Produção de Açúcares para Bioetanol a partir da Palha de Milho de Fitorremediação de Solos
Autor(a) principal: | |
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Data de Publicação: | 2020 |
Tipo de documento: | Dissertação |
Idioma: | por |
Título da fonte: | Repositório Científico de Acesso Aberto de Portugal (Repositórios Cientìficos) |
Texto Completo: | http://hdl.handle.net/10400.22/17041 |
Resumo: | O uso intensivo de combustíveis fósseis tem levantado desafios ambientais, económicos e sociais, tais como o agravamento do aquecimento global e a escassez de reservas de petróleo bruto, o que provoca a necessidade de utilização de recursos mais sustentáveis. A biomassa é uma fonte viável para a produção de biocombustíveis e outros bioprodutos, como o bioetanol, que é visto como o biocombustível mais promissor para o futuro. A biomassa lignocelulósica, como a palha de milho, é uma matéria-prima interessante para a produção de etanol, visto que é globalmente abundante e não compete para uso do solo com outras culturas alimentares. Outra problemática corrente é o aumento de poluentes orgânicos e metais pesados no solo, derivados do rápido crescimento económico e industrial, que têm de ser tratados. A planta do milho apresenta propriedades fitorremediativas, tais como a fitoacumulação de metais pesados. O resíduo da palha de milho proveniente da fitorremediação de metais pesados em solos, é uma fonte interessante e potencialmente sustentável para a produção de etanol lignocelulósico, valorizando um resíduo que de outra forma seria descartado. Assim, este trabalho tem como objetivo avaliar a possibilidade de valorização de uma biomassa lignocelulósica (palha de milho) resultante da fitorremediação de um solo contaminado com metais pesados como o zinco (Zn) e o cádmio (Cd), através da obtenção de açúcares para produção de bioetanol. O processo de produção de bioetanol lignocelulósico requer pré-tratamento da biomassa para uma produção eficiente. O pré-tratamento com ácido diluído aplicado antes da hidrólise enzimática tem sido uma das alternativas mais usadas. Este estudo focou-se na otimização das etapas de pré-tratamento com ácido diluído e de hidrólise enzimática, aplicados a caules de milho colhidos num solo de controlo e em solos contaminados com metais pesados (de fitorremediação), avaliando o efeito dos metais no processo geral. A otimização do pré-tratamento foi feita usando 3,3 g de biomassa e 50 mL de solução de HCl ou de HNO3, a 60 rpm, variando 3 parâmetros, de acordo com um Central Composite Design (CCD) ortogonal, com 3 pontos centrais: temperatura (63,2, 70,0, 80,0, 90,0 e 96,8 °C), tempo de reação (5, 80, 190, 300 e 375 min) e concentração de ácido (1,0, 2,0, 3,5, 5,0 e 6,0% v/v). Devido à avaria do equipamento HPLC, os resultados do pré-tratamento com ácido diluído não puderam ser avaliados, pelo que foi decidido que as condições de pré-tratamento empregues antes da hidrólise enzimática seriam 6,6 g de palha de milho + 100 mL de solução de HCl a 3,5% v/v, a uma temperatura de 80 °C, durante 360 min, com 60 rpm de agitação. Para a otimização da hidrólise enzimática, foram consideradas 3 variáveis, segundo um CCD ortogonal, com 3 pontos centrais: temperatura (29,0, 32,2, 37,0, 41,8 e 45,0 °C), tempo de contacto (2,0, 10,8, 24,0, 37,2 e 46,0 h) e volume de enzima, Ultraflo, da Novozymes, (50, 140, 275, 410 e 500 μL). Os açúcares redutores presentes no hidrolisado resultante da hidrólise enzimática, foram quantificados pelo método DNS. As condições ótimas para a biomassa do solo de Controlo ocorreram à temperatura de hidrólise de 32,2 °C, tempo de reação de 10,8 h e volume de enzima de 140 μL. No que diz respeito aos resultados da otimização da biomassa do solo contaminado de Estarreja, foram inconclusivos, possivelmente devido a variações não controladas das condições de operação, que ocorreram para algumas amostras. A concentração máxima de açúcar obtida foi 60,3 g/L (760,1 gaçúcar/kgbiomassa) para a biomassa do solo de Controlo, e 34,4 g/L (388,3 gaçúcar/kgbiomassa) para a biomassa do solo de Estarreja. O modelo de previsão para a palha de Controlo, encontrado pelo software JMP, revelou a conversão teórica de 61,0 g/L de açúcar nos hidrolisados. |
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Produção de Açúcares para Bioetanol a partir da Palha de Milho de Fitorremediação de SolosBioetanolBiomassa lignocelulósicaContaminação com metais pesadosFitorremediaçãoPalha de milhoBioethanolCorn stoverHeavy metal contaminated soilLignocellulosic biomassPhytoremediationO uso intensivo de combustíveis fósseis tem levantado desafios ambientais, económicos e sociais, tais como o agravamento do aquecimento global e a escassez de reservas de petróleo bruto, o que provoca a necessidade de utilização de recursos mais sustentáveis. A biomassa é uma fonte viável para a produção de biocombustíveis e outros bioprodutos, como o bioetanol, que é visto como o biocombustível mais promissor para o futuro. A biomassa lignocelulósica, como a palha de milho, é uma matéria-prima interessante para a produção de etanol, visto que é globalmente abundante e não compete para uso do solo com outras culturas alimentares. Outra problemática corrente é o aumento de poluentes orgânicos e metais pesados no solo, derivados do rápido crescimento económico e industrial, que têm de ser tratados. A planta do milho apresenta propriedades fitorremediativas, tais como a fitoacumulação de metais pesados. O resíduo da palha de milho proveniente da fitorremediação de metais pesados em solos, é uma fonte interessante e potencialmente sustentável para a produção de etanol lignocelulósico, valorizando um resíduo que de outra forma seria descartado. Assim, este trabalho tem como objetivo avaliar a possibilidade de valorização de uma biomassa lignocelulósica (palha de milho) resultante da fitorremediação de um solo contaminado com metais pesados como o zinco (Zn) e o cádmio (Cd), através da obtenção de açúcares para produção de bioetanol. O processo de produção de bioetanol lignocelulósico requer pré-tratamento da biomassa para uma produção eficiente. O pré-tratamento com ácido diluído aplicado antes da hidrólise enzimática tem sido uma das alternativas mais usadas. Este estudo focou-se na otimização das etapas de pré-tratamento com ácido diluído e de hidrólise enzimática, aplicados a caules de milho colhidos num solo de controlo e em solos contaminados com metais pesados (de fitorremediação), avaliando o efeito dos metais no processo geral. A otimização do pré-tratamento foi feita usando 3,3 g de biomassa e 50 mL de solução de HCl ou de HNO3, a 60 rpm, variando 3 parâmetros, de acordo com um Central Composite Design (CCD) ortogonal, com 3 pontos centrais: temperatura (63,2, 70,0, 80,0, 90,0 e 96,8 °C), tempo de reação (5, 80, 190, 300 e 375 min) e concentração de ácido (1,0, 2,0, 3,5, 5,0 e 6,0% v/v). Devido à avaria do equipamento HPLC, os resultados do pré-tratamento com ácido diluído não puderam ser avaliados, pelo que foi decidido que as condições de pré-tratamento empregues antes da hidrólise enzimática seriam 6,6 g de palha de milho + 100 mL de solução de HCl a 3,5% v/v, a uma temperatura de 80 °C, durante 360 min, com 60 rpm de agitação. Para a otimização da hidrólise enzimática, foram consideradas 3 variáveis, segundo um CCD ortogonal, com 3 pontos centrais: temperatura (29,0, 32,2, 37,0, 41,8 e 45,0 °C), tempo de contacto (2,0, 10,8, 24,0, 37,2 e 46,0 h) e volume de enzima, Ultraflo, da Novozymes, (50, 140, 275, 410 e 500 μL). Os açúcares redutores presentes no hidrolisado resultante da hidrólise enzimática, foram quantificados pelo método DNS. As condições ótimas para a biomassa do solo de Controlo ocorreram à temperatura de hidrólise de 32,2 °C, tempo de reação de 10,8 h e volume de enzima de 140 μL. No que diz respeito aos resultados da otimização da biomassa do solo contaminado de Estarreja, foram inconclusivos, possivelmente devido a variações não controladas das condições de operação, que ocorreram para algumas amostras. A concentração máxima de açúcar obtida foi 60,3 g/L (760,1 gaçúcar/kgbiomassa) para a biomassa do solo de Controlo, e 34,4 g/L (388,3 gaçúcar/kgbiomassa) para a biomassa do solo de Estarreja. O modelo de previsão para a palha de Controlo, encontrado pelo software JMP, revelou a conversão teórica de 61,0 g/L de açúcar nos hidrolisados.The intensive use of fossil fuels has raised environmental, economic, and social challenges, such as worsening of global warming and scarcity of crude oils reserves, which triggers the need of using more sustainable resources. Biomass is a viable source to produce biofuels and other bio-products, like bioethanol that is seen as the most promising biofuel for the near and long future. Lignocellulosic biomass, such as corn stover is an interesting feedstock for ethanol production, because it is globally abundant and does not compete for land with other food crops. Another current issue is the increase of organic and heavy metal pollutants in soil, originated by fast economic and industrial growth, that need to be treated. Maize plant presents phytoremediation properties such as heavy metal phytoaccumulation. Corn stover from phytoremediation of soils contaminated with heavy metal is an interesting and potentialy sustainable feedstock for lignocellulosic ethanol production, valorizing a residue that otherwise would have been discarded. Thus, this work aims to evaluate the possibility of valorization of a lignocellulosic biomass (corn straw) resulting from the phytoremediation of a soil contaminated with heavy metals such as zinc (Zn) and cadmium (Cd), through conversion to sugars for bioethanol production Lignocellulosic bioethanol requires a pretreatment step for efficient production. Dilute acid pretreatment applied before enzymatic hydrolysis has been one of the most conducted configurations. This study focused on optimizing dilute acid pretreatment and enzymatic hydrolysis conditions applied to corn stalks collected from a control soil and from phytoremediation of heavy metal contaminated soils and evaluate the potential effect of metal contaminants on the overall process. The optimization of the acid pretreatment step was performed using 3.3 g of biomass and 50 mL of HCl or HNO3 solution at 60 rpm, and considered 3 parameters based on orthogonal Central Composite Design (CCD) with 3 central points: temperature (63.2, 70.0, 80.0, 90.0 and 96.8 °C), reaction time (5, 80, 190, 300 and 375 min) and acid concentration (1.0, 2.0, 3.5, 5.0 and 6.0% v/v). Due to HPLC failure, results of dilute acid pretreatment could not be analyzed, thus it was decided to set the pretreatment conditions to be applied prior to enzymatic hydrolysis as 6.6 g corn stover + 100 mL HCl 3.5% v/v, heated at 80 °C for 360 min at 60 rpm stirring. The optimization of the enzymatic hydrolysis considered 3 parameters based on an orthogonal CCD with 3 central points: Temperature (29.0, 32.2, 37.0, 41.8 and 45.0 °C), contact time (2.0, 10.8, 24.0, 37.2 and 46.0 h) and enzyme (Ultraflo, from Novozymes) dosage (50, 140, 275, 410 and 500 μL). Reducing sugars in the hydrolysate resulting from enzymatic hydrolysis were determined using DNS method. Optimal conditions found for Control biomass were a hydrolysis temperature of 32.2 °C, contact time of 10.8 h, and an enzyme load of 140 μL. Concerning the results of the optimization of the hydrolysis of biomass grown on contaminated soil of Estarreja, they were inconclusive, possibly due to uncontrolled differences in operating conditions during some of the experiments. Maximum sugar yield obtained was 60.3 g/L (760.1 gsugar/kgbiomass) for Control biomass, and 34.4 g/L (388.3 gsugar/kgbiomass) for Estarreja biomass. The prediction model for Control stover, found by JMP software, revealed a theoretical yield of 61.0 g/L of sugar in hydrolysates.Caetano, Nídia de SáRepositório Científico do Instituto Politécnico do PortoReis, Pedro Filipe Martins dos2021-02-18T12:34:46Z20202020-01-01T00:00:00Zinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttp://hdl.handle.net/10400.22/17041TID:202574903porinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Científico de Acesso Aberto de Portugal (Repositórios Cientìficos)instname:Agência para a Sociedade do Conhecimento (UMIC) - FCT - Sociedade da Informaçãoinstacron:RCAAP2023-03-13T13:05:45Zoai:recipp.ipp.pt:10400.22/17041Portal AgregadorONGhttps://www.rcaap.pt/oai/openaireopendoar:71602024-03-19T17:36:43.201521Repositório Científico de Acesso Aberto de Portugal (Repositórios Cientìficos) - Agência para a Sociedade do Conhecimento (UMIC) - FCT - Sociedade da Informaçãofalse |
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O uso intensivo de combustíveis fósseis tem levantado desafios ambientais, económicos e sociais, tais como o agravamento do aquecimento global e a escassez de reservas de petróleo bruto, o que provoca a necessidade de utilização de recursos mais sustentáveis. A biomassa é uma fonte viável para a produção de biocombustíveis e outros bioprodutos, como o bioetanol, que é visto como o biocombustível mais promissor para o futuro. A biomassa lignocelulósica, como a palha de milho, é uma matéria-prima interessante para a produção de etanol, visto que é globalmente abundante e não compete para uso do solo com outras culturas alimentares. Outra problemática corrente é o aumento de poluentes orgânicos e metais pesados no solo, derivados do rápido crescimento económico e industrial, que têm de ser tratados. A planta do milho apresenta propriedades fitorremediativas, tais como a fitoacumulação de metais pesados. O resíduo da palha de milho proveniente da fitorremediação de metais pesados em solos, é uma fonte interessante e potencialmente sustentável para a produção de etanol lignocelulósico, valorizando um resíduo que de outra forma seria descartado. Assim, este trabalho tem como objetivo avaliar a possibilidade de valorização de uma biomassa lignocelulósica (palha de milho) resultante da fitorremediação de um solo contaminado com metais pesados como o zinco (Zn) e o cádmio (Cd), através da obtenção de açúcares para produção de bioetanol. O processo de produção de bioetanol lignocelulósico requer pré-tratamento da biomassa para uma produção eficiente. O pré-tratamento com ácido diluído aplicado antes da hidrólise enzimática tem sido uma das alternativas mais usadas. Este estudo focou-se na otimização das etapas de pré-tratamento com ácido diluído e de hidrólise enzimática, aplicados a caules de milho colhidos num solo de controlo e em solos contaminados com metais pesados (de fitorremediação), avaliando o efeito dos metais no processo geral. A otimização do pré-tratamento foi feita usando 3,3 g de biomassa e 50 mL de solução de HCl ou de HNO3, a 60 rpm, variando 3 parâmetros, de acordo com um Central Composite Design (CCD) ortogonal, com 3 pontos centrais: temperatura (63,2, 70,0, 80,0, 90,0 e 96,8 °C), tempo de reação (5, 80, 190, 300 e 375 min) e concentração de ácido (1,0, 2,0, 3,5, 5,0 e 6,0% v/v). Devido à avaria do equipamento HPLC, os resultados do pré-tratamento com ácido diluído não puderam ser avaliados, pelo que foi decidido que as condições de pré-tratamento empregues antes da hidrólise enzimática seriam 6,6 g de palha de milho + 100 mL de solução de HCl a 3,5% v/v, a uma temperatura de 80 °C, durante 360 min, com 60 rpm de agitação. Para a otimização da hidrólise enzimática, foram consideradas 3 variáveis, segundo um CCD ortogonal, com 3 pontos centrais: temperatura (29,0, 32,2, 37,0, 41,8 e 45,0 °C), tempo de contacto (2,0, 10,8, 24,0, 37,2 e 46,0 h) e volume de enzima, Ultraflo, da Novozymes, (50, 140, 275, 410 e 500 μL). Os açúcares redutores presentes no hidrolisado resultante da hidrólise enzimática, foram quantificados pelo método DNS. As condições ótimas para a biomassa do solo de Controlo ocorreram à temperatura de hidrólise de 32,2 °C, tempo de reação de 10,8 h e volume de enzima de 140 μL. No que diz respeito aos resultados da otimização da biomassa do solo contaminado de Estarreja, foram inconclusivos, possivelmente devido a variações não controladas das condições de operação, que ocorreram para algumas amostras. A concentração máxima de açúcar obtida foi 60,3 g/L (760,1 gaçúcar/kgbiomassa) para a biomassa do solo de Controlo, e 34,4 g/L (388,3 gaçúcar/kgbiomassa) para a biomassa do solo de Estarreja. O modelo de previsão para a palha de Controlo, encontrado pelo software JMP, revelou a conversão teórica de 61,0 g/L de açúcar nos hidrolisados. |
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