Mapeamento geológico na escala 1:50.000 da área a leste da cidade de Baependi, MG

Detalhes bibliográficos
Autor(a) principal: Tavares, Felipe Mattos
Data de Publicação: 2005
Tipo de documento: Trabalho de conclusão de curso
Idioma: por
Título da fonte: Repositório Institucional da UFRJ
Texto Completo: http://hdl.handle.net/11422/4181
Resumo: A geologia do sul do estado de Minas Gerais possui grande complexidade evolutiva. Trata-se de um embasamento arqueano-paleoproterozóico e uma cobertura de sucessões metassedimentares meso-neoproterozóicos estruturados no contexto de uma zona de interferência entre as Faixas Brasília e Ribeira, ambas de idade Brasiliana. O presente trabalho se refere ao mapeamento de uma área a leste da cidade de Baependi, sul de MG. Foram reconhecidas três unidades de mapeamento principais, correlacionadas à Megasseqüência Andrelândia: biotita gnaisse (Na1+2), biotita xisto (Na5) e granada muscovita xisto (Na6). A presença de xistos transicionais entre as unidades Na5 e Na6 e variações laterais de fácies indicam que o contato entre ambas é ao menos em parte gradacional. Há registro de três fases deformacionais na área estudada: as duas primeiras são progressivas (D1+D2) e geraram a foliação principal, lineações e dobras fechadas a isoclinais; a terceira fase (D3) causou ondulações e dobras abertas a apertadas, reorientando estruturas anteriores. Indicadores cinemáticos sugerem transporte tectônico para E ou NE, em um regime compressional E-W durante D1+D2 e para NNW, a partir de compressão NNW-SSE durante D3. No sul da área há um sinclinal D3 que redobra estruturas D1+D2, resultando num padrão de interferência em laço entre os dobramentos. Em termos de metamorfismo, definiram-se na área dois eventos superpostos. O primeiro (M1), de pressão relativamente alta e temperatura moderada, resultou em uma assembléia mineral característica de fácies anfibolito médio a alto. A presença de corpos mapeáveis de uma associação de xistos e gnaisses anatéticos (Na6a) indica fusão incipiente para leste. A ocorrência de nódulos de retroeclogito no nordeste da área (Na6r), associado à evolução de M1, indica que pelo menos parte das rochas mapeadas passou por campos de pressão muito mais elevados. O segundo evento (M2), de pressão mais baixa, foi o responsável pelo crescimento de sillimanita em desequilíbrio com cianita do primeiro evento. As fases D1+D2 são temporalmente correlacionáveis ao evento M1 e são associados à evolução da Faixa Brasília. A fase D3 é correlacionável a M2 e estão ligados à evolução da Faixa Ribeira.
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O presente trabalho se refere ao mapeamento de uma área a leste da cidade de Baependi, sul de MG. Foram reconhecidas três unidades de mapeamento principais, correlacionadas à Megasseqüência Andrelândia: biotita gnaisse (Na1+2), biotita xisto (Na5) e granada muscovita xisto (Na6). A presença de xistos transicionais entre as unidades Na5 e Na6 e variações laterais de fácies indicam que o contato entre ambas é ao menos em parte gradacional. Há registro de três fases deformacionais na área estudada: as duas primeiras são progressivas (D1+D2) e geraram a foliação principal, lineações e dobras fechadas a isoclinais; a terceira fase (D3) causou ondulações e dobras abertas a apertadas, reorientando estruturas anteriores. Indicadores cinemáticos sugerem transporte tectônico para E ou NE, em um regime compressional E-W durante D1+D2 e para NNW, a partir de compressão NNW-SSE durante D3. No sul da área há um sinclinal D3 que redobra estruturas D1+D2, resultando num padrão de interferência em laço entre os dobramentos. Em termos de metamorfismo, definiram-se na área dois eventos superpostos. O primeiro (M1), de pressão relativamente alta e temperatura moderada, resultou em uma assembléia mineral característica de fácies anfibolito médio a alto. A presença de corpos mapeáveis de uma associação de xistos e gnaisses anatéticos (Na6a) indica fusão incipiente para leste. A ocorrência de nódulos de retroeclogito no nordeste da área (Na6r), associado à evolução de M1, indica que pelo menos parte das rochas mapeadas passou por campos de pressão muito mais elevados. O segundo evento (M2), de pressão mais baixa, foi o responsável pelo crescimento de sillimanita em desequilíbrio com cianita do primeiro evento. As fases D1+D2 são temporalmente correlacionáveis ao evento M1 e são associados à evolução da Faixa Brasília. A fase D3 é correlacionável a M2 e estão ligados à evolução da Faixa Ribeira.porUniversidade Federal do Rio de JaneiroUFRJBrasilInstituto de GeociênciasCNPQ::CIENCIAS EXATAS E DA TERRA::GEOCIENCIAS::GEOLOGIA::GEOTECTONICAMegasseqüência AndrelândiaMetamorfismoEvolução tectônicaMapeamento geológico na escala 1:50.000 da área a leste da cidade de Baependi, MGinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/bachelorThesisabertoinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UFRJinstname:Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)instacron:UFRJORIGINALTAVARES, F.pdfTAVARES, F.pdfapplication/pdf10908645http://pantheon.ufrj.br:80/bitstream/11422/4181/1/TAVARES%2C+F.pdfcf0e23f62fafd031ed736fcb49594b69MD51LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81853http://pantheon.ufrj.br:80/bitstream/11422/4181/2/license.txtdd32849f2bfb22da963c3aac6e26e255MD5211422/41812023-11-30 00:03:25.601oai:pantheon.ufrj.br:11422/4181TElDRU7Dh0EgTsODTy1FWENMVVNJVkEgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08KCkFvIGFzc2luYXIgZSBlbnRyZWdhciBlc3RhIGxpY2Vuw6dhLCB2b2PDqihzKSBvKHMpIGF1dG9yKGVzKSBvdSBwcm9wcmlldMOhcmlvKHMpIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyBjb25jZWRlKG0pIGFvIFJlcG9zaXTDs3JpbyBQYW50aGVvbiBkYSBVbml2ZXJzaWRhZGUgRmVkZXJhbCBkbyBSaW8gZGUgSmFuZWlybyAoVUZSSikgbyBkaXJlaXRvIG7Do28gLSBleGNsdXNpdm8gZGUgcmVwcm9kdXppciwgY29udmVydGVyIChjb21vIGRlZmluaWRvIGFiYWl4byksIGUvb3UgZGlzdHJpYnVpciBvIGRvY3VtZW50byBlbnRyZWd1ZSAoaW5jbHVpbmRvIG8gcmVzdW1vKSBlbSB0b2RvIG8gbXVuZG8sIGVtIGZvcm1hdG8gZWxldHLDtG5pY28gZSBlbSBxdWFscXVlciBtZWlvLCBpbmNsdWluZG8sIG1hcyBuw6NvIGxpbWl0YWRvIGEgw6F1ZGlvIGUvb3UgdsOtZGVvLgoKVm9jw6ogY29uY29yZGEgcXVlIGEgVUZSSiBwb2RlLCBzZW0gYWx0ZXJhciBvIGNvbnRlw7pkbywgdHJhZHV6aXIgYSBhcHJlc2VudGHDp8OjbyBkZSBxdWFscXVlciBtZWlvIG91IGZvcm1hdG8gY29tIGEgZmluYWxpZGFkZSBkZSBwcmVzZXJ2YcOnw6NvLgoKVm9jw6ogdGFtYsOpbSBjb25jb3JkYSBxdWUgYSBVRlJKIHBvZGUgbWFudGVyIG1haXMgZGUgdW1hIGPDs3BpYSBkZXNzYSBzdWJtaXNzw6NvIHBhcmEgZmlucyBkZSBzZWd1cmFuw6dhLCBiYWNrLXVwIGUgcHJlc2VydmHDp8OjbyBkaWdpdGFsLgoKRGVjbGFyYSBxdWUgbyBkb2N1bWVudG8gZW50cmVndWUgw6kgc2V1IHRyYWJhbGhvIG9yaWdpbmFsLCBlIHF1ZSB2b2PDqiB0ZW0gbyBkaXJlaXRvIGRlIGNvbmNlZGVyIG9zIGRpcmVpdG9zIGNvbnRpZG9zIG5lc3RhIGxpY2Vuw6dhLiBWb2PDqiB0YW1iw6ltIGRlY2xhcmEgcXVlIGEgc3VhIGFwcmVzZW50YcOnw6NvLCBjb20gbyBtZWxob3IgZGUgc2V1cyBjb25oZWNpbWVudG9zLCBuw6NvIGluZnJpbmdpIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRlIHRlcmNlaXJvcy4KClNlIG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlIGNvbnTDqW0gbWF0ZXJpYWwgZG8gcXVhbCB2b2PDqiBuw6NvIHRlbSBkaXJlaXRvcyBkZSBhdXRvciwgZGVjbGFyYSBxdWUgb2J0ZXZlIGEgcGVybWlzc8OjbyBpcnJlc3RyaXRhIGRvIGRldGVudG9yIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyBlIGNvbmNlZGUgYSBVRlJKIG9zIGRpcmVpdG9zIHJlcXVlcmlkb3MgcG9yIGVzdGEgbGljZW7Dp2EsIGUgcXVlIGVzc2UgbWF0ZXJpYWwgZGUgcHJvcHJpZWRhZGUgZGUgdGVyY2Vpcm9zIGVzdMOhIGNsYXJhbWVudGUgaWRlbnRpZmljYWRvIGUgcmVjb25oZWNpZG8gbm8gdGV4dG8gb3UgY29udGXDumRvIGRhIHN1Ym1pc3PDo28uCgpTZSBvIGRvY3VtZW50byBlbnRyZWd1ZSDDqSBiYXNlYWRvIGVtIHRyYWJhbGhvIHF1ZSBmb2ksIG91IHRlbSBzaWRvIHBhdHJvY2luYWRvIG91IGFwb2lhZG8gcG9yIHVtYSBhZ8OqbmNpYSBvdSBvdXRybyhzKSBvcmdhbmlzbW8ocykgcXVlIG7Do28gYSBVRlJKLCB2b2PDqiBkZWNsYXJhIHF1ZSBjdW1wcml1IHF1YWxxdWVyIGRpcmVpdG8gZGUgUkVWSVPDg08gb3UgZGUgb3V0cmFzIG9icmlnYcOnw7VlcyByZXF1ZXJpZGFzIHBvciBjb250cmF0byBvdSBhY29yZG8uCgpBIFVGUkogaXLDoSBpZGVudGlmaWNhciBjbGFyYW1lbnRlIG8ocykgc2V1KHMpIG5vbWUocykgY29tbyBhdXRvcihlcykgb3UgcHJvcHJpZXTDoXJpbyhzKSBkYSBzdWJtaXNzw6NvLCBlIG7Do28gZmFyw6EgcXVhbHF1ZXIgYWx0ZXJhw6fDo28sIHBhcmEgYWzDqW0gZGFzIHBlcm1pdGlkYXMgcG9yIGVzdGEgbGljZW7Dp2EsIG5vIGF0byBkZSBzdWJtaXNzw6NvLgo=Repositório de PublicaçõesPUBhttp://www.pantheon.ufrj.br/oai/requestopendoar:2023-11-30T03:03:25Repositório Institucional da UFRJ - Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)false
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