Fantasmografias: sexílio, arte e ativismos cuirdecoloniais na transfronteira méxicobrasileira
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Data de Publicação: | 2019 |
Tipo de documento: | Tese |
Idioma: | por |
Título da fonte: | Repositório Institucional da UFBA |
Texto Completo: | http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/32022 |
Resumo: | Esta pesquisa parte de uma expansão da noção de sexílio – enquanto deslocamento geográfico a que são impelidas pessoas que não se enquadram no padrão cisheterossexual, por conta de sua sexualidade –, qualificando também por este termo os processos de deslocamentos subjetivos, a sensação de não-pertencimento decorrente do desajuste com o lugar e da experiência de expulsão. A partir dessa condição fantasmática, buscou-se aqui compreender como se articulam tais processos nas obras de artistas que empreenderam sua força criativa na ressignificação da própria dissidência, no sentido de um autofortalecimento subjetivo, mas não menos importante, também de um compartilhamento de tecnologias de renúncia ao contrato cisheterossexual, assombrando o paradigma vigente. Para tanto, foi adotado um método cartográfico baseado no acaso, o que permitiu a ocorrência dos encontros e dos acontecimentos aqui narrados, bem como uma quebra do predominante logocentrismo científico que justificou a noção de desmétodo adotada. Assim, esta pesquisa é também o registro de uma viagem empreendida simultaneamente entre México e Brasil, o relato dos encontros e das memórias projetadas em decorrência desta movência pela transfronteira que conecta os dois países em distintas perspectivas, estando presente em cada uma delas as marcas da subalternidade mantida pela colonialidade. Evidenciou-se, a partir das 14 entrevistas realizadas com pessoas de diferentes dissidências sexuais e de gênero, desdobradas em diferentes formas de sexílios que, por sua vez, estão intercalados com outras formas de opressão, a exemplo do racismo, do machismo, do capacitismo – o que justifica o emprego do termo “cuir” para ressaltar o caráter interseccional de suas dissidências, bem como situá-las histórica e geograficamente –, a relação entre ações estético-políticas com a ideia de descolonização ou decolonialidade, em ambos os casos, o rompimento de um pacto narcísico com a branquitude eurocentrada, mantenedora da colonialidade ainda em curso. |
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Oliveira, Cleber Rodrigo Braga deOliveira, Cleber Rodrigo Braga deSilva, Marilda de SantanaGuimarães, Rafael Siqueira deAguiluz Ibargüen, Maya VictoriaColling, LeandroPereira, Maurício Matos dos Santos2020-07-10T01:03:46Z2020-07-10T01:03:46Z2020-07-092019-07-26http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/32022Esta pesquisa parte de uma expansão da noção de sexílio – enquanto deslocamento geográfico a que são impelidas pessoas que não se enquadram no padrão cisheterossexual, por conta de sua sexualidade –, qualificando também por este termo os processos de deslocamentos subjetivos, a sensação de não-pertencimento decorrente do desajuste com o lugar e da experiência de expulsão. A partir dessa condição fantasmática, buscou-se aqui compreender como se articulam tais processos nas obras de artistas que empreenderam sua força criativa na ressignificação da própria dissidência, no sentido de um autofortalecimento subjetivo, mas não menos importante, também de um compartilhamento de tecnologias de renúncia ao contrato cisheterossexual, assombrando o paradigma vigente. Para tanto, foi adotado um método cartográfico baseado no acaso, o que permitiu a ocorrência dos encontros e dos acontecimentos aqui narrados, bem como uma quebra do predominante logocentrismo científico que justificou a noção de desmétodo adotada. Assim, esta pesquisa é também o registro de uma viagem empreendida simultaneamente entre México e Brasil, o relato dos encontros e das memórias projetadas em decorrência desta movência pela transfronteira que conecta os dois países em distintas perspectivas, estando presente em cada uma delas as marcas da subalternidade mantida pela colonialidade. Evidenciou-se, a partir das 14 entrevistas realizadas com pessoas de diferentes dissidências sexuais e de gênero, desdobradas em diferentes formas de sexílios que, por sua vez, estão intercalados com outras formas de opressão, a exemplo do racismo, do machismo, do capacitismo – o que justifica o emprego do termo “cuir” para ressaltar o caráter interseccional de suas dissidências, bem como situá-las histórica e geograficamente –, a relação entre ações estético-políticas com a ideia de descolonização ou decolonialidade, em ambos os casos, o rompimento de um pacto narcísico com a branquitude eurocentrada, mantenedora da colonialidade ainda em curso.This research starts from an expansion of the notion of sexile – as a geographic displacement to which people are excluded, people who do not fit in the cisheterosexual pattern, due to their sexuality –, also qualifying by this term the processes of subjective displacement, the sensation of non-belonging due to the mismatch with the place and the experience of expulsion. From this phantasmatic condition, one sought to understand how these processes are articulated in the works of artists who have undertaken their creative forces in the re-signification of their own dissent, in the sense of a subjective self-reinforcement but also not less important for a sharing of renunciation technologies of the heterosexual contract, haunting the current paradigm. In order to do so, a cartographic method was adopted based on chance, which allowed the occurrence of the encounters and events described here, as well as a breakdown of the predominant scientific logocentrism that justified the notion of adopted non-method. Thus, this research is also the record of a trip, undertaken simultaneously between Mexico and Brazil, the report of meetings and memories projected as a result of this cross-border movement that connects the two countries in different perspectives. Remembering that in both of them, the marks of subalternity have been maintained by coloniality. From the 14 interviews conducted with people of different sexual and gender disagreements, it was possible to see the different forms of sexile, which in turn are interspersed with other forms of oppression, such as racism, sexism and ableism – which justifies the use of the term “cuir” to emphasize the intersectional character of their dissidences, as well as to situate them historical and geographically – the relation between aesthetic-political actions with the idea of decolonization, or decoloniality, in both cases, the rupture of a narcissistic pact with the eurocentred whiteness, maintaining the coloniality still in progress.Submitted by Cleber Oliveira (cleberbrag@gmail.com) on 2020-07-08T20:21:31Z No. of bitstreams: 1 tese Cleber Braga biblioteca 2020 correta.pdf: 10460370 bytes, checksum: a7779697d5473af313cb912460fbaa80 (MD5)Approved for entry into archive by Setor de Periódicos (per_macedocosta@ufba.br) on 2020-07-10T01:03:46Z (GMT) No. of bitstreams: 1 tese Cleber Braga biblioteca 2020 correta.pdf: 10460370 bytes, checksum: a7779697d5473af313cb912460fbaa80 (MD5)Made available in DSpace on 2020-07-10T01:03:46Z (GMT). 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