Astrofotografia preto e branco em 35mm

Detalhes bibliográficos
Autor(a) principal: Milone, Andre de Castro
Data de Publicação: 1989
Tipo de documento: Trabalho de conclusão de curso
Idioma: por
Título da fonte: Repositório Institucional da UFRJ
Texto Completo: http://hdl.handle.net/11422/20803
Resumo: Basicamente, adaptou-se um corpo de câmera 35 mm, reflex e com fotômetro TTL, ao telescópio Refrator-Coudé do Observatório do Valongo-UFRJ a fim de obter reproduções fotográficas em preto & branco dos seguintes objetos celestes: Iua, Sol e os planetas Vênus, Marte, Júpiter e Saturno. Imagens de constelações foram conseguidas com a montagem simples denominada de câmera fixa. As emulsões adotadas são comerciais de fácil aquisição por amadores e profissionais, como exemplos, adotei o filme TRI-X e o papel Talbot. As soluções químicas empregadas foram clássicas e universais, o revelador D-76 e fixador F-5 são exemplos. O processamento de filmes foi feito na residência do autor e o de papéis, no laboratório fotográfico da Escola de Belas Artes- UFRJ. Incluiu-se estudos sensitométricos das emulsões representados por dois métodos adotados para otimizar a obtenção de astrofotografias de qualidade tonal e com bastante informações sobre o objeto percebido. Na astrofotografia da lua, apliquei o método do Sistema de Zonas desenvolvido e divulgado por Ansel Adams, e para os demais adotei o método empírico, denominado por nós, de a Ação Conjunta da Exposição e Revelação do Filme. Ambos métodos procuram uma calibração do instrumental óptico (astrocâmera e ampliador) com o material fotográfico (emulsões e reveladores), sistematizando a aplicação da técnica fotográfica. Na aplicação do Sistema-de Zonas, descobriu-se um experimento para determinar a sensibilidade efetiva de um filme. O filme TRI-XPAN ISO 400 apresentou sensibilidades de ISO 320 e de ISO 400 para duas astrocâmeras distintas. No caso da Lua, basicamente, precisou-se revelar o filme acima do tempo normal e expor de acordo com a leitura de zonas a fim de proporcionar um contraste bom. Para o Sol, revelou-se muito e exp8s-se abaixo da leitura do fotômetro, exagerando assim o contraste de imagem. Para planetas, fez-se o contrário, a revelação foi pouca e a exposição foi, relativamente, alta. No caso das constelações, aumentou-se o contraste com revelação.
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