O poder, a sociedade, o supremo e a democracia

Detalhes bibliográficos
Autor(a) principal: Silva, Guilherme Buechem Miranda da
Data de Publicação: 2018
Tipo de documento: Trabalho de conclusão de curso
Idioma: por
Título da fonte: Repositório Institucional da UFRJ
Texto Completo: http://hdl.handle.net/11422/6350
Resumo: O Brasileiro não compreende liberdade, falta-nos capacidade de dividir para somar. Uma severa crise financeira sufoca a população oprimida pelo poder político corrupto, violência explode, o Estado é percebido como inimigo. O sistema dominou o mundo da vida, o consenso é de iluminados, tudo é insegurança, o brasileiro não confia em ninguém. Na desordem, mostraram os contratualistas, há maior aceitação de tiranias, nossa democracia corre riscos. O grande opositor é o próprio cidadão, não o Estado, atitudes dos políticos refletem a práxis da sociedade psicopata, mostra o cotidiano. Só uma revolução intelectual disponibilizará cidadãos capazes de consensos produtivos, líderes competentes e justos na execução dos planos e reverter a acelerada desintegração do tecido social. A ciência apoia no diagnóstico, mostra tendência à piora por pressões naturais, como o nível de consciência geral e regras sociais imperantes manterão o foco do brasileiro na burla de leis. Normas mais rígidas só estimularão a inovação nos métodos de contorno. A mesma ciência também aponta à viabilidade de saídas pela participação, não abstenção. Porém o ajuste inicial dos controles e regras de funcionamento do Estado é indispensável, levar em conta a condição humana dos agentes públicos, os poderes precisam de limites e inclusão.
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