ALIMENTAÇÃO ARTIFICIAL À BASE DE MEL E SUAS IMPLICAÇÕES NO DESENVOLVIMENTO DE FAMÍLIAS DE ABELHAS JANDAÍRAS (Melipona subnitida Ducke) EM MOSSORÓ – RN

Detalhes bibliográficos
Autor(a) principal: Dias, Victor Hugo Pedraça
Data de Publicação: 2008
Outros Autores: Filgueira, Marcos Antonio, Oliveira, Fabiano Luiz de, Dias, Atarissis Morais, Costa, Ewerton Marinho da
Tipo de documento: Artigo
Idioma: por
Título da fonte: Revista Verde de Agroecologia e Desenvolvimento Sustentavel
Texto Completo: https://www.gvaa.com.br/revista/index.php/RVADS/article/view/113
Resumo: Neste trabalho, objetivou-se estudar o uso da alimentação artificial energética à base de mel e suas implicações no desenvolvimento de famílias de abelhas jandaíras (M. subnitida) em Mossoró-RN. O experimento foi realizado no Laboratório de Entomologia do Departamento de Ciências Vegetais da UFERSA, entre os meses de agosto a novembro de 2007. Foram utilizados 8 colméias do tipo vertical, dividido em 2 grupos com 4 repetições, sendo o grupo1 constituído por colméias não alimentadas e o grupo 2 por colméias submetidas à alimentação energética, composta de uma solução de 50% de água de 50% de mel de abelha africanizada. O fornecimento era diário e realizado com o auxílio de uma pipeta, introduzido-a nos potes vazios. A cada 31 dias, as variáveis desse ensaio (quantidade de potes de mel, quantidade de mel estocado e a área dos discos de crias) eram mensuradas. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado, utilizando o teste Scott – Knott, do software estatístico SISVAR, para análises dos dados. Houve diferença significativa ao nível de 5% de probabilidade para as variáveis: número de potes construídos e mel armazenado nos potes, na comparação entre os grupos. As variáveis área dos discos de crias, não diferiram entre si. A alimentação artificial teve influência significativa na produção de potes e armazenamento de mel, e não teve influência quanto à área dos discos de crias.
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