Biologia reprodutiva de Cryptostegia madagascariensis Bojer ex Decne. (Periplocoideae, Apocynaceae), espécie ornamental e exótica no Brasil
Autor(a) principal: | |
---|---|
Data de Publicação: | 2004 |
Outros Autores: | , , |
Tipo de documento: | Artigo |
Idioma: | por |
Título da fonte: | LOCUS Repositório Institucional da UFV |
Texto Completo: | http://dx.doi.org/10.1590/S0006-87052004000300002 http://www.locus.ufv.br/handle/123456789/12684 |
Resumo: | Foram analisados a fenologia reprodutiva, a biologia floral, o sistema reprodutivo e os polinizadores de Cryptostegia madagascariensis em indivíduos cultivados no campus da Universidade Federal de Viçosa, município de Viçosa, Zona da Mata de Minas Gerais. Testaram-se, também, a viabilidade e o vigor de sementes oriundas de frutos abertos naturalmente e a germinação de sementes de frutos ainda fechados, mas com o pericarpo verde-amarelado. C. madagascariensis floresce, principalmente, em novembro e dezembro e os frutos (folículos) podem ser observados durante todo o ano, mas especialmente em janeiro e fevereiro. As flores abrem durante o dia e duram cerca de 24 horas; há protandria, apresentação secundária de pólen e compito intrapistilar, que resulta na produção de folículos gêmeos (dois folículos por flor). É autocompatível, mas a autopolinização espontânea não ocorre devido às características morfológicas. Abelhas devem ser os polinizadores, pois foram os principais insetos observados carregando polinário(s) no aparelho bucal. Em todas as flores analisadas verificou-se que pelo menos um polinário é removido por flor. Entretanto, a baixa frutificação natural (2,7%) indica ser esses insetos eficientes na remoção de polinários, mas pouco eficazes na deposição do pólen removido. Os folículos levam cerca de quatro meses para alcançarem o máximo crescimento (média de 6,44 cm de comprimento, 2,45 cm de altura e 3,4 cm de largura) e 210 dias para abrirem; a média de sementes por folículo é 96,5. As condições ideais para avaliar a qualidade de sementes, de folículos abertos naturalmente, são temperatura de 30ºC constante, sem suplementação de luz, e contagem de germinação aos sete dias. Sementes de folículos ainda fechados apresentaram 93% de germinação, nessas condições. |
id |
UFV_192da8985e7b023cb437cd9a7633ff32 |
---|---|
oai_identifier_str |
oai:locus.ufv.br:123456789/12684 |
network_acronym_str |
UFV |
network_name_str |
LOCUS Repositório Institucional da UFV |
repository_id_str |
2145 |
spelling |
Vieira, Milene FariaLeite, Mauro Sérgio de OliveiraGrossi, José Antonio SaraivaAlvarenga, Eveline Mantovani2017-11-01T11:14:42Z2017-11-01T11:14:42Z2004-05-0416784499http://dx.doi.org/10.1590/S0006-87052004000300002http://www.locus.ufv.br/handle/123456789/12684Foram analisados a fenologia reprodutiva, a biologia floral, o sistema reprodutivo e os polinizadores de Cryptostegia madagascariensis em indivíduos cultivados no campus da Universidade Federal de Viçosa, município de Viçosa, Zona da Mata de Minas Gerais. Testaram-se, também, a viabilidade e o vigor de sementes oriundas de frutos abertos naturalmente e a germinação de sementes de frutos ainda fechados, mas com o pericarpo verde-amarelado. C. madagascariensis floresce, principalmente, em novembro e dezembro e os frutos (folículos) podem ser observados durante todo o ano, mas especialmente em janeiro e fevereiro. As flores abrem durante o dia e duram cerca de 24 horas; há protandria, apresentação secundária de pólen e compito intrapistilar, que resulta na produção de folículos gêmeos (dois folículos por flor). É autocompatível, mas a autopolinização espontânea não ocorre devido às características morfológicas. Abelhas devem ser os polinizadores, pois foram os principais insetos observados carregando polinário(s) no aparelho bucal. Em todas as flores analisadas verificou-se que pelo menos um polinário é removido por flor. Entretanto, a baixa frutificação natural (2,7%) indica ser esses insetos eficientes na remoção de polinários, mas pouco eficazes na deposição do pólen removido. Os folículos levam cerca de quatro meses para alcançarem o máximo crescimento (média de 6,44 cm de comprimento, 2,45 cm de altura e 3,4 cm de largura) e 210 dias para abrirem; a média de sementes por folículo é 96,5. As condições ideais para avaliar a qualidade de sementes, de folículos abertos naturalmente, são temperatura de 30ºC constante, sem suplementação de luz, e contagem de germinação aos sete dias. Sementes de folículos ainda fechados apresentaram 93% de germinação, nessas condições.Reproductive phenology, floral biology, breeding system and pollinators were analyzed on Cryptostegia madagascariensis individuals cultivated at Federal University of Viçosa campus, municipality of Viçosa, Zona da Mata of Minas Gerais State. In addition, seed viability and vigour from naturally opened fruits were tested. Seed germination from yellow-green pericarp closed fruits was also tested. Flowering of C. madagascariensis occurs mainly in November and December. Fruits (follicles) are exhibited during all year, but more frequently in January and February. Flowers open during the day and last about 24 hours. They exhibit protandry, secondary pollen presentation and intragynoecial compitum, which results in the production of twin follicles (two follicles per flower). It is self-compatible, but spontaneous self-pollination does not occur due to morphological characteristics. Bees should be the main pollinators, as they exhibited the pollinarium attached to their mouthparts. At least one pollinarium was removed per flower. However, the low natural fructification (2.7%) rate indicates that these insects are efficient for pollinaria removal, but less efficient for deposition of collected pollen. The follicles take four months to reach the maximum size (average of 6.44 cm length, 2.45 cm height and 3.4 cm width), and 210 days for opening. Each follicle averaged 96.5 seeds. The ideal conditions for seed quality evaluation, from naturally opened follicles, were 30 ºC constant temperature and no supplementary light, and counting occurred at the 7th days. Seeds from closed follicles showed 93% germination under those conditions.porBragantiav.63, n.3, p.325-334, Dec. 2004Biologia floralSistema reprodutivoPolinizaçãoAbelhasGerminação de sementesBiologia reprodutiva de Cryptostegia madagascariensis Bojer ex Decne. (Periplocoideae, Apocynaceae), espécie ornamental e exótica no Brasilinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/articleapplication/pdfinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:LOCUS Repositório Institucional da UFVinstname:Universidade Federal de Viçosa (UFV)instacron:UFVORIGINAL22630.pdf22630.pdfTexto completoapplication/pdf93688https://locus.ufv.br//bitstream/123456789/12684/1/22630.pdfffb22d39570322b8b4e92321b8e1497bMD51LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748https://locus.ufv.br//bitstream/123456789/12684/2/license.txt8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52THUMBNAIL22630.pdf.jpg22630.pdf.jpgIM Thumbnailimage/jpeg4338https://locus.ufv.br//bitstream/123456789/12684/3/22630.pdf.jpg481a7cd2c8c009359bfeaaad298a15b5MD53123456789/126842017-11-01 22:00:38.726oai:locus.ufv.br:123456789/12684Tk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=Repositório InstitucionalPUBhttps://www.locus.ufv.br/oai/requestfabiojreis@ufv.bropendoar:21452017-11-02T01:00:38LOCUS Repositório Institucional da UFV - Universidade Federal de Viçosa (UFV)false |
dc.title.en.fl_str_mv |
Biologia reprodutiva de Cryptostegia madagascariensis Bojer ex Decne. (Periplocoideae, Apocynaceae), espécie ornamental e exótica no Brasil |
title |
Biologia reprodutiva de Cryptostegia madagascariensis Bojer ex Decne. (Periplocoideae, Apocynaceae), espécie ornamental e exótica no Brasil |
spellingShingle |
Biologia reprodutiva de Cryptostegia madagascariensis Bojer ex Decne. (Periplocoideae, Apocynaceae), espécie ornamental e exótica no Brasil Vieira, Milene Faria Biologia floral Sistema reprodutivo Polinização Abelhas Germinação de sementes |
title_short |
Biologia reprodutiva de Cryptostegia madagascariensis Bojer ex Decne. (Periplocoideae, Apocynaceae), espécie ornamental e exótica no Brasil |
title_full |
Biologia reprodutiva de Cryptostegia madagascariensis Bojer ex Decne. (Periplocoideae, Apocynaceae), espécie ornamental e exótica no Brasil |
title_fullStr |
Biologia reprodutiva de Cryptostegia madagascariensis Bojer ex Decne. (Periplocoideae, Apocynaceae), espécie ornamental e exótica no Brasil |
title_full_unstemmed |
Biologia reprodutiva de Cryptostegia madagascariensis Bojer ex Decne. (Periplocoideae, Apocynaceae), espécie ornamental e exótica no Brasil |
title_sort |
Biologia reprodutiva de Cryptostegia madagascariensis Bojer ex Decne. (Periplocoideae, Apocynaceae), espécie ornamental e exótica no Brasil |
author |
Vieira, Milene Faria |
author_facet |
Vieira, Milene Faria Leite, Mauro Sérgio de Oliveira Grossi, José Antonio Saraiva Alvarenga, Eveline Mantovani |
author_role |
author |
author2 |
Leite, Mauro Sérgio de Oliveira Grossi, José Antonio Saraiva Alvarenga, Eveline Mantovani |
author2_role |
author author author |
dc.contributor.author.fl_str_mv |
Vieira, Milene Faria Leite, Mauro Sérgio de Oliveira Grossi, José Antonio Saraiva Alvarenga, Eveline Mantovani |
dc.subject.pt-BR.fl_str_mv |
Biologia floral Sistema reprodutivo Polinização Abelhas Germinação de sementes |
topic |
Biologia floral Sistema reprodutivo Polinização Abelhas Germinação de sementes |
description |
Foram analisados a fenologia reprodutiva, a biologia floral, o sistema reprodutivo e os polinizadores de Cryptostegia madagascariensis em indivíduos cultivados no campus da Universidade Federal de Viçosa, município de Viçosa, Zona da Mata de Minas Gerais. Testaram-se, também, a viabilidade e o vigor de sementes oriundas de frutos abertos naturalmente e a germinação de sementes de frutos ainda fechados, mas com o pericarpo verde-amarelado. C. madagascariensis floresce, principalmente, em novembro e dezembro e os frutos (folículos) podem ser observados durante todo o ano, mas especialmente em janeiro e fevereiro. As flores abrem durante o dia e duram cerca de 24 horas; há protandria, apresentação secundária de pólen e compito intrapistilar, que resulta na produção de folículos gêmeos (dois folículos por flor). É autocompatível, mas a autopolinização espontânea não ocorre devido às características morfológicas. Abelhas devem ser os polinizadores, pois foram os principais insetos observados carregando polinário(s) no aparelho bucal. Em todas as flores analisadas verificou-se que pelo menos um polinário é removido por flor. Entretanto, a baixa frutificação natural (2,7%) indica ser esses insetos eficientes na remoção de polinários, mas pouco eficazes na deposição do pólen removido. Os folículos levam cerca de quatro meses para alcançarem o máximo crescimento (média de 6,44 cm de comprimento, 2,45 cm de altura e 3,4 cm de largura) e 210 dias para abrirem; a média de sementes por folículo é 96,5. As condições ideais para avaliar a qualidade de sementes, de folículos abertos naturalmente, são temperatura de 30ºC constante, sem suplementação de luz, e contagem de germinação aos sete dias. Sementes de folículos ainda fechados apresentaram 93% de germinação, nessas condições. |
publishDate |
2004 |
dc.date.issued.fl_str_mv |
2004-05-04 |
dc.date.accessioned.fl_str_mv |
2017-11-01T11:14:42Z |
dc.date.available.fl_str_mv |
2017-11-01T11:14:42Z |
dc.type.status.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/publishedVersion |
dc.type.driver.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/article |
format |
article |
status_str |
publishedVersion |
dc.identifier.uri.fl_str_mv |
http://dx.doi.org/10.1590/S0006-87052004000300002 http://www.locus.ufv.br/handle/123456789/12684 |
dc.identifier.issn.none.fl_str_mv |
16784499 |
identifier_str_mv |
16784499 |
url |
http://dx.doi.org/10.1590/S0006-87052004000300002 http://www.locus.ufv.br/handle/123456789/12684 |
dc.language.iso.fl_str_mv |
por |
language |
por |
dc.relation.ispartofseries.pt-BR.fl_str_mv |
v.63, n.3, p.325-334, Dec. 2004 |
dc.rights.driver.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/openAccess |
eu_rights_str_mv |
openAccess |
dc.format.none.fl_str_mv |
application/pdf |
dc.publisher.none.fl_str_mv |
Bragantia |
publisher.none.fl_str_mv |
Bragantia |
dc.source.none.fl_str_mv |
reponame:LOCUS Repositório Institucional da UFV instname:Universidade Federal de Viçosa (UFV) instacron:UFV |
instname_str |
Universidade Federal de Viçosa (UFV) |
instacron_str |
UFV |
institution |
UFV |
reponame_str |
LOCUS Repositório Institucional da UFV |
collection |
LOCUS Repositório Institucional da UFV |
bitstream.url.fl_str_mv |
https://locus.ufv.br//bitstream/123456789/12684/1/22630.pdf https://locus.ufv.br//bitstream/123456789/12684/2/license.txt https://locus.ufv.br//bitstream/123456789/12684/3/22630.pdf.jpg |
bitstream.checksum.fl_str_mv |
ffb22d39570322b8b4e92321b8e1497b 8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33 481a7cd2c8c009359bfeaaad298a15b5 |
bitstream.checksumAlgorithm.fl_str_mv |
MD5 MD5 MD5 |
repository.name.fl_str_mv |
LOCUS Repositório Institucional da UFV - Universidade Federal de Viçosa (UFV) |
repository.mail.fl_str_mv |
fabiojreis@ufv.br |
_version_ |
1801212921242451968 |