Indução floral de limeiras ácidas ‘Tahiti’ submetidas a baixas temperaturas
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Data de Publicação: | 2011 |
Outros Autores: | , |
Tipo de documento: | Artigo |
Idioma: | por |
Título da fonte: | LOCUS Repositório Institucional da UFV |
Texto Completo: | http://dx.doi.org/10.1590/S0103-84782011000300006 http://www.locus.ufv.br/handle/123456789/24861 |
Resumo: | Este trabalho foi realizado com o objetivo de quantificar a necessidade de acúmulo de horas de frio para a floração da limeira ácida ‘Tahiti’, sem a aplicação de deficiência hídrica, além de avaliar as trocas gasosas e fluorescência da clorofila a em condições de baixa temperatura e baixa luminosidade. O experimento foi conduzido em Viçosa- MG, Brasil, com plantas de limeira ácida ‘Tahiti’, enxertadas sobre limoeiro ‘Cravo’, cultivadas em vasos de 12 litros. O delineamento utilizado foi o inteiramente casualizado, com sete tratamentos e quatro repetições, com uma planta por parcela. A partir do dia 01/02/2008 até o dia 30/04/2008, quatro plantas foram retiradas da câmara de crescimento (CC) (temperatura: 16/12o C (dia/noite); umidade relativa: 70%; fotoperíodo: 10 horas; densidade de fluxo de fótons fotossintéticos: 100μmol m -2 s -1 ) a cada 15 dias e levadas para a casa de vegetação (CV) sem controle ambiental, totalizando sete datas de transferência. A exposição de plantas a baixas temperaturas, sob condições controladas não causou alterações significativas nas características de fluorescência da clorofila a, mas causou redução de 80% nas trocas gasosas. Entretanto, essa redução não prejudicou a floração das plantas. As plantas expostas a condições não indutoras apenas emitiram brotações vegetativas, enquanto aquelas submetidas a baixas temperaturas, quanto maior foi o tempo de exposição, maior foi o número de flores emitidas. |
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Indução floral de limeiras ácidas ‘Tahiti’ submetidas a baixas temperaturasFloraçãoCitrus latifolia tanakaAmbiente controladoControlled environmentFloweringEste trabalho foi realizado com o objetivo de quantificar a necessidade de acúmulo de horas de frio para a floração da limeira ácida ‘Tahiti’, sem a aplicação de deficiência hídrica, além de avaliar as trocas gasosas e fluorescência da clorofila a em condições de baixa temperatura e baixa luminosidade. O experimento foi conduzido em Viçosa- MG, Brasil, com plantas de limeira ácida ‘Tahiti’, enxertadas sobre limoeiro ‘Cravo’, cultivadas em vasos de 12 litros. O delineamento utilizado foi o inteiramente casualizado, com sete tratamentos e quatro repetições, com uma planta por parcela. A partir do dia 01/02/2008 até o dia 30/04/2008, quatro plantas foram retiradas da câmara de crescimento (CC) (temperatura: 16/12o C (dia/noite); umidade relativa: 70%; fotoperíodo: 10 horas; densidade de fluxo de fótons fotossintéticos: 100μmol m -2 s -1 ) a cada 15 dias e levadas para a casa de vegetação (CV) sem controle ambiental, totalizando sete datas de transferência. A exposição de plantas a baixas temperaturas, sob condições controladas não causou alterações significativas nas características de fluorescência da clorofila a, mas causou redução de 80% nas trocas gasosas. Entretanto, essa redução não prejudicou a floração das plantas. As plantas expostas a condições não indutoras apenas emitiram brotações vegetativas, enquanto aquelas submetidas a baixas temperaturas, quanto maior foi o tempo de exposição, maior foi o número de flores emitidas.The research was realized to quantify the need for accumulation hours under low temperatures to the acid lime ‘Tahiti’ flowering, without water application and beyond evaluating gas exchange and chlorophyll a fluorescence under low temperature and light. The experiment was conducted in Viçosa-MG, Brazil, with plants from acid lime ‘Tahiti’ grafted on Rangpur lime grown in pots of 12 liters. The design was completely randomized with seven treatments and four replicates with one plant per plot. From 02/01/2008 until 04/30/2008, four plants were taken from each growth chamber (CC) (temperatures: 16/12oC (day/night); air humidity: 70%; photoperiod: 10 hours; photosynthetic photon flux density: 100μmol m -2 s -1 ) to 15 days and taken to a greenhouse (CV) without environmental control, totaling seven dates of transfer. Exposure of plants to low temperatures, under controlled conditions, does not cause significant changes in the characteristics of chlorophyll a fluorescence, but caused 80% of reduction in gas exchange. This reduction does not hurt the flowering plants. Plants exposed to no-induced conditions only issued vegetative shoots, while those submitted to lower temperatures, the greater was the exposure time, the greater was the number of flowers sent.Ciência Rural2019-04-30T14:28:33Z2019-04-30T14:28:33Z2011-03info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/articlepdfapplication/pdf1678-4596http://dx.doi.org/10.1590/S0103-84782011000300006http://www.locus.ufv.br/handle/123456789/24861porv. 41, n. 3, p. 397-403, mar. 2011Santos, Dierlei dosSiqueira, Dalmo Lopes deCecon, Paulo Robertoinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:LOCUS Repositório Institucional da UFVinstname:Universidade Federal de Viçosa (UFV)instacron:UFV2024-07-12T06:53:55Zoai:locus.ufv.br:123456789/24861Repositório InstitucionalPUBhttps://www.locus.ufv.br/oai/requestfabiojreis@ufv.bropendoar:21452024-07-12T06:53:55LOCUS Repositório Institucional da UFV - Universidade Federal de Viçosa (UFV)false |
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Este trabalho foi realizado com o objetivo de quantificar a necessidade de acúmulo de horas de frio para a floração da limeira ácida ‘Tahiti’, sem a aplicação de deficiência hídrica, além de avaliar as trocas gasosas e fluorescência da clorofila a em condições de baixa temperatura e baixa luminosidade. O experimento foi conduzido em Viçosa- MG, Brasil, com plantas de limeira ácida ‘Tahiti’, enxertadas sobre limoeiro ‘Cravo’, cultivadas em vasos de 12 litros. O delineamento utilizado foi o inteiramente casualizado, com sete tratamentos e quatro repetições, com uma planta por parcela. A partir do dia 01/02/2008 até o dia 30/04/2008, quatro plantas foram retiradas da câmara de crescimento (CC) (temperatura: 16/12o C (dia/noite); umidade relativa: 70%; fotoperíodo: 10 horas; densidade de fluxo de fótons fotossintéticos: 100μmol m -2 s -1 ) a cada 15 dias e levadas para a casa de vegetação (CV) sem controle ambiental, totalizando sete datas de transferência. A exposição de plantas a baixas temperaturas, sob condições controladas não causou alterações significativas nas características de fluorescência da clorofila a, mas causou redução de 80% nas trocas gasosas. Entretanto, essa redução não prejudicou a floração das plantas. As plantas expostas a condições não indutoras apenas emitiram brotações vegetativas, enquanto aquelas submetidas a baixas temperaturas, quanto maior foi o tempo de exposição, maior foi o número de flores emitidas. |
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