Determinantes da autopercepção de saúde de indivíduos pós acidente vascular cerebral usuários da Atenção Primária à Saúde

Detalhes bibliográficos
Autor(a) principal: Erika de Freitas Araujo
Data de Publicação: 2018
Tipo de documento: Dissertação
Idioma: por
Título da fonte: Repositório Institucional da UFMG
Texto Completo: http://hdl.handle.net/1843/BUOS-B4RHT3
Resumo: O acidente vascular cerebral (AVC) é uma condição de saúde com alta incidência e prevalência e grande causadora de morte e incapacidades em todo o mundo. A autopercepção de saúde é uma medida simples de como o indivíduo avalia a sua própria saúde e muito informativa sobre este construto importante e complexo. O objetivo deste estudo foi investigar se variáveis de funcionalidade e incapacidade, que apresentam potencial de serem modificadas pela reabilitação, podem ser determinantes da autopercepção de saúde em indivíduos pós-AVC usuários da atenção primária à saúde de Belo Horizonte/Minas Gerais (BH/MG). Foi realizado estudo transversal exploratório com indivíduos pós-AVC e usuários da atenção primária à saúde de quatro unidades básicas de saúde (UBS) de BH/MG, após aprovação pelo comitê de ética em pesquisa da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e da Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte (SMSA-BH) (CAAE:14038313.4.0000.5149). A amostra foi composta por todos os indivíduos identificados pelos profissionais de saúde das UBS como usuários da unidade e que apresentavam os seguintes critérios de inclusão: história de AVC 6 meses, idade 20 anos, que viviam na comunidade da área de abrangência das UBS e possuíam cadastro nas mesmas e aceitaram participar voluntariamente do estudo. Foram excluídos os indivíduos que apresentaram afasia motora e/ou sensitiva (observado pelo examinador no início do contato com o indivíduo), possível comprometimento cognitivo (Mini-Exame do Estado Mental - MEEM) ou não realizaram os testes utilizados para mensurar as variáveis do estudo. A variável dependente foi a autopercepção de saúde, mensurada utilizando-se a primeira pergunta da versão brasileira do Short Form Health Survey (SF-36) (Em geral, você diria que a sua saúde é) e que possui cinco opções de resposta. Esta variável foi dicotomizada em autopercepção de saúde boa (excelente, muito boa e boa) e autopercepção de saúde ruim (ruim e muito ruim). As variáveis independentes ou potenciais determinantes foram organizadas segundo os componentes de funcionalidade e incapacidade da Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF), sendo elas: do componente de estrutura e função do corpo, força muscular (Teste do Esfigmomanômetro Modificado TEM) e função emocional (Escala de Depressão Geriátrica versão reduzida GDS-15); do componente atividade, habilidade manual (Questionário ABILHAND) e habilidade de locomoção (Questionário ABILOCO); e do componente participação, pontuação total nos itens de Participação da Stroke Specific Quality of Life (SSQOL). Foi utilizada análise de regressão logística binária, pelo método Enter, e as associações foram expressas na forma de odds ratio (OR) (á=5%). A amostra foi composta por 64 indivíduos, com idade média de 66±12 anos, 53% do sexo feminino, com tempo mediano de evolução do AVC de 45,5±71,7 meses. A maioria dos indivíduos foi classificada no grupo autopercepção de saúde boa (excelente, muito boa e boa): 70,3%. Foi identificada associação significativa com a autopercepção de saúde para a variável independente função emocional (OR=7,119; IC 95%=1,688-30,031). Esta importante relação entre a autopercepção de saúde e a função emocional, comumente reportada como sintomas depressivos, é ainda pouco explorada na população pósAVC. A função emocional é considerada uma variável modificável e, portanto, programas de intervenção que já se mostraram eficazes na melhora deste desfecho têm potencial para melhorar também a autopercepção de saúde de indivíduos pós AVC. Ainda são escassos os estudos experimentais que mediram a eficácia de intervenções para melhorar a autopercepção de saúde desses indivíduos. Recomendam-se novos estudos para medir a eficácia de intervenções nos quais estes dois desfechos estejam envolvidos. As avaliações da autopercepção de saúde e da função emocional de indivíduos pós-AVC são recomendadas no contexto da atenção primária à saúde (APS) por serem de fácil aplicação e pelo potencial de auxiliar no direcionamento de ações para o cuidado integral à saúde dessa população.
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Foi realizado estudo transversal exploratório com indivíduos pós-AVC e usuários da atenção primária à saúde de quatro unidades básicas de saúde (UBS) de BH/MG, após aprovação pelo comitê de ética em pesquisa da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e da Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte (SMSA-BH) (CAAE:14038313.4.0000.5149). A amostra foi composta por todos os indivíduos identificados pelos profissionais de saúde das UBS como usuários da unidade e que apresentavam os seguintes critérios de inclusão: história de AVC 6 meses, idade 20 anos, que viviam na comunidade da área de abrangência das UBS e possuíam cadastro nas mesmas e aceitaram participar voluntariamente do estudo. Foram excluídos os indivíduos que apresentaram afasia motora e/ou sensitiva (observado pelo examinador no início do contato com o indivíduo), possível comprometimento cognitivo (Mini-Exame do Estado Mental - MEEM) ou não realizaram os testes utilizados para mensurar as variáveis do estudo. 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A maioria dos indivíduos foi classificada no grupo autopercepção de saúde boa (excelente, muito boa e boa): 70,3%. Foi identificada associação significativa com a autopercepção de saúde para a variável independente função emocional (OR=7,119; IC 95%=1,688-30,031). Esta importante relação entre a autopercepção de saúde e a função emocional, comumente reportada como sintomas depressivos, é ainda pouco explorada na população pósAVC. A função emocional é considerada uma variável modificável e, portanto, programas de intervenção que já se mostraram eficazes na melhora deste desfecho têm potencial para melhorar também a autopercepção de saúde de indivíduos pós AVC. Ainda são escassos os estudos experimentais que mediram a eficácia de intervenções para melhorar a autopercepção de saúde desses indivíduos. Recomendam-se novos estudos para medir a eficácia de intervenções nos quais estes dois desfechos estejam envolvidos. As avaliações da autopercepção de saúde e da função emocional de indivíduos pós-AVC são recomendadas no contexto da atenção primária à saúde (APS) por serem de fácil aplicação e pelo potencial de auxiliar no direcionamento de ações para o cuidado integral à saúde dessa população.Stroke is a health condition with high incidence and prevalence, being a great causing of death and disabilities around the world. Self-rated health is a simple measure of how the individual evaluate your own health and it is very informative about this important and complex construct. The aim of this study was to investigate if variables representing functioning and disability, with potential to be modified by rehabilitation, could be determinants of self-rated health in individuals with stroke, patients of the primary health care of Belo Horizonte/Minas Gerais (BH/MG). A cross sectional study was developed with individuals with stroke, patients of the primary health care of four basic health units (UBS) of BH/MG, after approval by the Ethical Commitment of the Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) and of the Secretaria Municipal de Saúde of Belo Horizonte (SMSA-BH) (CAAE:14038313.4.0000.5149). The sample was consisted for all individuals identified by the health professionals as users of the UBS and presenting the following inclusion criterion: history of stroke 6 months, 20 years old, living in the community area of UBS and with UBS registration and that voluntarily accept to participate of the study. The following individuals were excluded: with presence of motor and/or sensitive aphasia (observed for the examiner at the beginning of the contact with the individual), with possible cognitive impairment (Mini Mental State Examination MEEM), or unable to perform the tests of the study. The dependent variable was self-rated health, measured by the first question of the Brazilian version of Short Form Health Survey (SF-36) (In general, would you say your health is) and that has five options of response. This variable was dichotomized into good selfrated health (excellent, very good and good) and poor self-rated health (fair and poor). The independent variables or potential determinants was organized to represent functioning and disability according to the International Classification of Functioning, Disability and Health (ICF): from body structure and function domain, muscle strength (Modified Sphygmomanometer Test TEM) and emotional function (Geriatric Depression Scale short version GDS-15); from activity domain, manual skills (ABILHAND) and locomotion skills (ABILOCO); and from participation domain, total score in the participation itens of the Stroke Specific Quality of Life (SSQOL). Binary logistic regression by the Enter method was used and associations were presented as odds ratio (OR) (á=5%). The sample was composed by 64 individuals, mean age 66±12 years old, 53% women and median of time in months since stroke 45.5±71.7 months. Most of the individuals were into the group good self-rated health (excellent, very good and good): 70.3%. The analysis revealed that selfrated health was significantly associated with emotional function (OR=7.119, 95% CI=1.688-30.031, p=0.008). This important relation between self-rated health and emotional function, commonly reported as depressive symptoms, is still little explored in stroke population. Emotional function is considered a modified variable and so intervention programs that improved emotional function in stroke population has potential to improve self-rated health too. Randomized controlled trials that measure the efficacy of interventions to improve self-rated health of these individuals are scarce. New studies for measure the efficacy of interventions for both outcomes are recommended. Self-rated health and emotional function evaluation are recommended in the primary health care because they are easy to apply and have potential to help in directing actions for the integration health care of stroke population.Universidade Federal de Minas GeraisUFMGReabilitaçãoAutopercepção de SaúdeIncapacidade e SaúdeAtenção Primária à SaúdeAcidente Vascular CerebralClassificação Internacional de FuncionalidadeDeterminantes da autopercepção de saúde de indivíduos pós acidente vascular cerebral usuários da Atenção Primária à Saúdeinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Repositório Institucional da UFMGinstname:Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)instacron:UFMGORIGINALvers_o_final_disserta__o__rika.pdfapplication/pdf1897984https://repositorio.ufmg.br/bitstream/1843/BUOS-B4RHT3/1/vers_o_final_disserta__o__rika.pdf9a45e2fd535156e309ca2faec2d0de49MD51TEXTvers_o_final_disserta__o__rika.pdf.txtvers_o_final_disserta__o__rika.pdf.txtExtracted texttext/plain149645https://repositorio.ufmg.br/bitstream/1843/BUOS-B4RHT3/2/vers_o_final_disserta__o__rika.pdf.txtffad0b05f497507eef8549c325714c88MD521843/BUOS-B4RHT32019-11-14 09:13:18.446oai:repositorio.ufmg.br:1843/BUOS-B4RHT3Repositório de PublicaçõesPUBhttps://repositorio.ufmg.br/oaiopendoar:2019-11-14T12:13:18Repositório Institucional da UFMG - Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)false
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