ANÁLISE DA QUALIDADE DE VIDA SEGUNDO O QUESTIONÁRIO SF-36 DE PACIENTES SOROPOSITIVAS E SORONEGATIVAS EM DOIS AMBULATÓRIOS DO MUNICÍPIO DE ARACAJU

Detalhes bibliográficos
Autor(a) principal: Bezerra, Mauro Muniz
Data de Publicação: 2015
Outros Autores: Garcia, Fernando Henrique Motta, Cruz, Mário Augusto Ferreira, Cruz, Josilda Ferreira
Tipo de documento: Artigo
Idioma: por
Título da fonte: Interfaces Científicas. Saúde e Ambiente (Online)
Texto Completo: https://periodicos.set.edu.br/saude/article/view/2403
Resumo: A utilização de terapia antiretroviral eficaz para os pacientes HIV-positivos atrasou o aparecimento da AIDS e aumentou a expectativa de vida e o bem-estar dessas pessoas.  Apesar disso, os pacientes soropositivos ainda experimentam estresse psicológico resultante do medo da AIDS, e ao estigma associado à doença, bem como discriminação, o que acaba afetando as diferentes dimensões da sua saúde e qualidade de vida. Desse modo, o estudo objetivou comparar a qualidade de vida de pacientes soropositivas com a de pacientes soronegativas. Trata-se de um estudo de corte transversal realizado em dois ambulatórios públicos do município de Aracaju, que contou com 30 pacientes soropositivas e 30 pacientes soronegativas com idade entre 18 e 50 anos. Foi aplicado o questionário SF-36 e questionário sociodemográfico. Análise estatística realizada pelo programa SPSS versão 20.0. Foram avaliadas 60 mulheres, sendo 30 soropositivas e 30 soronegativas. A média de idade das soropositivas foi de 32,87 (DP 8,14) e das soronegativas de 34,87 (DP 9,54). Dos 8 domínios analisados pelo SF-36, o grupo das mulheres soropositivas obteve um escore inferior em 5 deles, sendo os piores escores em estado geral e saúde mental, entretanto, essas diferenças não foram estatisticamente significativas. O escore médio, considerando-se todos os domínios, nas pacientes soropositivas foi de 64,82, e nas soronegativas 69,85, mas não obteve significância estatística (p=0,379). O estudo encontrou uma média geral dos domínios superior a outros estudos e não apresentou diferença estatisticamente significativa entre a qualidade de vida de mulheres soropositivas e soronegativas.
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