O zela-a-dor: um enredo protagonizado pelo idoso institucionalizado sobre o cuidador

Detalhes bibliográficos
Autor(a) principal: Diógenes, Monique Pimentel
Data de Publicação: 2016
Tipo de documento: Dissertação
Idioma: por
Título da fonte: Repositório Institucional da UFRN
Texto Completo: https://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/21962
Resumo: A nova configuração da família brasileira, com a modernização da sociedade, que incluiu a inserção da mulher no mercado de trabalho, o uso de contraceptivos, a redução do tamanho das famílias e a falta de tempo na vida atual vem modificando a relação do cuidado ao idoso, que estava relacionado ao contexto familiar. Em decorrência disso, a institucionalização é um fenômeno irreversível, a qual boa parte da população idosa deverá se submeter, nas próximas décadas, tendo em vista o aumento expressivo dessa população e as mudanças nas relações sociais de gênero, que desobrigaram a mulher do ônus do cuidado dos idosos e enalteceram a figura do cuidador de idosos. Diante dessa realidade, realizamos uma pesquisa qualitativa visando compreender, na vivência de idosos institucionalizados, os significados atribuídos ao bom cuidador, a fim de subsidiar estratégias para a qualidade do cuidado prestado a essa população. O local da pesquisa foi uma Instituição de Longa Permanência de caráter filantrópico, localizado em Natal/RN. Como estratégia metodológica para o acesso às narrativas dos colaboradores, utilizou-se a entrevista narrativa mediada pelo “baú de recordações”, assim como o diário de campo. Para análise e interpretação das narrativas suscitadas, recorremos à Hermenêutica Gadameriana. A partir do diálogo com as narrativas chegamos a três cenas (capítulos): 1)”Envelheci: e agora?” 2)”Estou em um abrigo” e 3) Cuidar é zelar: dialogando sobre o Cuidado e cuidador. Na primeira cena, as idosas trazem os significados de ser idoso, que vão desde a comparação com o ser criança às dores e alegrias, tendo como questão central a autonomia, que pode ser uma alegria quando mantida ou um dor quanto ela está tolhida. E assim a busca pelo envelhecimento ativo foi evidenciado nas vozes das idosas. A segunda cena traz a realidade dos abrigos para as nossas colaboradoras, ressaltando que essa alternativa foi uma decisão do outro, além de trazer os ganhos, como um lugar para se viver e ser cuidado e as perdas, evidenciadas nas dificuldades da relação em um ambiente coletivo com outras idosas. Na última cena, o zelar foi o significado atribuído ao cuidar pelas idosas. Sobre o cuidador, narraram as dificuldades da delimitação do seu lugar profissional, a sobrecarga de trabalho e, por fim, sobre a relação do bom cuidador, descreveram atributos do Cuidado humanizado, integral, presente em suas vivências com seus cuidadores, em uma constante inter-relação dos aspectos instrumentais e os aspectos humanistas, configurando a denominação de Zela-a-dor como aquele que Cuida zelando todas as dores. Espera-se agregar reflexões aos conhecimentos já existentes para que juntos vislumbremos novos scripts, O Zela-a-dor pede mais cenas, mais protagonistas e mais enredo para que possamos fomentar estratégias de Cuidado que (re)conheça o idoso institucionalizado em suas necessidades visando um envelhecimento saudável, ativo e amoroso em uma ILPI.
id UFRN_61e26cc4ae920684ec0587372c7e8043
oai_identifier_str oai:https://repositorio.ufrn.br:123456789/21962
network_acronym_str UFRN
network_name_str Repositório Institucional da UFRN
repository_id_str
spelling Diógenes, Monique PimentelLisboa, Maria Goretti da CunhaBezerra, Marlos AlvesSilva, Georgia Sibele Nogueira da2017-02-13T21:10:14Z2017-02-13T21:10:14Z2016-07-27DIÓGENES, Monique Pimentel. O zela-a-dor: um enredo protagonizado pelo idoso institucionalizado sobre o cuidador. 2016. 195f. Dissertação (Mestrado em Psicologia) - Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2016.https://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/21962A nova configuração da família brasileira, com a modernização da sociedade, que incluiu a inserção da mulher no mercado de trabalho, o uso de contraceptivos, a redução do tamanho das famílias e a falta de tempo na vida atual vem modificando a relação do cuidado ao idoso, que estava relacionado ao contexto familiar. Em decorrência disso, a institucionalização é um fenômeno irreversível, a qual boa parte da população idosa deverá se submeter, nas próximas décadas, tendo em vista o aumento expressivo dessa população e as mudanças nas relações sociais de gênero, que desobrigaram a mulher do ônus do cuidado dos idosos e enalteceram a figura do cuidador de idosos. Diante dessa realidade, realizamos uma pesquisa qualitativa visando compreender, na vivência de idosos institucionalizados, os significados atribuídos ao bom cuidador, a fim de subsidiar estratégias para a qualidade do cuidado prestado a essa população. O local da pesquisa foi uma Instituição de Longa Permanência de caráter filantrópico, localizado em Natal/RN. Como estratégia metodológica para o acesso às narrativas dos colaboradores, utilizou-se a entrevista narrativa mediada pelo “baú de recordações”, assim como o diário de campo. Para análise e interpretação das narrativas suscitadas, recorremos à Hermenêutica Gadameriana. A partir do diálogo com as narrativas chegamos a três cenas (capítulos): 1)”Envelheci: e agora?” 2)”Estou em um abrigo” e 3) Cuidar é zelar: dialogando sobre o Cuidado e cuidador. Na primeira cena, as idosas trazem os significados de ser idoso, que vão desde a comparação com o ser criança às dores e alegrias, tendo como questão central a autonomia, que pode ser uma alegria quando mantida ou um dor quanto ela está tolhida. E assim a busca pelo envelhecimento ativo foi evidenciado nas vozes das idosas. A segunda cena traz a realidade dos abrigos para as nossas colaboradoras, ressaltando que essa alternativa foi uma decisão do outro, além de trazer os ganhos, como um lugar para se viver e ser cuidado e as perdas, evidenciadas nas dificuldades da relação em um ambiente coletivo com outras idosas. Na última cena, o zelar foi o significado atribuído ao cuidar pelas idosas. Sobre o cuidador, narraram as dificuldades da delimitação do seu lugar profissional, a sobrecarga de trabalho e, por fim, sobre a relação do bom cuidador, descreveram atributos do Cuidado humanizado, integral, presente em suas vivências com seus cuidadores, em uma constante inter-relação dos aspectos instrumentais e os aspectos humanistas, configurando a denominação de Zela-a-dor como aquele que Cuida zelando todas as dores. Espera-se agregar reflexões aos conhecimentos já existentes para que juntos vislumbremos novos scripts, O Zela-a-dor pede mais cenas, mais protagonistas e mais enredo para que possamos fomentar estratégias de Cuidado que (re)conheça o idoso institucionalizado em suas necessidades visando um envelhecimento saudável, ativo e amoroso em uma ILPI.The new configuration of the Brazilian family, with the modernization of society, which included the insertion of women in the labor market, the use of contraceptives, reducing the size of families and the lack of time in current life is changing the care relationship to the elderly, who was related to the family context. As a result, the institutionalization is an irreversible phenomenon, which much of the elderly population is expected to be submited in the coming decades, given the significant increase of this population and the changes in social relations of gender, that absolved the woman from the burden of elderly care and praised the figure of the caregiver of the elderly. Given this reality, we conducted a qualitative research aimed at understanding, in the experience of institutionalized elderly, the meanings attributed to a good caregiver, in order to support strategies for the quality of care provided to this population. The research site was a philanthropic long-stay institution. As methodological strategies for access to narratives of collaborators, it was used the narrative interview mediated by the "chest of memories." For analysis and interpretation of narratives raised, we turn to Gadamer's Hermeneutics. From the dialogue with the narratives we come to three scenes (chapters): 1) "I grow old: and now?" 2) "I'm in a shelter" and 3) Caring is being zealous: dialoguing about the care and the caregiver. In the first scene, the elderly bring the meanings of being old, ranging from the comparison with being a child to the pains and joys, with the central question the autonomy, which can be a joy when held or a pain when she is dwarfed. And so the search for active aging was evidenced in the voices of the elderly. The second scene brings the reality of shelters for our collaborators, pointing out that this alternative was a decision of the other, and bring the gains, as a place to live and be careful and the losses, highlighted on the difficulties of the relationship in a collective environment with other elderly. In the last scene, the act of being zealous was the meaning assigned to care by the elderly. About the caregiver, they recounted the difficulties of delimitation of their professional work place, the work overload and, finally, about the relationship of a good caregiver, they described attributes of Humanized care, full, present in their experiences with their caregivers in a constant interrelation of the instrumental aspects to humanistic aspects, setting the name of "Zela-a-dor" as the one who takes care taking care of all pain. We expect to add reflections to the existing knowledge so that together we glimpse new scripts,the “Zela-a-dor” asks for more scenes, more players and more plot that can foster care strategies that know the institutionalized elderly in their needs aiming a healthy, active and loving aging in an ILPI.porCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::PSICOLOGIAIdosoInstituição de longa permanência para idososCuidadoCuidadorHumanizaçãoO zela-a-dor: um enredo protagonizado pelo idoso institucionalizado sobre o cuidadorinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisPROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM PSICOLOGIAUFRNBrasilinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UFRNinstname:Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)instacron:UFRNORIGINALMoniquePimentelDiogenes_DISSERT.pdfMoniquePimentelDiogenes_DISSERT.pdfapplication/pdf2120639https://repositorio.ufrn.br/bitstream/123456789/21962/1/MoniquePimentelDiogenes_DISSERT.pdfbf88e09327bd703a3f9d1a3d67b44a59MD51TEXTMoniquePimentelDiogenes_DISSERT.pdf.txtMoniquePimentelDiogenes_DISSERT.pdf.txtExtracted texttext/plain353004https://repositorio.ufrn.br/bitstream/123456789/21962/4/MoniquePimentelDiogenes_DISSERT.pdf.txte1b3616d4d0dc5ac9fbd8df1f2058ec9MD54THUMBNAILMoniquePimentelDiogenes_DISSERT.pdf.jpgMoniquePimentelDiogenes_DISSERT.pdf.jpgIM Thumbnailimage/jpeg5926https://repositorio.ufrn.br/bitstream/123456789/21962/5/MoniquePimentelDiogenes_DISSERT.pdf.jpgf47de490443162ddf43d4af984fd8bf1MD55123456789/219622017-11-03 14:28:09.824oai:https://repositorio.ufrn.br:123456789/21962Repositório de PublicaçõesPUBhttp://repositorio.ufrn.br/oai/opendoar:2017-11-03T17:28:09Repositório Institucional da UFRN - Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)false
dc.title.pt_BR.fl_str_mv O zela-a-dor: um enredo protagonizado pelo idoso institucionalizado sobre o cuidador
title O zela-a-dor: um enredo protagonizado pelo idoso institucionalizado sobre o cuidador
spellingShingle O zela-a-dor: um enredo protagonizado pelo idoso institucionalizado sobre o cuidador
Diógenes, Monique Pimentel
CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::PSICOLOGIA
Idoso
Instituição de longa permanência para idosos
Cuidado
Cuidador
Humanização
title_short O zela-a-dor: um enredo protagonizado pelo idoso institucionalizado sobre o cuidador
title_full O zela-a-dor: um enredo protagonizado pelo idoso institucionalizado sobre o cuidador
title_fullStr O zela-a-dor: um enredo protagonizado pelo idoso institucionalizado sobre o cuidador
title_full_unstemmed O zela-a-dor: um enredo protagonizado pelo idoso institucionalizado sobre o cuidador
title_sort O zela-a-dor: um enredo protagonizado pelo idoso institucionalizado sobre o cuidador
author Diógenes, Monique Pimentel
author_facet Diógenes, Monique Pimentel
author_role author
dc.contributor.authorID.pt_BR.fl_str_mv
dc.contributor.advisorID.pt_BR.fl_str_mv
dc.contributor.referees1.none.fl_str_mv Lisboa, Maria Goretti da Cunha
dc.contributor.referees1ID.pt_BR.fl_str_mv
dc.contributor.referees2.none.fl_str_mv Bezerra, Marlos Alves
dc.contributor.referees2ID.pt_BR.fl_str_mv
dc.contributor.author.fl_str_mv Diógenes, Monique Pimentel
dc.contributor.advisor1.fl_str_mv Silva, Georgia Sibele Nogueira da
contributor_str_mv Silva, Georgia Sibele Nogueira da
dc.subject.cnpq.fl_str_mv CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::PSICOLOGIA
topic CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::PSICOLOGIA
Idoso
Instituição de longa permanência para idosos
Cuidado
Cuidador
Humanização
dc.subject.por.fl_str_mv Idoso
Instituição de longa permanência para idosos
Cuidado
Cuidador
Humanização
description A nova configuração da família brasileira, com a modernização da sociedade, que incluiu a inserção da mulher no mercado de trabalho, o uso de contraceptivos, a redução do tamanho das famílias e a falta de tempo na vida atual vem modificando a relação do cuidado ao idoso, que estava relacionado ao contexto familiar. Em decorrência disso, a institucionalização é um fenômeno irreversível, a qual boa parte da população idosa deverá se submeter, nas próximas décadas, tendo em vista o aumento expressivo dessa população e as mudanças nas relações sociais de gênero, que desobrigaram a mulher do ônus do cuidado dos idosos e enalteceram a figura do cuidador de idosos. Diante dessa realidade, realizamos uma pesquisa qualitativa visando compreender, na vivência de idosos institucionalizados, os significados atribuídos ao bom cuidador, a fim de subsidiar estratégias para a qualidade do cuidado prestado a essa população. O local da pesquisa foi uma Instituição de Longa Permanência de caráter filantrópico, localizado em Natal/RN. Como estratégia metodológica para o acesso às narrativas dos colaboradores, utilizou-se a entrevista narrativa mediada pelo “baú de recordações”, assim como o diário de campo. Para análise e interpretação das narrativas suscitadas, recorremos à Hermenêutica Gadameriana. A partir do diálogo com as narrativas chegamos a três cenas (capítulos): 1)”Envelheci: e agora?” 2)”Estou em um abrigo” e 3) Cuidar é zelar: dialogando sobre o Cuidado e cuidador. Na primeira cena, as idosas trazem os significados de ser idoso, que vão desde a comparação com o ser criança às dores e alegrias, tendo como questão central a autonomia, que pode ser uma alegria quando mantida ou um dor quanto ela está tolhida. E assim a busca pelo envelhecimento ativo foi evidenciado nas vozes das idosas. A segunda cena traz a realidade dos abrigos para as nossas colaboradoras, ressaltando que essa alternativa foi uma decisão do outro, além de trazer os ganhos, como um lugar para se viver e ser cuidado e as perdas, evidenciadas nas dificuldades da relação em um ambiente coletivo com outras idosas. Na última cena, o zelar foi o significado atribuído ao cuidar pelas idosas. Sobre o cuidador, narraram as dificuldades da delimitação do seu lugar profissional, a sobrecarga de trabalho e, por fim, sobre a relação do bom cuidador, descreveram atributos do Cuidado humanizado, integral, presente em suas vivências com seus cuidadores, em uma constante inter-relação dos aspectos instrumentais e os aspectos humanistas, configurando a denominação de Zela-a-dor como aquele que Cuida zelando todas as dores. Espera-se agregar reflexões aos conhecimentos já existentes para que juntos vislumbremos novos scripts, O Zela-a-dor pede mais cenas, mais protagonistas e mais enredo para que possamos fomentar estratégias de Cuidado que (re)conheça o idoso institucionalizado em suas necessidades visando um envelhecimento saudável, ativo e amoroso em uma ILPI.
publishDate 2016
dc.date.issued.fl_str_mv 2016-07-27
dc.date.accessioned.fl_str_mv 2017-02-13T21:10:14Z
dc.date.available.fl_str_mv 2017-02-13T21:10:14Z
dc.type.status.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.type.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/masterThesis
format masterThesis
status_str publishedVersion
dc.identifier.citation.fl_str_mv DIÓGENES, Monique Pimentel. O zela-a-dor: um enredo protagonizado pelo idoso institucionalizado sobre o cuidador. 2016. 195f. Dissertação (Mestrado em Psicologia) - Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2016.
dc.identifier.uri.fl_str_mv https://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/21962
identifier_str_mv DIÓGENES, Monique Pimentel. O zela-a-dor: um enredo protagonizado pelo idoso institucionalizado sobre o cuidador. 2016. 195f. Dissertação (Mestrado em Psicologia) - Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2016.
url https://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/21962
dc.language.iso.fl_str_mv por
language por
dc.rights.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/openAccess
eu_rights_str_mv openAccess
dc.publisher.program.fl_str_mv PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM PSICOLOGIA
dc.publisher.initials.fl_str_mv UFRN
dc.publisher.country.fl_str_mv Brasil
dc.source.none.fl_str_mv reponame:Repositório Institucional da UFRN
instname:Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)
instacron:UFRN
instname_str Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)
instacron_str UFRN
institution UFRN
reponame_str Repositório Institucional da UFRN
collection Repositório Institucional da UFRN
bitstream.url.fl_str_mv https://repositorio.ufrn.br/bitstream/123456789/21962/1/MoniquePimentelDiogenes_DISSERT.pdf
https://repositorio.ufrn.br/bitstream/123456789/21962/4/MoniquePimentelDiogenes_DISSERT.pdf.txt
https://repositorio.ufrn.br/bitstream/123456789/21962/5/MoniquePimentelDiogenes_DISSERT.pdf.jpg
bitstream.checksum.fl_str_mv bf88e09327bd703a3f9d1a3d67b44a59
e1b3616d4d0dc5ac9fbd8df1f2058ec9
f47de490443162ddf43d4af984fd8bf1
bitstream.checksumAlgorithm.fl_str_mv MD5
MD5
MD5
repository.name.fl_str_mv Repositório Institucional da UFRN - Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)
repository.mail.fl_str_mv
_version_ 1802117890278686720