Aeronave Remotamente Pilotada e sua Contribuição para o Emprego em Combate pela FAB

Detalhes bibliográficos
Autor(a) principal: Yasbeck Junior, Airton Miguel
Data de Publicação: 2017
Tipo de documento: Trabalho de conclusão de curso
Idioma: por
Título da fonte: Repositório Institucional da Escola Superior de Guerra (ESG)
Texto Completo: https://repositorio.esg.br/handle/123456789/933
Resumo: Este estudo teve como objetivo analisar de que forma o emprego de Aeronave Remotamente Pilotada (ARP), em combate, contribuirá para que a Força Aérea Brasileira desenvolva as capacidades estratégicas de sua Concepção Operacional, em especial, as capacidades de “Projeção Estratégica do Poder” e “Superioridade nos Ambientes Aéreo e Espacial”. O trabalho foi elaborado a partir de uma pesquisa bibliográfica e documental, visando buscar referenciais teóricos que amparassem as propostas do autor. Desta forma, foram analisadas em quais missões poderão ser empregadas as ARP, em substituição parcial ou total de aeronaves tripuladas e as ações e necessidades de sua implementação. Este trabalho foi realizado com um estudo prospectivo da Estratégia Nacional de Defesa (END), da Diretriz do Comando da Aeronáutica e da Concepção Estratégica da “Força Aérea 100” (DCA 11-45) e as possibilidades e limitações operacionais do emprego de ARP no contexto operacional conjunto ou interagências. Com isso, ao final do estudo, realizou-se uma análise comparativa com aplicação deste vetor pela Força Aérea dos Estados Unidos e uma avaliação em que medida o emprego de ARP, em combate, contribuirá para que a FAB desenvolva as capacidades operacionais selecionadas. À luz dos fatos e análises apresentados, conclui-se que o questionamento elaborado para esta pesquisa foi respondido, uma vez que o emprego de ARP em combate pela Força Aérea Brasileira contribuem significativamente para o desenvolvimento das capacidades de “Projeção Estratégica do Poder” e “Superioridade nos Ambientes Aéreo e Espacial” previstos para a “Força Aérea 100”.
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