Xamanismo, ou, devir outro da filosofia. ensaios de recepção à contracolonialidade filosófica e à cosmopolítica xamânica imanentes em ‘ a queda do céu’

Detalhes bibliográficos
Autor(a) principal: Oliveira, Yan Gabriel Souza de
Data de Publicação: 2019
Tipo de documento: Dissertação
Idioma: por
Título da fonte: Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRRJ
Texto Completo: https://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/13501
Resumo: Minha pesquisa de mestrado perseguiu, incansavelmente, o objetivo de traçar uma leitura filosófico-receptiva do livro A Queda do Céu: palavras de um xamã yanomami, de Davi Kopenawa & Bruce Albert. Com dois objetivos principais: pôr à prova a possibilidade de considerarmos tal obra enquanto um ‘livro de filosofia ameríndia’ (apesar de estar assinado por um xamã yanomami e um antropólogo francês); e, simultaneamente, investigar o que esta consideração (ao se comprovar) poderia suscitar aos debates e à produção de conhecimento filosófico desenvolvidos nos circuitos universitários. Em suma, uma investigação sobre ‘como e porque’ parece fundamental para uma recepção filosófico-acadêmica dos enunciados xamânicos de Kopenawa, recentemente publicados. Ao longo dos mais de dois anos de desenvolvimento da pesquisa e, sobretudo, com o processo de redação desta dissertação, fomos levados a caminhos diversos e imprevisíveis de leitura e reflexão, explicados na Introdução. Neste resumo, creio ser válido, apenas, frisar alguns pontos: lançamos mão de uma estratégia dialógica multipolarizada, criando e testando alianças conceituais com os mais diversos autores, filosóficos ou não, ameríndios ou não. Desde o início, entre os referenciais mais importantes, estavam os antropólogos Eduardo Viveiros de Castro e Tânia Stolze de Lima, devido ao conceito, por eles cunhado, de perspectivismo multinaturalista. Posto que o nosso caminho hipotético chave fosse o da investigação sobre, até que ponto, a obra de Kopenawa & Albert apresenta-nos uma explicação praxológica e autônoma da teoria que aquele conceito evocava, e que acabou por complexificá-la ainda mais. No que tange mais diretamente à disciplina filosófica, mantemos um íntimo e ambíguo relacionamento com as obras de Deleuze & Guattari e com a concepção que estes autores apresentaram do que caracteriza a Filosofia – além do conceito de “cosmopolítica”, cunhado por Isabelle Stengers e ressignificado complexamente pela “crítica xamânica da economia política da natureza”, imanente à nossa obra central. E, paralelamente, com pensadores latino-americanos contemporâneos que apontam para a urgência de uma descolonização epistêmica das práticas e dos saberes filosóficos. Nesse ponto, nossa referência conceitual mais importante foi, sem dúvidas, o autor e mestre quilombola Antônio Bispo dos Santos, sua teoria da Contracolonialidade e sua sugestão acerca de uma distinção conceitual entre Contracolonialidade e Descolonização, que procuramos desenvolver. Por fim, não menos importante, ao formularmos hipoteticamente um campo do conhecimento que identificamos como aquele das Filosofias Contracolonialistas, fez-se necessário um diálogo mais direto entre o xamanismo yanomami, pesquisado em A Queda do Céu, com outras tradições contracoloniais; o fizemos, sobretudo, a partir da “ciência encantada das macumbas”, apresentada e analisada por Simas & Rufino, em outra obra recente
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Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Instituto de Ciências Humanas e Sociais, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2019.https://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/13501Minha pesquisa de mestrado perseguiu, incansavelmente, o objetivo de traçar uma leitura filosófico-receptiva do livro A Queda do Céu: palavras de um xamã yanomami, de Davi Kopenawa & Bruce Albert. Com dois objetivos principais: pôr à prova a possibilidade de considerarmos tal obra enquanto um ‘livro de filosofia ameríndia’ (apesar de estar assinado por um xamã yanomami e um antropólogo francês); e, simultaneamente, investigar o que esta consideração (ao se comprovar) poderia suscitar aos debates e à produção de conhecimento filosófico desenvolvidos nos circuitos universitários. Em suma, uma investigação sobre ‘como e porque’ parece fundamental para uma recepção filosófico-acadêmica dos enunciados xamânicos de Kopenawa, recentemente publicados. Ao longo dos mais de dois anos de desenvolvimento da pesquisa e, sobretudo, com o processo de redação desta dissertação, fomos levados a caminhos diversos e imprevisíveis de leitura e reflexão, explicados na Introdução. Neste resumo, creio ser válido, apenas, frisar alguns pontos: lançamos mão de uma estratégia dialógica multipolarizada, criando e testando alianças conceituais com os mais diversos autores, filosóficos ou não, ameríndios ou não. Desde o início, entre os referenciais mais importantes, estavam os antropólogos Eduardo Viveiros de Castro e Tânia Stolze de Lima, devido ao conceito, por eles cunhado, de perspectivismo multinaturalista. Posto que o nosso caminho hipotético chave fosse o da investigação sobre, até que ponto, a obra de Kopenawa & Albert apresenta-nos uma explicação praxológica e autônoma da teoria que aquele conceito evocava, e que acabou por complexificá-la ainda mais. No que tange mais diretamente à disciplina filosófica, mantemos um íntimo e ambíguo relacionamento com as obras de Deleuze & Guattari e com a concepção que estes autores apresentaram do que caracteriza a Filosofia – além do conceito de “cosmopolítica”, cunhado por Isabelle Stengers e ressignificado complexamente pela “crítica xamânica da economia política da natureza”, imanente à nossa obra central. E, paralelamente, com pensadores latino-americanos contemporâneos que apontam para a urgência de uma descolonização epistêmica das práticas e dos saberes filosóficos. Nesse ponto, nossa referência conceitual mais importante foi, sem dúvidas, o autor e mestre quilombola Antônio Bispo dos Santos, sua teoria da Contracolonialidade e sua sugestão acerca de uma distinção conceitual entre Contracolonialidade e Descolonização, que procuramos desenvolver. Por fim, não menos importante, ao formularmos hipoteticamente um campo do conhecimento que identificamos como aquele das Filosofias Contracolonialistas, fez-se necessário um diálogo mais direto entre o xamanismo yanomami, pesquisado em A Queda do Céu, com outras tradições contracoloniais; o fizemos, sobretudo, a partir da “ciência encantada das macumbas”, apresentada e analisada por Simas & Rufino, em outra obra recenteCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível SuperiorMy Master’s research chased relentlessly the objective of drawing a philosophical-receptive reading of the book The Falling Sky: words of yanomami shaman, by Davi Kopenawa and Bruce Albert. Furthermore, it has two others objectives: for proof the possibility of considering such work as a ‘book of amerindian philosophy’ (despite being signed by one yanomami shaman and one French anthropologist); and, simultaneously, investigate what this consideration (when proven) could lead to discussions and to production of philosophical knowledge developed in University circuits. In short, an investigation into ‘how and why’ seems to be fundamentally a philosophical reception of Kopenawa’s recently published shamanic statements. Over more than two years of research development, and especially with the writing process of this dissertation, we were led to diverse and unpredictable paths of reading and reflection, explained in the Introduction. In this abstract, I believe to be valid, only, to emphasize some points: we launch a multipolarized dialogic strategy, creating and testing conceptual alliances with the most diverse authors, philosophical or not, amerindians or not. From the beginning, among the most important references, were the anthropologists Eduardo Viveiros de Castro and Tânia Stolze de Lima, due to the concept coined by these of multinaturalist perspectivism. Our main hypothetical path was the investigation of the extent to which the Kopenawa & Albert’s book presents us with a praxological and autonomous explanation of the theory that this concept evoked, and which eventually made it even more complex. In what concerns directly to the philosophical discipline, we maintain an intimate and ambiguous relationship with the works of Deleuze & Guattari and the conception that theese authors presented of which characterizes the Philosophy – beyond the concept of “cosmopolitics”, coined by Isabelle Stengers and refrained in complex terms by the “shamanic critique of the political economy of nature”, immanent in our central book, and in parallel with contemporany Latin American thinkers who claim the urgency of an epistemic decolonization of philosophical practices and theories. At this point, our most important conceptual reference was undoubtedly the quilombola master and author Antônio Bispo dos Santos, his theory of Countercoloniality and his suggestion about a conceptual distinction between Countercoloniality and Decolonization. Last but not least, in hipothetically formulating a field of knowledge that we identify as that of Countercolonialist Philosophies, a more direct dialogue was required between the yanomami shamanism researched in The Falling Sky and others countercolonial traditions, we did it, above all, from the “enchanted science of the macumbas”, presented and analyzed by Simas & Rufino, in another recently published bookapplication/pdfporUniversidade Federal Rural do Rio de JaneiroPrograma de Pós-Graduação em FilosofiaUFRRJBrasilInstituto de Ciências Humanas e SociaisFilosofia ameríndiaA queda do céuDavi KopenawaXamanismoCosmopolíticaContracolonialidadeDescolonizaçãoDevir outroOnirismo EspeculativoPerspectivismo MultinaturalistaAmerindian PhylosophyThe falling skyDavi kopenawaShamanismCosmopolitcsCountercolonialityDecolonizationBecoming otherSpeculative onirismMultinaturalist perspectivismFilosofiaXamanismo, ou, devir outro da filosofia. ensaios de recepção à contracolonialidade filosófica e à cosmopolítica xamânica imanentes em ‘ a queda do céu’Shamanism, or, becoming other of philosophy. reception’s essays to philosophical countercoloniality and to shamanic cosmopolitics immanent in ‘the falling sky’info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisAGAMBEN, Giorgio. 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Oliveira, Yan Gabriel Souza de
Filosofia ameríndia
A queda do céu
Davi Kopenawa
Xamanismo
Cosmopolítica
Contracolonialidade
Descolonização
Devir outro
Onirismo Especulativo
Perspectivismo Multinaturalista
Amerindian Phylosophy
The falling sky
Davi kopenawa
Shamanism
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Becoming other
Speculative onirism
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description Minha pesquisa de mestrado perseguiu, incansavelmente, o objetivo de traçar uma leitura filosófico-receptiva do livro A Queda do Céu: palavras de um xamã yanomami, de Davi Kopenawa & Bruce Albert. Com dois objetivos principais: pôr à prova a possibilidade de considerarmos tal obra enquanto um ‘livro de filosofia ameríndia’ (apesar de estar assinado por um xamã yanomami e um antropólogo francês); e, simultaneamente, investigar o que esta consideração (ao se comprovar) poderia suscitar aos debates e à produção de conhecimento filosófico desenvolvidos nos circuitos universitários. Em suma, uma investigação sobre ‘como e porque’ parece fundamental para uma recepção filosófico-acadêmica dos enunciados xamânicos de Kopenawa, recentemente publicados. Ao longo dos mais de dois anos de desenvolvimento da pesquisa e, sobretudo, com o processo de redação desta dissertação, fomos levados a caminhos diversos e imprevisíveis de leitura e reflexão, explicados na Introdução. Neste resumo, creio ser válido, apenas, frisar alguns pontos: lançamos mão de uma estratégia dialógica multipolarizada, criando e testando alianças conceituais com os mais diversos autores, filosóficos ou não, ameríndios ou não. Desde o início, entre os referenciais mais importantes, estavam os antropólogos Eduardo Viveiros de Castro e Tânia Stolze de Lima, devido ao conceito, por eles cunhado, de perspectivismo multinaturalista. Posto que o nosso caminho hipotético chave fosse o da investigação sobre, até que ponto, a obra de Kopenawa & Albert apresenta-nos uma explicação praxológica e autônoma da teoria que aquele conceito evocava, e que acabou por complexificá-la ainda mais. No que tange mais diretamente à disciplina filosófica, mantemos um íntimo e ambíguo relacionamento com as obras de Deleuze & Guattari e com a concepção que estes autores apresentaram do que caracteriza a Filosofia – além do conceito de “cosmopolítica”, cunhado por Isabelle Stengers e ressignificado complexamente pela “crítica xamânica da economia política da natureza”, imanente à nossa obra central. E, paralelamente, com pensadores latino-americanos contemporâneos que apontam para a urgência de uma descolonização epistêmica das práticas e dos saberes filosóficos. Nesse ponto, nossa referência conceitual mais importante foi, sem dúvidas, o autor e mestre quilombola Antônio Bispo dos Santos, sua teoria da Contracolonialidade e sua sugestão acerca de uma distinção conceitual entre Contracolonialidade e Descolonização, que procuramos desenvolver. Por fim, não menos importante, ao formularmos hipoteticamente um campo do conhecimento que identificamos como aquele das Filosofias Contracolonialistas, fez-se necessário um diálogo mais direto entre o xamanismo yanomami, pesquisado em A Queda do Céu, com outras tradições contracoloniais; o fizemos, sobretudo, a partir da “ciência encantada das macumbas”, apresentada e analisada por Simas & Rufino, em outra obra recente
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