Controle de Commelina benghalensis na cultura da soja geneticamente modificada para resistência ao Glyphosate
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Data de Publicação: | 2024 |
Tipo de documento: | Dissertação |
Idioma: | por |
Título da fonte: | Repositório Institucional da UEL |
Texto Completo: | https://repositorio.uel.br/handle/123456789/11694 |
Resumo: | Resumo: Na cultura da soja geneticamente modificada para resistência ao glyphosate um único produto será utilizado Casos de resistência de plantas daninhas e tolerantes a este herbicida já são comprovados e aparecem cada vez mais A Commelina benghalensis é uma das espécies mais importantes, caracterizando-se por ser uma planta daninha de alta agressividade, fácil disseminação e tolerância ao herbicida glyphosate e que, se não bem controlada, pode colocar esta tecnologia em risco O presente trabalho foi realizado com o objetivo de avaliar a eficiência e seletividade do glyphosate associado aos herbicidas latifolicidas no controle de Commelina benghalensis, aplicados em dois diferentes estádios de desenvolvimento, na cultura da soja geneticamente modificada para resistência ao glyphosate Os resultados do experimento mostraram que as associações de glyphosate com os herbicidas lactofen, imazethapyr e chlorimuron são boas alternativas para o controle de Commelina benghalensis , porém o melhor resultado foi a aplicação do tratamento glyphosate + lactofen aos 15 e 3 dias após a emergência Índices melhores de controle foram obtidos quando este tratamento foi aplicado no estádio inicial das plantas daninhas Em relação aos sintomas de fitotoxicidade, o tratamento glyphosate aplicado isolado, foi totalmente seletivo, não causou sintomas de fitotoxicidade e não reduziu a altura nas plantas de soja geneticamente modificada, cultivar Coodetec 214 RR, nos dois estádios avaliados As adições de chlorimuron, imazethapyr e lactofen ocasionaram fitotoxicidade às plantas de soja, sendo maior quando aplicados aos 3 dias após a emergência O tratamento glyphosate + lactofen foi o que proporcionou maior fitotoxicidade em todas as avaliações, aos 15 e 3 dias após a emergência da cultura Após 21 dias da aplicação observou-se uma redução nos sintomas de fitotoxicidade na cultura sem efeitos na produtividade final, em todos os tratamentos e épocas avaliados |
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Controle de Commelina benghalensis na cultura da soja geneticamente modificada para resistência ao GlyphosateSojaResistência a herbicidasAlimentos geneticamente modificadosPragas agrícolasControleGenetically modified foodsControlAgricultural pestsResumo: Na cultura da soja geneticamente modificada para resistência ao glyphosate um único produto será utilizado Casos de resistência de plantas daninhas e tolerantes a este herbicida já são comprovados e aparecem cada vez mais A Commelina benghalensis é uma das espécies mais importantes, caracterizando-se por ser uma planta daninha de alta agressividade, fácil disseminação e tolerância ao herbicida glyphosate e que, se não bem controlada, pode colocar esta tecnologia em risco O presente trabalho foi realizado com o objetivo de avaliar a eficiência e seletividade do glyphosate associado aos herbicidas latifolicidas no controle de Commelina benghalensis, aplicados em dois diferentes estádios de desenvolvimento, na cultura da soja geneticamente modificada para resistência ao glyphosate Os resultados do experimento mostraram que as associações de glyphosate com os herbicidas lactofen, imazethapyr e chlorimuron são boas alternativas para o controle de Commelina benghalensis , porém o melhor resultado foi a aplicação do tratamento glyphosate + lactofen aos 15 e 3 dias após a emergência Índices melhores de controle foram obtidos quando este tratamento foi aplicado no estádio inicial das plantas daninhas Em relação aos sintomas de fitotoxicidade, o tratamento glyphosate aplicado isolado, foi totalmente seletivo, não causou sintomas de fitotoxicidade e não reduziu a altura nas plantas de soja geneticamente modificada, cultivar Coodetec 214 RR, nos dois estádios avaliados As adições de chlorimuron, imazethapyr e lactofen ocasionaram fitotoxicidade às plantas de soja, sendo maior quando aplicados aos 3 dias após a emergência O tratamento glyphosate + lactofen foi o que proporcionou maior fitotoxicidade em todas as avaliações, aos 15 e 3 dias após a emergência da cultura Após 21 dias da aplicação observou-se uma redução nos sintomas de fitotoxicidade na cultura sem efeitos na produtividade final, em todos os tratamentos e épocas avaliadosDissertação (Mestrado em Agronomia) - Universidade Estadual de Londrina, Centro de Ciências Agrárias, Programa de Pós-Graduação em AgronomiaAbstract: In the soybean genetically modified for resistance to glyphosate crop an only product will be used Resistance cases of weeds and tolerant plants to this herbicida already are proven and appear each time more The Commelina benghalensis is one of the species most important, characterizing itself for being a weed plant of high aggressiveness, easy dissemination and tolerance to the glyphosate herbicide and that, if not well controlled it can place this technology at risk The present trial was carried through with the objective to evaluate the efficiency and selectivity of glyphosate associated to the broadleaves herbicides in the Commelina benghalensis control , applied in two different stages of development, in the crop of the soy genetically modified for resistance to glyphosate The results of the trial had shown that the associations of glyphosate with the herbicidas lactofen, imazethapyr and chlorimuron are good alternatives for the Commelina benghalensis control, however optimum result was the application of the treatment glyphosate + lactofen to the 15 and 3 days after the emergency better indices of control had been gotten when this treatment was applied in the initial stage of the weeds plants in relation to the phytotoxicity symptoms, the isolated treatment glyphosate applied, was total selective, did not cause phytotoxicity symptoms and it did not reduce the height in the plants of soy genetically modified, to Coodetec 214 RR variety, in two evaluated stages The additions of chlorimuron, imazethapyr and lactofen had caused phytotoxicity to the plants of soy, being bigger when applied to the 3 days after the emergency The treatment glyphosate + lactofen was what it provided to greater phytotoxicity in all the evaluations, to the 15 and 3 days after the emergency of the crop After 21 days of the application a reduction in the symptoms of phytotoxicity in the crop without effect in the final productivity was observed, in all the evaluated treatments and timesPrete, Cássio Egídio Cavenaghi [Orientador]Zucareli, ClaudemirFornarolli, Donizeti AparecidoSouza, José Roberto Pinto deModesto, Junior CésarMoraes, Vinicíus Junqueira de2024-05-01T13:19:34Z2024-05-01T13:19:34Z2009.0002.03.2009info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://repositorio.uel.br/handle/123456789/11694porMestradoAgronomiaCentro de Ciências AgráriasPrograma de Pós-graduação em AgronomiaLondrinareponame:Repositório Institucional da UELinstname:Universidade Estadual de Londrina (UEL)instacron:UELinfo:eu-repo/semantics/openAccess2024-07-12T04:20:20Zoai:repositorio.uel.br:123456789/11694Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.bibliotecadigital.uel.br/PUBhttp://www.bibliotecadigital.uel.br/OAI/oai2.phpbcuel@uel.br||opendoar:2024-07-12T04:20:20Repositório Institucional da UEL - 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