Origem e distribuição de HPAs em sedimentos de fundo de estuário do rio São Paulo, Baía de Todos os Santos, Bahia, Brasil

Detalhes bibliográficos
Autor(a) principal: Nascimento, Rodrigo Azevedo
Data de Publicação: 2015
Tipo de documento: Trabalho de conclusão de curso
Idioma: por
Título da fonte: Repositório Institucional da UFBA
Texto Completo: http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/28070
Resumo: O presente trabalho faz parte do projeto “Avaliação da Poluição e Identificação de Processos para Regiões de Manguezais sob Influência de Atividades Industriais na Baía de Todos os Santos”. Inserido no contexto de poluentes antrópicos estão os Hidrocarbonetos Policíclicos Aromáticos (HPAs), compostos orgânicos formados por dois ou mais anéis benzênicos. A United State Environmental Protection Agency (US EPA), estabeleceu 16 HPAs como poluentes prioritários, dado seu potencial carcinogênico, mutagênico e tóxico. Ambientes estuarinos tem sido foco de avaliações geoquímicas, tendo em vista sua capacidade de acumular substâncias químicas, dentre elas, os HPAs. O estuário do rio São Paulo, ao norte da Baia de Todos os Santos (BTS), Bahia, está inserido em uma região de intensa atividade antrópica. Além disso, encontra-se a margem da Refinaria Landulpho Alves de Mataripe (RLAM). Dessa forma, o objetivo deste estudo foi avaliar a fonte e distribuição dos HPAs em sedimentos de fundo do estuário do rio São Paulo. As coletas de sedimento de fundo foram realizadas em 10 pontos ao longo do estuário, em dois períodos, seco e chuvoso. A extração dos HPAs no sedimento foi realizada em triplicata, utilizando sistema Soxhlet e determinados por cromatografia em fase gasosa acoplada a espectrometria de massas (GC-MS). A análise de matéria orgânica seguiu o método estabelecido pela EMBRAPA (1997). A granulometria foi determinada por difratometria a Laser. Na primeira campanha, a concentração do ΣHPAs no sedimento (peso seco) variou entre 106,49 ± 11,49 ng g-1 na estação SP10 e 1825,35 ± 107,96 ng g-1 em SP3. Na segunda campanha estiveram entre 11,59 ± 1,19 ng g-1 (SP10) e 357,37 ± 24,09 ng g-1 no ponto SP9. As maiores concentrações na primeira campanha estão provavelmente associadas a intensificação da deposição por via úmida e do escoamento superficial provocado pelas chuvas. As razões diagnósticas sugerem a presença de HPAs derivados principalmente da combustão de biomassa, madeira e carvão, além da queima de combustíveis fósseis. Para avaliar o nível de toxicidade do sedimento, as concentrações dos HPAs foram comparadas aos níveis de referência da Canadian Environmental Quality Guidelines (ISQG e PEL), NOAA (ERL e ELM) e Resolução CONAMA 454/2012 (N1 e N2). Apenas na primeira campanha foram observadas concentrações acima dos níveis de referência, com destaque para a estação SP3 e SP9. O acenaftileno, antraceno, benzo(a)antraceno e benzo(a)pireno apresentaram concentrações superiores ao ISQG. O benzo(a)pireno apresentou também concentração superior ao N1 (CONAMA 454/2012). O dibenzo(a,h)antraceno mostrou concentração superior ao PEL e N2, indicando a provável ocorrência de efeitos adversos a biota. Em suma, o estuário do rio São Paulo apresenta HPAs de origem pirolítica. Estes mostram-se expressivamente influenciados pela sazonalidade, com nível de contaminação de moderado a alto durante a primeira campanha e baixos teores na segunda.
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Além disso, encontra-se a margem da Refinaria Landulpho Alves de Mataripe (RLAM). Dessa forma, o objetivo deste estudo foi avaliar a fonte e distribuição dos HPAs em sedimentos de fundo do estuário do rio São Paulo. As coletas de sedimento de fundo foram realizadas em 10 pontos ao longo do estuário, em dois períodos, seco e chuvoso. A extração dos HPAs no sedimento foi realizada em triplicata, utilizando sistema Soxhlet e determinados por cromatografia em fase gasosa acoplada a espectrometria de massas (GC-MS). A análise de matéria orgânica seguiu o método estabelecido pela EMBRAPA (1997). A granulometria foi determinada por difratometria a Laser. Na primeira campanha, a concentração do ΣHPAs no sedimento (peso seco) variou entre 106,49 ± 11,49 ng g-1 na estação SP10 e 1825,35 ± 107,96 ng g-1 em SP3. Na segunda campanha estiveram entre 11,59 ± 1,19 ng g-1 (SP10) e 357,37 ± 24,09 ng g-1 no ponto SP9. 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