Escores Prognósticos de Mortalidade na Cirurgia Cardíaca para Endocardite Infecciosa
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Data de Publicação: | 2020 |
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Tipo de documento: | Artigo |
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Título da fonte: | Repositório Institucional da FIOCRUZ (ARCA) |
Texto Completo: | https://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/41683 |
Resumo: | O artigo de Pivatto F Jr et al., nos permite discutir a importante questão dos escores prognósticos em pacientes submetidos à cirurgia cardíaca para endocardite infecciosa (EI). O Euroscore I, publicado em 1999, avaliou 19.030 pacientes submetidos à cirurgia cardíaca em 8 países da Europa, estudando 97 fatores de risco para óbito, dentre os quais foram selecionados aqueles que significativamente afetaram o prognóstico cirúrgico. O Euroscore II, publicado em 2012, teve como objetivo atualizar o primeiro modelo, avaliando 22.381 pacientes de 43 países do mundo, incluindo locais fora da Europa, para criar um escore mais confiável, incorporando novas variáveis e ajustando outras. No escore da Society of Thoracic Surgeons–Infective Endocarditis (STS-IE), os números variam de 0 a 110 pontos e, de acordo com esse modelo, um paciente com 35 pontos teria um risco operatório de pelo menos 10% de mortalidade. Embora apenas pacientes com EI tenham sido estudados, esse foi um registro voluntário exclusivamente de hospitais americanos. Características importantes da EI, como microbiologia, discriminação entre válvulas nativas e próteses e presença de complicações intracardíacas (abscesso, fístula) não foram analisadas.Vários grupos estão em busca de um escore adequado para prever a mortalidade em pacientes operados por EI. O Euroscore I e II, amplamente utilizados, e o STS-IE, foram estudados comparativamente aos novos escores propostos, alguns dos quais incluíram partes do Euroscore. Acreditamos que um estudo multinacional no Brasil seria de suma importância, com maior número de pacientes, para propor e validar um escore, uma vez que os pacientes com EI em nosso país diferem drasticamente daqueles dos países da América do Norte ou da Europa. |
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Martins, Alexandre Bahia BarreirasLamas, Cristiane da Cruz2020-06-16T23:01:58Z2020-06-16T23:01:58Z2020MARTINS, Alexandre Bahia Barreiras; LAMAS, Cristiane da Cruz. Escores Prognósticos de Mortalidade na Cirurgia Cardíaca para Endocardite Infecciosa. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 114, n. 3, p. 525-529, 2020.0066-782Xhttps://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/4168310.36660/abc.20200070O artigo de Pivatto F Jr et al., nos permite discutir a importante questão dos escores prognósticos em pacientes submetidos à cirurgia cardíaca para endocardite infecciosa (EI). O Euroscore I, publicado em 1999, avaliou 19.030 pacientes submetidos à cirurgia cardíaca em 8 países da Europa, estudando 97 fatores de risco para óbito, dentre os quais foram selecionados aqueles que significativamente afetaram o prognóstico cirúrgico. O Euroscore II, publicado em 2012, teve como objetivo atualizar o primeiro modelo, avaliando 22.381 pacientes de 43 países do mundo, incluindo locais fora da Europa, para criar um escore mais confiável, incorporando novas variáveis e ajustando outras. No escore da Society of Thoracic Surgeons–Infective Endocarditis (STS-IE), os números variam de 0 a 110 pontos e, de acordo com esse modelo, um paciente com 35 pontos teria um risco operatório de pelo menos 10% de mortalidade. Embora apenas pacientes com EI tenham sido estudados, esse foi um registro voluntário exclusivamente de hospitais americanos. Características importantes da EI, como microbiologia, discriminação entre válvulas nativas e próteses e presença de complicações intracardíacas (abscesso, fístula) não foram analisadas.Vários grupos estão em busca de um escore adequado para prever a mortalidade em pacientes operados por EI. O Euroscore I e II, amplamente utilizados, e o STS-IE, foram estudados comparativamente aos novos escores propostos, alguns dos quais incluíram partes do Euroscore. Acreditamos que um estudo multinacional no Brasil seria de suma importância, com maior número de pacientes, para propor e validar um escore, uma vez que os pacientes com EI em nosso país diferem drasticamente daqueles dos países da América do Norte ou da Europa.The article by Pivatto F Jr et al. allows us to discuss the important issue of prognostic scores in patients who have cardiac surgery for infective endocarditis (IE). Euroscore I, published in 1999, evaluated 19,030 patients submitted to cardiac surgery in 8 countries in Europe, studying 97 risk factors for death, and among those, the ones that significantly affected surgical prognosis were selected. Euroscore II, published in 2012, had the goal of updating the first model by evaluating 22,381 patients from 43 countries in the world, including sites outside Europe, so as to create a more reliable score, incorporating new variables and adjusting others. In the Society of Thoracic Surgeons–Infective Endocarditis (STS-IE) score, numbers vary from 0-110 points and, according to this model, a patient with 35 points would have an operative risk of at least 10% mortality. Although only patients with IE were studied, this was a voluntary registry of American hospitals only. Important features of IE, such as microbiology, the discrimination between native and prosthetic valves and the presence of intracardiac complications (abscess, fistula) were not analyzed. Several groups are in search of an adequate score to predict mortality in patients operated for IE. The widely used Euroscore I and II, and the STS-IE have been studied comparatively to the new proposed scores, some of which have included parts of Euroscore to them. We believe a multinational study in Brazil would be of paramount importance, with a greater number of patients, to propose and validate a score, since patients with IE in our country dramatically differ from those in North American or European countries.Clínica São Vicente da Gávea. Unidade Cardiointensiva. Rio de Janeiro, RJ, Brasil.Fundação Oswaldo Cruz. Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas. Centro Hospitalar. Rio de Janeiro, RJ, Brasil / Instituto Nacional de Cardiologia. Coordenação de Ensino e Pesquisa. Rio de Janeiro, RJ, Brasil / Universidade do Grande Rio. Escola de Ciências da Saúde. Rio de Janeiro, RJ, Brasil.porSociedade Brasileira de Cardiologia (SBC)Endocardite/cirurgiaMortalidade HospitalarCirurgia Cardíaca/mortalidadePrognósticoIndicadoresEndocarditis/surgeryHospital MortalityCardiac Surgery/mortalidadePrognosisScoresEscores Prognósticos de Mortalidade na Cirurgia Cardíaca para Endocardite InfecciosaPrognostic Scores for Mortality in Cardiac Surgery for Infective Endocarditisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/articleinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da FIOCRUZ (ARCA)instname:Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ)instacron:FIOCRUZLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-82991https://www.arca.fiocruz.br/bitstream/icict/41683/1/license.txt5a560609d32a3863062d77ff32785d58MD51ORIGINALPrognostic scores_Cristiane_Lamas_etal_INI_2020.pdfPrognostic scores_Cristiane_Lamas_etal_INI_2020.pdfArtigo em 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