Levantamento floristico e fitossociologico de fragmentos de Cerrado do Instituto Florestal no Município de Araraquara-SP
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Data de Publicação: | 2018 |
Outros Autores: | , , , , , |
Tipo de documento: | Artigo |
Idioma: | por |
Título da fonte: | Revista Brasileira Multidisciplinar |
DOI: | 10.25061/2527-2675/ReBraM/2018.v21i3.643 |
Texto Completo: | http://revistarebram.com/index.php/revistauniara/article/view/643 |
Resumo: | O bioma Cerrado apresenta múltiplas fisionomias em sua vegetação, ocupando aproximadamente 25% do território brasileiro. Devido às ações antrópicas, a vegetação sofreu uma grande devastação e necessita ser preservada, por possuir importância tanto ambiental quanto econômica e social. Este trabalho teve como objetivo realizar o levantamento florístico e fitossociológico de fragmentos de Cerrado do Instituto Florestal, no Município de Araraquara, para compreender a dinâmica da comunidade vegetal de modo a oferecer subsídios para conservação, manejo e preservação do Cerrado. A metodologia utilizada no levantamento da flora foi uma adaptação do “levantamento rápido (LR) ” para amostragem da vegetação arbórea e, para o estudo fitossociológico, foi adotado o método de parcelas. Foram identificadas 44 espécies pertencentes a 26 famílias sendo uma delas invasora, Anadenanthera pavonina, e três consideradas vulneráveis à extinção: Aspidosperma macrocarpon, Bowdichia virgilioides e Myroxylom peruiferum. De acordo com o grupo sucessional 40,91% das espécies são secundárias iniciais, 38,64% secundárias tardias e 18,18% pioneiras, e ainda, 59,09% são zoocóricas, 22,73% anemocóricas e 18,18% autocóricas. Baixa diversidade de espécies foi constata nos fragmentos da área estudada e, as espécies de maior representatividade e riqueza florística foram Siparuna guianensis e Virola sebifera. A similaridade entre os fragmentos é alta, mas ao analisar as parcelas, através da dissimilaridade, observou-se que a riqueza florística se concentra em apenas três parcelas. Como subsídio para conservação, preservação e manejo sugere-se a implantação de programas de Educação Ambiental, criação de Unidades de Conservação e programas do governo para recuperar áreas degradadas, como é o caso do Programa de Regularização Ambiental (PRA). |
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