as outgroups, one species from each morphological group and complex of Trichobius Gervais, and one species from the following genera: Paratrichobius Miranda-Ribeiro, Megistopoda Macquart, Megistapophysys Dick & Wenzel, Neotrichobius Wenzel & Aitken, Speiseria Kessel and Strebla Wiedemann. The cladogram was rooted with a species of Strebla in the subfamily Streblinae. One cladogram was obtained and which found Trichobius to be polyphyletic. The phylogenetic hypothesis as follows: (Paratrichobius, (Neotrichobius, (Megistopoda, Megistapophysis)))) is the sister-group of the phyllostomae group and the following relationships within the ingroup, (((T. vampyropis Wenzel, Trichobius sp. 2) ((T. hispidus Wenzel, T. petersoni Wenzel) ((Trichobius sp. 1 (T. phyllostomae, T. brennani Wenzel))))). When we compared phylogenies through historical association analyses, cospeciation was uncommon, while host-switching was more common and better explained the association between the phyllostomae group and their bat hosts.