Avaliação da lordose lombar e sua relação com a dor lombopélvica em gestantes
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Data de Publicação: | 2012 |
Outros Autores: | , , |
Tipo de documento: | Artigo |
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Título da fonte: | Fisioterapia e Pesquisa |
Texto Completo: | https://www.revistas.usp.br/fpusp/article/view/45557 |
Resumo: | O objetivo deste trabalho foi avaliar a magnitude da lordose lombar, sua influência na dor lombopélvica e a qualidade de vida em gestantes. Para tal, foi realizado um estudo com 20 mulheres não gestantes (C) e 13 gestantes ao longo dos trimestres gestacionais (G1, G2 e G3). Todas as mulheres foram submetidas à avaliação inicial para registro dos dados pessoais, hábitos de vida, antecedentes pessoais, uso de medicamentos, história ginecológica e obstétrica. Posteriormente, as voluntárias do grupo controle foram avaliadas uma vez e as gestantes foram avaliadas em três momentos distintos, no 10, 20 e 30 trimestres gestacionais. A avaliação do grau de lordose lombar foi realizada por meio de técnica fotogramétrica; a avaliação de locais de dor, o tipo de dor e sua intensidade foram feitas por meio do Questionário McGill de dor; e a avaliação da qualidade de vida foi feita pelo Questionário WHOQOL-bref. Neste trabalho, não foi possível observar padrão de alteração da curvatura lombar no decorrer da gestação. Também não foi observada relação entre a curvatura lombar e a dor lombopélvica relacionada à gestação. |
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Avaliação da lordose lombar e sua relação com a dor lombopélvica em gestantesEvaluation of lumbar lordosis and its relation to the lumbopelvic pain in pregnantsgravidezcurvaturas da coluna vertebraldor lombarpregnancyspinal curvatureslow back painO objetivo deste trabalho foi avaliar a magnitude da lordose lombar, sua influência na dor lombopélvica e a qualidade de vida em gestantes. Para tal, foi realizado um estudo com 20 mulheres não gestantes (C) e 13 gestantes ao longo dos trimestres gestacionais (G1, G2 e G3). Todas as mulheres foram submetidas à avaliação inicial para registro dos dados pessoais, hábitos de vida, antecedentes pessoais, uso de medicamentos, história ginecológica e obstétrica. Posteriormente, as voluntárias do grupo controle foram avaliadas uma vez e as gestantes foram avaliadas em três momentos distintos, no 10, 20 e 30 trimestres gestacionais. A avaliação do grau de lordose lombar foi realizada por meio de técnica fotogramétrica; a avaliação de locais de dor, o tipo de dor e sua intensidade foram feitas por meio do Questionário McGill de dor; e a avaliação da qualidade de vida foi feita pelo Questionário WHOQOL-bref. Neste trabalho, não foi possível observar padrão de alteração da curvatura lombar no decorrer da gestação. Também não foi observada relação entre a curvatura lombar e a dor lombopélvica relacionada à gestação.The purpose of this study was to evaluate the magnitude of lumbar lordosis, its influence on lumbopelvic pain and quality of life in pregnant women. To this end, a study was done with 20 non-pregnant women (C) and 13 pregnant women during the trimesters of pregnancy (G1, G2 and G3). All women underwent initial assessment for registration of personal data, lifestyle, personal history, medications, gynecological and obstetric history. Later, the volunteers in the control group were evaluated once and pregnant women were evaluated at three different times, the first, second and third trimesters of pregnancy. The evaluation of the degree of lumbar lordosis was performed by a photogrammetric technique. The assessment of points/places of pain, the kind of pain and its intensity were made by McGill Pain Questionnaire, and the quality of life assessment was made by WHOQOL-bref. In this study, it was not possible to observe a pattern of change in lumbar curvature during pregnancy. There was also no relationship between lumbar curvature and lumbopelvic pain related to pregnancy.Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina2012-06-01info:eu-repo/semantics/articleinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionapplication/pdfhttps://www.revistas.usp.br/fpusp/article/view/4555710.1590/S1809-29502012000200007Fisioterapia e Pesquisa; v. 19 n. 2 (2012); 128-134Fisioterapia e Pesquisa; Vol. 19 No. 2 (2012); 128-134Fisioterapia e Pesquisa; Vol. 19 Núm. 2 (2012); 128-1342316-91171809-2950reponame:Fisioterapia e Pesquisainstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPporhttps://www.revistas.usp.br/fpusp/article/view/45557/49166Copyright (c) 2017 Fisioterapia e Pesquisainfo:eu-repo/semantics/openAccessFirmento, Beatriz da SilvaMoccellin, Ana SilviaAlbino, Maria Alice SeghessiDriusso, Patricia2012-10-04T20:57:53Zoai:revistas.usp.br:article/45557Revistahttp://www.revistas.usp.br/fpuspPUBhttps://www.revistas.usp.br/fpusp/oai||revfisio@usp.br2316-91171809-2950opendoar:2012-10-04T20:57:53Fisioterapia e Pesquisa - Universidade de São Paulo (USP)false |
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