Morfologia de frutos, sementes e plântulas de espécies florestais

Detalhes bibliográficos
Autor(a) principal: Ribeiro, Taline Borges
Data de Publicação: 2018
Tipo de documento: Trabalho de conclusão de curso
Idioma: por
Título da fonte: Repositório Institucional da UFRB
Texto Completo: http://ri.ufrb.edu.br/jspui/handle/123456789/2353
Resumo: Fabaceae, família com distribuição geográfica em larga escala e caracterizada como a terceira maior família de angiospermas catalogadas (JUDD et al., 2009), tem como principal característica o fruto tipo legume (TALKUDAR, 2013). Esta família se subdivide em três subfamílias, sendo uma delas a Mimosoideae com cerca de 3270 espécies (LPWG, 2013). Dentro desta família e subfamília encontra-se a espécie Adenanthera pavonina L., nativa da Índia e Malásia, com boa adaptação no Brasil (CORRÊA, 1978). Lecythidaceae é uma família de arbóreas que apresenta distribuição pantropical nos trópicos da América Central e do Sul e no sudeste da Ásia e África. O gênero Lecythis é o terceiro maior da família apresentando 26 espécies (MORI, 2004). A Lecythis lurida (Miers) S. A. Mori, conhecida popularmente como inhaíba, é uma espécie arbórea tolerante a lugares abertos e terrenos secos, adequada para uso em áreas degradadas de preservação permanente (LORENZI, 2002). O estudo da morfologia de frutos, sementes e plântulas em estágios de desenvolvimento inicial permite aprimorar o conhecimento da reprodução de espécies vegetais, fornece subsídios para produção de mudas (GUERRA et al., 2006), além de constituir uma importante ferramenta para detectar a variabilidade genética dentro de populações de uma dada espécie e sua relação com fatores ambientais, podendo ser utilizados em programas de melhoramento genético (GUSMÃO; VIEIRA; FONSECA JÚNIOR, 2006). Ainda segundo Bewley et al. (2013), as características morfológicas das sementes são diferentes entre classes, famílias e espécies de plantas, com discrepantes tecidos de reservas e formas de tegumento, mesmo que alguns mecanismos de desenvolvimento sejam comuns entre espécies. Estudos morfológicos fornecem subsídios para diferenciar espécies e corroboram para a compreensão do processo de germinação, armazenamento, vigor e viabilidade, caracterizando aspectos ecológicos como a dispersão, estabelecimento de plântulas e fase de sucessão (MATHEUS E LOPES, 2007). Devido à grande diversidade de espécies exóticas e nativas de múltiplos usos econômicos e ecológicos, em enorme área territorial de vários aspectos edafoclimáticos, algumas plantas arbóreas como Adenanthera pavonina e Lecythis lurida carecem de informações biométricas e morfológicas intrínsecas as espécies que permitem compreender o comportamento destas em suas distintas fases de desenvolvimento, estratégias de conservação e técnicas de produção de mudas de maior qualidade em menor tempo. Desta forma, o objetivo do presente trabalho foi descrever os caracteres morfológicos de frutos, sementes e plântulas de A. pavonina e de frutos e sementes de L. lurida.
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Mori, conhecida popularmente como inhaíba, é uma espécie arbórea tolerante a lugares abertos e terrenos secos, adequada para uso em áreas degradadas de preservação permanente (LORENZI, 2002). O estudo da morfologia de frutos, sementes e plântulas em estágios de desenvolvimento inicial permite aprimorar o conhecimento da reprodução de espécies vegetais, fornece subsídios para produção de mudas (GUERRA et al., 2006), além de constituir uma importante ferramenta para detectar a variabilidade genética dentro de populações de uma dada espécie e sua relação com fatores ambientais, podendo ser utilizados em programas de melhoramento genético (GUSMÃO; VIEIRA; FONSECA JÚNIOR, 2006). Ainda segundo Bewley et al. (2013), as características morfológicas das sementes são diferentes entre classes, famílias e espécies de plantas, com discrepantes tecidos de reservas e formas de tegumento, mesmo que alguns mecanismos de desenvolvimento sejam comuns entre espécies. Estudos morfológicos fornecem subsídios para diferenciar espécies e corroboram para a compreensão do processo de germinação, armazenamento, vigor e viabilidade, caracterizando aspectos ecológicos como a dispersão, estabelecimento de plântulas e fase de sucessão (MATHEUS E LOPES, 2007). Devido à grande diversidade de espécies exóticas e nativas de múltiplos usos econômicos e ecológicos, em enorme área territorial de vários aspectos edafoclimáticos, algumas plantas arbóreas como Adenanthera pavonina e Lecythis lurida carecem de informações biométricas e morfológicas intrínsecas as espécies que permitem compreender o comportamento destas em suas distintas fases de desenvolvimento, estratégias de conservação e técnicas de produção de mudas de maior qualidade em menor tempo. Desta forma, o objetivo do presente trabalho foi descrever os caracteres morfológicos de frutos, sementes e plântulas de A. pavonina e de frutos e sementes de L. lurida.Fabaceae, a family with a large-scale geographic distribution and characterized as the third largest family of angiosperms cataloged (JUDD et al., 2009), has as its main characteristic the legume-like fruit (TALKUDAR, 2013). This family is subdivided into three subfamilies, one of which is the Mimosoideae with about 3270 species (LPWG, 2013). Within this family and subfamily is the species Adenanthera pavonina L., native to India and Malaysia, with good adaptation in Brazil (CORRÊA, 1978). Lecythidaceae is a family of trees that has a pantropical distribution in the tropics of Central and South America and in Southeast Asia and Africa. The genus Lecythis is the third largest in the family with 26 species (MORI, 2004). Lecythis lurida (Miers) S. A. Mori, popularly known as inhaíba, is a tree species tolerant to open places and dry land, suitable for use in degraded areas of permanent preservation (LORENZI, 2002). The study of the morphology of fruits, seeds and seedlings in initial development stages allows to improve the knowledge of the reproduction of plant species, provides subsidies for the production of seedlings (GUERRA et al., 2006), besides constituting an important tool to detect the variability genetics within populations of a given species and its relationship with environmental factors, and can be used in genetic improvement programs (GUSMÃO; VIEIRA; FONSECA JÚNIOR, 2006). Still according to Bewley et al. (2013), the morphological characteristics of seeds are different between plant classes, families and species, with discrepant reserve tissues and tegument forms, even though some development mechanisms are common between species. Morphological studies provide subsidies to differentiate species and corroborate the understanding of the process of germination, storage, vigor and viability, characterizing ecological aspects such as dispersion, seedling establishment and succession phase (MATHEUS AND LOPES, 2007). Due to the great diversity of exotic and native species of multiple economic and ecological uses, in a huge territorial area of various edaphoclimatic aspects, some tree plants such as Adenanthera pavonina and Lecythis lurida lack biometric and morphological information intrinsic to the species that allow understanding their behavior in its distinct stages of development, conservation strategies and techniques for producing higher quality seedlings in less time. In this way, the objective of the present work was to describe the morphological characters from fruits, seeds and seedlings of A. pavonina and from fruits and seeds of L. lurida.porUniversidade Federal do Recôncavo da BahiaUFRBBrasilCCAAB - Centro de Ciências Agrárias, Ambientais e BiológicasCNPQ::CIENCIAS AGRARIAS::RECURSOS FLORESTAIS E ENGENHARIA FLORESTALMorphological charactersAdenanthera pavoninaLecythis luridaCaracteres morfológicosAdenanthera pavoninaLecythis luridaMorfologia de frutos, sementes e plântulas de espécies florestaisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/bachelorThesisBachareladoFreitas, Teresa Aparecida Soares deQuintela, Matheus PiresRibeiro, Patrícia LuzRibeiro, Taline Borgesinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UFRBinstname:Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB)instacron:UFRBORIGINALMorfologia_Frutos_Sementes_TCC_2018.pdfMorfologia_Frutos_Sementes_TCC_2018.pdfapplication/pdf1528353http://ri.ufrb.edu.br/jspui/bitstream/123456789/2353/1/Morfologia_Frutos_Sementes_TCC_2018.pdffdd041247ea1ff6e38e713f4ebc67199MD51LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81930http://ri.ufrb.edu.br/jspui/bitstream/123456789/2353/2/license.txt17dd64d7a271c2bbd8e88fd80624d4a1MD52123456789/23532023-05-18 16:25:50.994oai:ri.ufrb.edu.br:123456789/2353TElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEgRE8gUkVQT1NJVMOTUklPIElOU1RJVFVDSU9OQUwgREEgVU5JVkVSU0lEQURFIEZFREVSQUwgRE8gUkVDw5ROQ0FWTyBEQSBCQUhJQQoKQ29tIGEgYXByZXNlbnRhw6fDo28gZGVzdGEgbGljZW7Dp2EsIHZvY8OqIChhdXRvcihhKSBvdSB0aXR1bGFyIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcykgY29uY2VkZSBhbyBSZXBvc2l0w7NyaW8gSW5zdGl0dWNpb25hbCBkYSBVbml2ZXJzaWRhZGUgRmVkZXJhbCBkbyBSZWPDtG5jYXZvIGRhIEJhaGlhIChSSVVGUkIpIG8gZGlyZWl0byBuw6NvIGV4Y2x1c2l2byBlIGlycmV2b2fDoXZlbCBkZSByZXByb2R1emlyIGUvb3UgZGlzdHJpYnVpciBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gKGluY2x1aW5kbyBvIHJlc3VtbykgcG9yIHRvZG8gbyBtdW5kbyBubyBmb3JtYXRvIGltcHJlc3NvIGUgZWxldHLDtG5pY28gZSBlbSBxdWFscXVlciBtZWlvLCBpbmNsdWluZG8gb3MgZm9ybWF0b3Mgw6F1ZGlvIGUgdsOtZGVvLgoKVm9jw6ogZGVjbGFyYSwgcXVhbmRvIGNhYsOtdmVsLCBxdWUgY29uaGVjZSBhIHBvbMOtdGljYSBkZSBjb3B5cmlnaHQgZGEgZWRpdG9yYSBkbyBzZXUgZG9jdW1lbnRvIGUgcXVlIGNvbmhlY2UgZSBhY2VpdGEgYXMgRGlyZXRyaXplcyBkbyBSSVVGUkIuCgpWb2PDqiBkZWNsYXJhIHF1ZSBlc3RlIGFycXVpdm8gw6kgYSB2ZXJzw6NvIGZpbmFsIGRvIHRyYWJhbGhvIGVtIHN1cG9ydGUgZGlnaXRhbCwgY29uZmlybWFkYSBwZWxvIG9yaWVudGFkb3IoYSkgbWVkaWFudGUgYXNzaW5hdHVyYSBhYmFpeG8sIGFwcm92YWRhIGFww7NzIGEgcmVhbGl6YcOnw6NvIGRlIGRlZmVzYSBww7pibGljYSwgZSwgcXVhbmRvIGZvciBvIGNhc28sIGFww7NzIGFzIGNvcnJlw6fDtWVzIHN1Z2VyaWRhcyBwZWxhIGJhbmNhLgoKVm9jw6ogZGVjbGFyYSBxdWUgbyBkb2N1bWVudG8gZW50cmVndWUgw6kgb3JpZ2luYWwsIG7Do28gaW5mcmluZ2UgZGlyZWl0b3MgZGUgcXVhbHF1ZXIgb3V0cmEgcGVzc29hIGUgcXVlIGNvbnRlbmRvIG1hdGVyaWFsIGRvIHF1YWwgbsOjbyBkZXRlbmhhIGRpcmVpdG9zIGRlIGF1dG9yLCBvYnRldmUgYXV0b3JpemHDp8OjbyBwcsOpdmlhIGRvIGRldGVudG9yIGRvcyByZWZlcmlkb3MgZGlyZWl0b3MgcGFyYSBjb25jZWRlciDDoCBVRlJCIG9zIHRlcm1vcyByZXF1ZXJpZG9zIHBvciBlc3TDoSBsaWNlbsOnYS4KClZvY8OqIGFmaXJtYSBlc3RhciBjaWVudGUgZGUgcXVlIG8gZGVww7NzaXRvIGRhIHByb2R1w6fDo28gY2llbnTDrWZpY2EgZSBhY2Fkw6ptaWNhIHByZXNlcnZhIG9zIGRpcmVpdG9zIGRvKHMpIGF1dG9yKGVzKSBlLCBkZXNzYSBmb3JtYSwgbsOjbyBpbXBsaWNhIGVtIHRyYW5zZmVyw6puY2lhIGRvcyBzZXVzIGRpcmVpdG9zIHNvYnJlIG8gdHJhYmFsaG8gcGFyYSBhIFVuaXZlcnNpZGFkZS4KCkNBU08gTyBET0NVTUVOVE8gT1JBIERFUE9TSVRBRE8gVEVOSEEgU0lETyBSRVNVTFRBRE8gREUgVU0gUEFUUk9Dw41OSU8gT1UgQVBPSU8gREUgVU1BIEFHw4pOQ0lBIERFIEZPTUVOVE8gT1UgT1VUUk8gT1JHQU5JU01PLCBWT0PDiiBERUNMQVJBIFFVRSBSRVNQRUlUT1UgVE9ET1MgRSBRVUFJU1FVRVIgRElSRUlUT1MgREUgUkVWSVPDg08gQ09NTyBUQU1Cw4lNIEFTIERFTUFJUyBPQlJJR0HDh8OVRVMgRVhJR0lEQVMgUE9SIENPTlRSQVRPIE9VIEFDT1JETy4KCk8gUmVwb3NpdMOzcmlvIEluc3RpdHVjaW9uYWwgZGEgVUZSQiBzZSBjb21wcm9tZXRlIGEgaWRlbnRpZmljYXIgY2xhcmFtZW50ZSBvIHNldSBub21lIG91IGRvKHMpIGRldGVudG9yKGVzKSBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgZG8gZG9jdW1lbnRvIGUsIG7Do28gZmFyw6EgcXVhbHF1ZXIgYWx0ZXJhw6fDo28sIGFsw6ltIGRhcXVlbGFzIGNvbmNlZGlkYXMgcG9yIGVzdGEgbGljZW7Dp2EuCg==Repositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio.ufrb.edu.br/oai/requestnutin.cidoc@proplan.ufrb.edu.bropendoar:27582023-05-18T19:25:50Repositório Institucional da UFRB - Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB)false
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Ribeiro, Taline Borges
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