Estrutura de comunidade, reprodução e dinâmica populacional de morcegos (Mammalia, Chiroptera) na reserva natural do Salto Morato, Guaraqueçaba, Paraná

Detalhes bibliográficos
Autor(a) principal: Oliveira, Nathalia Yurika Kaku de
Data de Publicação: 2010
Tipo de documento: Dissertação
Idioma: por
Título da fonte: Repositório Institucional da UFPR
Texto Completo: http://hdl.handle.net/1884/23961
Resumo: Resumo: Os morcegos constituem a segunda maior riqueza dentro do grupo dos mamíferos. Associado a este sucesso estão características como a capacidade de vôo, diversidade de hábitos alimentares, variedade de estratégias reprodutivas e diferentes formas de exploração do espaço. O objetivo deste trabalho foi estudar a estrutura da comunidade de morcegos da Reserva Natural do Salto Morato, situada no município de Guaraqueçaba, Estado do Paraná. As condições reprodutivas dos indivíduos capturados foram descritas, visto que o comportamento reprodutivo é um dos norteadores das atividades dos morcegos. As populações mais abundantes e com dados de recapturas tiveram mais características analisadas, observando-se se permaneciam na área de estudos. As capturas de morcegos foram feitas com dez redes de 6 x 2,6 m, armadas durante toda a noite, três noites por mês, no período de dezembro de 2007 a maio de 2009. Foram feitas incursões em abrigos diurnos em agosto de 2008. Os dados de marcação e recaptura de sete espécies foram analisados através do modelo Cormarck-Jolly-Seber (CJS) implantado pelo programa Mark, versão 5.1. Foram capturados 1038 indivíduos, correspondendo a 23 espécies, sendo 19 da família Phyllostomidae, três da Vespertilionidae e uma da Thyropteridae. Duas espécies da família Molossidae foram capturadas nos abrigos, totalizando em 25 o número de espécies da RNSM. As espécies que redominaram em número de indivíduos capturados foram Artibeus lituratus (27% das capturas) e Carollia perspicillata (21%), seguidos por Artibeus obscurus (13%), Sturnira lilium (9%) e Sturnira tildae (9%). Dentre os morcegos capturados, os frugívoros predominaram, correspondendo a 90% das capturas, com nectarívoros, insetívoros, carnívoros e sanguívoros constituindo os outros 10%. O padrão reprodutivo de poliestria bimodal foi o apresentado pela maioria das espécies. Para as espécies mais abundantes, a taxa de sobrevivência apresentou valores constantes para Anoura caudifer, Artibeus cinereus, A. lituratus, S. lilium, S. tildae e C. perspicillata, variando com o tempo para A. obscurus. A taxa de recaptura foi constante para A. caudifer (0,07), S. lilium (0,01), S. tildae (0,13) e C. perspicillata jovens (0,10). Esta taxa variou com o grupo para os indivíduos adultos de C. perspicillata, sendo de 0,23 para machos e 0,11 para fêmeas. Para A. cinereus, A. lituratus e A. obscurus a taxa de recaptura variou com o tempo, apresentando os maiores valores em janeiro, fevereiro e janeiro, respectivamente. As taxas de recapturas baixas de A. caudifer, S. lilium e A. lituratus indicam área de vida grande e/ou comportamento nômade para essas espécies, cujos picos corroboram com o padrão de poliestria bimodal. A alta taxa de recaptura de S. tildae, C. perspicillata, A. cinereus e A. obscurus indicam pequena área de vida para essas espécies, sendo estas residentes. Para as duas últimas espécies, a variação da taxa com o tempo implica em particularidades na permanência na área. Os valores de sobrevivência foram maiores para os morcegos com maior tendência à esidência, indicando que a menor mobilidade diminui os riscos de predação. As dinâmicas populacionais explicam algumas relações que ocorrem na comunidade, permitindo compreender um pouco a sua estruturação. A comunidade de morcegos da RNSM, ao nível do sub-bosque, é composta principalmente por frugívoros, tanto em abundância quanto em riqueza, devendo-se atentar para a questão da viciação metodológica. Embora algumas dessas espécies de morcegos se alimentem preferencialmente de plantas pioneiras, contribuem para a regeneração da área. Estes aspectos, associados à presença de espécies raras e ameaçadas de morcegos, algumas sem registros prévios para o Paraná e a proximidade de florestas primárias demonstram a importância da área para a região e para a conservação de morcegos.
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As capturas de morcegos foram feitas com dez redes de 6 x 2,6 m, armadas durante toda a noite, três noites por mês, no período de dezembro de 2007 a maio de 2009. Foram feitas incursões em abrigos diurnos em agosto de 2008. Os dados de marcação e recaptura de sete espécies foram analisados através do modelo Cormarck-Jolly-Seber (CJS) implantado pelo programa Mark, versão 5.1. Foram capturados 1038 indivíduos, correspondendo a 23 espécies, sendo 19 da família Phyllostomidae, três da Vespertilionidae e uma da Thyropteridae. Duas espécies da família Molossidae foram capturadas nos abrigos, totalizando em 25 o número de espécies da RNSM. As espécies que redominaram em número de indivíduos capturados foram Artibeus lituratus (27% das capturas) e Carollia perspicillata (21%), seguidos por Artibeus obscurus (13%), Sturnira lilium (9%) e Sturnira tildae (9%). Dentre os morcegos capturados, os frugívoros predominaram, correspondendo a 90% das capturas, com nectarívoros, insetívoros, carnívoros e sanguívoros constituindo os outros 10%. O padrão reprodutivo de poliestria bimodal foi o apresentado pela maioria das espécies. Para as espécies mais abundantes, a taxa de sobrevivência apresentou valores constantes para Anoura caudifer, Artibeus cinereus, A. lituratus, S. lilium, S. tildae e C. perspicillata, variando com o tempo para A. obscurus. A taxa de recaptura foi constante para A. caudifer (0,07), S. lilium (0,01), S. tildae (0,13) e C. perspicillata jovens (0,10). Esta taxa variou com o grupo para os indivíduos adultos de C. perspicillata, sendo de 0,23 para machos e 0,11 para fêmeas. Para A. cinereus, A. lituratus e A. obscurus a taxa de recaptura variou com o tempo, apresentando os maiores valores em janeiro, fevereiro e janeiro, respectivamente. 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Embora algumas dessas espécies de morcegos se alimentem preferencialmente de plantas pioneiras, contribuem para a regeneração da área. 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