Estudo comparativo da densidade de células endoteliais da córnea após facoemulsificação pelas técnicas de "dividir e conquistar" e "quick chop"

Detalhes bibliográficos
Autor(a) principal: Domingues,Flavia Guedes Pinto
Data de Publicação: 2005
Outros Autores: Moraes Jr.,Haroldo Vieira de, Yamane,Riuitiro
Tipo de documento: Artigo
Idioma: por
Título da fonte: Arquivos brasileiros de oftalmologia (Online)
Texto Completo: http://old.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0004-27492005000100020
Resumo: OBJETIVOS: Uma vez que um dos fatores mais implicados na perda celular endotelial corneana após facoemulsificação é o tempo utilizado de ultra-som e que a técnica de "quick chop" utiliza menor tempo de ultra-som, o objetivo do estudo foi comparar e analisar a redução da densidade celular endotelial corneana entre os pacientes submetidos à facoemulsificação pelas técnicas de "dividir e conquistar" e "quick chop". MÉTODOS: A amostra do trabalho foi constituída por 56 pacientes, apresentando catarata senil grau 3, selecionados prospectivamente e submetidos à facoemulsificação endocapsular, através das técnicas de "dividir e conquistar" (28 pacientes, grupo 1) e "quick chop" (28 pacientes, grupo 2). Foram verificados os tempos de ultra-som utilizados em cada cirurgia e foram realizados exames de microscopia especular central de não-contato da córnea pré-operatórios e pós-operatórios de 1 mês, 3 meses e 6 meses. RESULTADOS: Verificamos que a técnica de "dividir e conquistar" utilizou em média 2,0 minutos de tempo de ultra-som e a de "quick chop" 1,1 minuto; que a redução da densidade celular endotelial central da córnea foi significativa, em ambas as técnicas, no primeiro mês pós-operatório (16,5% no grupo 1 e 19,4% no grupo 2); e que as variações de densidade celular endotelial corneana subseqüentes, aos 3 e 6 meses, não foram significativas. Não houve diferença estatística na variação da densidade celular endotelial corneana ocorrida entre os grupos (teste "t" de Student p=0,334; no 1º mês pós-operatório). CONCLUSÕES: Concluímos que a redução da densidade endotelial corneana central não foi estatisticamente diferente entre as técnicas.
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