Distribuição espacial dos Nematoda livres em um gradiente hipersalino do Nordeste Brasileiro

Detalhes bibliográficos
Autor(a) principal: Renato Rodrigues da Silva, Neyvan
Data de Publicação: 2004
Tipo de documento: Dissertação
Idioma: por
Título da fonte: Repositório Institucional da UFPE
Texto Completo: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/958
Resumo: Os Nematoda de vida livre constituem o grupo mais abundante da meiofauna, dominando de 50% a 90% do total em amostras biosedimentológicas. Vários fatores abióticos são estruturadores da comunidade nematofaunística em ambientes costeiros e, dentre eles, a salinidade influencia a distribuição e composição da fauna. Este estudo teve como objetivo identificar a nematofauna presente ao longo de um gradiente artificialmente hipersalino da Salina Diamante Branco no Município de Galinhos RN. Amostras biosedimentológicas foram coletadas espacialmente, tomadas em triplicata, para identificação da nematofauna em evaporadores de 40 a 120 . Os Nematoda foram identificados ao nível de gênero e quando possível em espécie. Alguns parâmetros da população foram analisados como: tipologia bucal, maturidade sexual, abundância e densidade. Foram empregadas as análises estatísticas: BIOENV, SIMPER, ANOSIM e MDS, utilizando o PRIMER versão 5.0. A comunidade foi composta por 77 espécies de Nematoda distribuídas em 19 famílias, das quais Ethmolaimidae e Linhomoeidae foram as mais abundantes. Terschellingia longicaudata, Oncholaimus oxyuris, Thalassomonystera sp.1, Neotonchus sp.1 e Syringolaimus sp.1 foram as mais frequentes no gradiente determinando em 50% a dominância dos tipos tróficos 1A + 1B nas salinidades iniciais. A diversidade medida através do índice de Shannon-Wiener apresentou o menor valor na salinidade de 92 e os índices de Hill mostraram um padrão de decréscimo ao longo do gradiente salino. A densidade variou de 49 a 3.929 ind.cm2, sendo que não houve uma relação entre o aumento da salinidade e a densidade da nematofauna. O MDS dividiu a comunidade nematofaunística em 4 grupos de acordo com as similaridades. O ANOSIM detectou que existe diferença significativa entre algumas salinidades (40 x 48 ; 48 x 55 ; 55 x 66 ). O BIOENV apontou a salinidade como o fator abiótico estruturador da comunidade nematofaunística. O SIMPER mostrou uma composição de 4 a 6 gêneros que contribuíram com 50% das dissimilaridades, dentre eles: Oncholaimus oxyuris, Terschellingia longicaudata, Ethmoilaimus sp.1 e Thalassomonystera sp.1. Para a composição da nematofauna, a salinidade mostrou-se como fator limitante, sendo a tolerância ao estresse salino espécie-específica, determinando que a capacidade de osmorregulação é fundamental na colonização do sedimento. A tolerância dos Nematoda a diversos distúrbios ambientais promove uma ampla adaptação a uma série de condições ambientais desfavoráveis à vida. Os resultados obtidos evidenciam a necessidade do estudo da nematofauna associada em trabalhos futuros de biomonitoramento ambiental, especialmente em ambientes hipersalinos
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Amostras biosedimentológicas foram coletadas espacialmente, tomadas em triplicata, para identificação da nematofauna em evaporadores de 40 a 120 . Os Nematoda foram identificados ao nível de gênero e quando possível em espécie. Alguns parâmetros da população foram analisados como: tipologia bucal, maturidade sexual, abundância e densidade. Foram empregadas as análises estatísticas: BIOENV, SIMPER, ANOSIM e MDS, utilizando o PRIMER versão 5.0. A comunidade foi composta por 77 espécies de Nematoda distribuídas em 19 famílias, das quais Ethmolaimidae e Linhomoeidae foram as mais abundantes. Terschellingia longicaudata, Oncholaimus oxyuris, Thalassomonystera sp.1, Neotonchus sp.1 e Syringolaimus sp.1 foram as mais frequentes no gradiente determinando em 50% a dominância dos tipos tróficos 1A + 1B nas salinidades iniciais. A diversidade medida através do índice de Shannon-Wiener apresentou o menor valor na salinidade de 92 e os índices de Hill mostraram um padrão de decréscimo ao longo do gradiente salino. A densidade variou de 49 a 3.929 ind.cm2, sendo que não houve uma relação entre o aumento da salinidade e a densidade da nematofauna. O MDS dividiu a comunidade nematofaunística em 4 grupos de acordo com as similaridades. O ANOSIM detectou que existe diferença significativa entre algumas salinidades (40 x 48 ; 48 x 55 ; 55 x 66 ). O BIOENV apontou a salinidade como o fator abiótico estruturador da comunidade nematofaunística. O SIMPER mostrou uma composição de 4 a 6 gêneros que contribuíram com 50% das dissimilaridades, dentre eles: Oncholaimus oxyuris, Terschellingia longicaudata, Ethmoilaimus sp.1 e Thalassomonystera sp.1. Para a composição da nematofauna, a salinidade mostrou-se como fator limitante, sendo a tolerância ao estresse salino espécie-específica, determinando que a capacidade de osmorregulação é fundamental na colonização do sedimento. A tolerância dos Nematoda a diversos distúrbios ambientais promove uma ampla adaptação a uma série de condições ambientais desfavoráveis à vida. 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