Níveis de estresse ocupacional e atividades estressoras em enfermeiros de unidades de emergência

Detalhes bibliográficos
Autor(a) principal: Fonseca, José Ricardo Ferreira da
Data de Publicação: 2014
Outros Autores: Lopes Neto, David
Tipo de documento: Artigo
Idioma: por
Título da fonte: Rev Rene (Online)
Texto Completo: http://periodicos.ufc.br/rene/article/view/3230
Resumo: O estudo teve como objetivo identificar os níveis de estresse, as áreas e suas respectivas atividades apontadas como estressoras pelos enfermeiros de unidades de emergência em Manaus, AM, Brasil. Desenho epidemiológico, transversal, com 36 enfermeiros de emergência, de dezembro 2010 a janeiro de 2011 utilizou-se a Escala Bianchi de Stress com 57 questões. Os enfermeiros estavam em risco para alto nível de estresse. O Funcionamento da unidade, condições de trabalho e administração de pessoal foram as áreas mais estressoras. A solicitação de revisão e conserto de equipamento a atividade mais estressora. A diferença pelo teste de Friedman entre as áreas foi significativa (p<0,05), pós-teste de Dunn significativo (p<0,05) na comparação por pares. O acúmulo de atividades gerenciais com as atividades assistenciais pode gerar maiores níveis de estresse, sendo necessário investir na melhoria do ambiente ocupacional e de suporte gerencial para minimizar o estresse sofrido no trabalho.
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