Denúncia e retratação na perspectiva do empoderamento feminino
Autor(a) principal: | |
---|---|
Data de Publicação: | 2018 |
Outros Autores: | |
Tipo de documento: | Artigo |
Idioma: | por |
Título da fonte: | Juris (Rio Grande. Online) |
Texto Completo: | https://periodicos.furg.br/juris/article/view/8588 |
Resumo: | A Lei Maria da Penha, para a equiparação das relações de poder, trouxe uma nova política criminal para garantir o acesso à justiça a mulheres que se encontram em situação de vulnerabilidade. Como meio de acesso, há a denúncia enquanto instrumento de exteriorização da violência e símbolo de exercício do poder e de outro lado se tem a retratação da representação. A partir de então se discute a problemática da representação e se questiona o seu significado como empoderamento feminino ou hipossuficiência, que pode significar emancipação ou falta de poder. Assim, por meio do método dedutivo se demonstra a impossibilidade de conclusão em abstrato da temática, pois existe a possibilidade de retratação da representação pode ser entendida como conquista de emancipação e igualdade material, e, por outro lado, ser interpretada como posição de submissão e falta de poder. Enfim, o caso concreto definirá dentre as duas hipóteses. |
id |
FURG-4_e422656d8f3728a96b8fbcca0520a8d9 |
---|---|
oai_identifier_str |
oai:ojs.periodicos.furg.br:article/8588 |
network_acronym_str |
FURG-4 |
network_name_str |
Juris (Rio Grande. Online) |
repository_id_str |
|
spelling |
Denúncia e retratação na perspectiva do empoderamento femininoDenúnciaEmpoderamento FemininoGêneroRetrataçãoLei Maria da PenhaA Lei Maria da Penha, para a equiparação das relações de poder, trouxe uma nova política criminal para garantir o acesso à justiça a mulheres que se encontram em situação de vulnerabilidade. Como meio de acesso, há a denúncia enquanto instrumento de exteriorização da violência e símbolo de exercício do poder e de outro lado se tem a retratação da representação. A partir de então se discute a problemática da representação e se questiona o seu significado como empoderamento feminino ou hipossuficiência, que pode significar emancipação ou falta de poder. Assim, por meio do método dedutivo se demonstra a impossibilidade de conclusão em abstrato da temática, pois existe a possibilidade de retratação da representação pode ser entendida como conquista de emancipação e igualdade material, e, por outro lado, ser interpretada como posição de submissão e falta de poder. Enfim, o caso concreto definirá dentre as duas hipóteses.Universidade Federal do Rio Grande2018-12-21info:eu-repo/semantics/articleinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionapplication/pdfhttps://periodicos.furg.br/juris/article/view/858810.14295/juris.v28i2.8588JURIS - Faculty of Law Journal; Vol. 28 No. 2 (2018); 167-182JURIS - Revista de la Facultad de Derecho; Vol. 28 Núm. 2 (2018); 167-182JURIS - Revista da Faculdade de Direito; v. 28 n. 2 (2018); 167-1822447-38551413-3571reponame:Juris (Rio Grande. Online)instname:Universidade Federal do Rio Grande (FURG)instacron:FURGporhttps://periodicos.furg.br/juris/article/view/8588/5592Copyright (c) 2018 JURIS - Revista da Faculdade de Direitoinfo:eu-repo/semantics/openAccessFaria, Josiane PetryKaesemodel, Sérgio Augusto2018-12-21T11:45:55Zoai:ojs.periodicos.furg.br:article/8588Revistahttp://www.seer.furg.br/juris/indexPUBhttps://seer.furg.br/juris/oaijrcc.pel@gmail.com||revistajuris.furg@gmail.com||juris@furg.br2447-38551413-3571opendoar:2018-12-21T11:45:55Juris (Rio Grande. Online) - Universidade Federal do Rio Grande (FURG)false |
dc.title.none.fl_str_mv |
Denúncia e retratação na perspectiva do empoderamento feminino |
title |
Denúncia e retratação na perspectiva do empoderamento feminino |
spellingShingle |
Denúncia e retratação na perspectiva do empoderamento feminino Faria, Josiane Petry Denúncia Empoderamento Feminino Gênero Retratação Lei Maria da Penha |
title_short |
Denúncia e retratação na perspectiva do empoderamento feminino |
title_full |
Denúncia e retratação na perspectiva do empoderamento feminino |
title_fullStr |
Denúncia e retratação na perspectiva do empoderamento feminino |
title_full_unstemmed |
Denúncia e retratação na perspectiva do empoderamento feminino |
title_sort |
Denúncia e retratação na perspectiva do empoderamento feminino |
author |
Faria, Josiane Petry |
author_facet |
Faria, Josiane Petry Kaesemodel, Sérgio Augusto |
author_role |
author |
author2 |
Kaesemodel, Sérgio Augusto |
author2_role |
author |
dc.contributor.author.fl_str_mv |
Faria, Josiane Petry Kaesemodel, Sérgio Augusto |
dc.subject.por.fl_str_mv |
Denúncia Empoderamento Feminino Gênero Retratação Lei Maria da Penha |
topic |
Denúncia Empoderamento Feminino Gênero Retratação Lei Maria da Penha |
description |
A Lei Maria da Penha, para a equiparação das relações de poder, trouxe uma nova política criminal para garantir o acesso à justiça a mulheres que se encontram em situação de vulnerabilidade. Como meio de acesso, há a denúncia enquanto instrumento de exteriorização da violência e símbolo de exercício do poder e de outro lado se tem a retratação da representação. A partir de então se discute a problemática da representação e se questiona o seu significado como empoderamento feminino ou hipossuficiência, que pode significar emancipação ou falta de poder. Assim, por meio do método dedutivo se demonstra a impossibilidade de conclusão em abstrato da temática, pois existe a possibilidade de retratação da representação pode ser entendida como conquista de emancipação e igualdade material, e, por outro lado, ser interpretada como posição de submissão e falta de poder. Enfim, o caso concreto definirá dentre as duas hipóteses. |
publishDate |
2018 |
dc.date.none.fl_str_mv |
2018-12-21 |
dc.type.driver.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/article info:eu-repo/semantics/publishedVersion |
format |
article |
status_str |
publishedVersion |
dc.identifier.uri.fl_str_mv |
https://periodicos.furg.br/juris/article/view/8588 10.14295/juris.v28i2.8588 |
url |
https://periodicos.furg.br/juris/article/view/8588 |
identifier_str_mv |
10.14295/juris.v28i2.8588 |
dc.language.iso.fl_str_mv |
por |
language |
por |
dc.relation.none.fl_str_mv |
https://periodicos.furg.br/juris/article/view/8588/5592 |
dc.rights.driver.fl_str_mv |
Copyright (c) 2018 JURIS - Revista da Faculdade de Direito info:eu-repo/semantics/openAccess |
rights_invalid_str_mv |
Copyright (c) 2018 JURIS - Revista da Faculdade de Direito |
eu_rights_str_mv |
openAccess |
dc.format.none.fl_str_mv |
application/pdf |
dc.publisher.none.fl_str_mv |
Universidade Federal do Rio Grande |
publisher.none.fl_str_mv |
Universidade Federal do Rio Grande |
dc.source.none.fl_str_mv |
JURIS - Faculty of Law Journal; Vol. 28 No. 2 (2018); 167-182 JURIS - Revista de la Facultad de Derecho; Vol. 28 Núm. 2 (2018); 167-182 JURIS - Revista da Faculdade de Direito; v. 28 n. 2 (2018); 167-182 2447-3855 1413-3571 reponame:Juris (Rio Grande. Online) instname:Universidade Federal do Rio Grande (FURG) instacron:FURG |
instname_str |
Universidade Federal do Rio Grande (FURG) |
instacron_str |
FURG |
institution |
FURG |
reponame_str |
Juris (Rio Grande. Online) |
collection |
Juris (Rio Grande. Online) |
repository.name.fl_str_mv |
Juris (Rio Grande. Online) - Universidade Federal do Rio Grande (FURG) |
repository.mail.fl_str_mv |
jrcc.pel@gmail.com||revistajuris.furg@gmail.com||juris@furg.br |
_version_ |
1808842656127647744 |