A INFLEXÃO ANTROPOLÓGICA DA SOFÍSTICA NOS ALBORES DA FILOSOFIA DO DIREITO E DO ESTADO

Detalhes bibliográficos
Autor(a) principal: Magalhães Bambirra, Felipe
Data de Publicação: 2010
Tipo de documento: Artigo
Idioma: por
Título da fonte: Meritum (Belo Horizonte. Online)
Texto Completo: http://revista.fumec.br/index.php/meritum/article/view/892
Resumo: A Filosofia surgiu na Grécia, e Thales de Mileto é comumente considerado o primeiro filósofo. Nessa fase inicial, a Filosofia ocupou-se, sobretudo, da contemplação do kosmos e da physis, e a reflexão sobre o humano ainda não era priorizada ou pensada de forma autônoma. A transição ocorreu com os últimos pré-socráticos, a exemplo de Demócrito de Abdera e Diógenes de Apolônia, e concretizou-se na polêmica havida entre Sócrates e os sofistas. Apesar de marginalizados ao longo da história, os sofistas foram essenciais ao desenvolvimento da Filosofia e da Filosofia do Direito, uma vez que centralizaram suas preocupações nas ações humanas, especialmente na política, na retórica e no conhecimento. Prestando tributo à importância da Sofística na contemporaneidade, busca-se compreender, neste artigo, com base na cisão introduzida pelos sofistas no logos grego – cosmológico e unitário – dividido, então, entre physis e nomos, a contribuição legada ao Ocidente nos albores da Filosofia do Direito e do Estado.
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