Modelos empíricos da irrigação localizada com esgoto sanitário tratado
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Data de Publicação: | 2008 |
Outros Autores: | , , |
Tipo de documento: | Artigo |
Idioma: | por |
Título da fonte: | LOCUS Repositório Institucional da UFV |
Texto Completo: | https://reveng.ufv.br/index.php/reveng/article/view/38 http://www.locus.ufv.br/handle/123456789/20217 |
Resumo: | Este trabalho teve por objetivo obter modelos empíricos que relacionam os fatores de entupimento, tempo de operação, manganês total, ferro total, sólidos suspensos, sólidos dissolvidos, pH e coliformes totais, com o desempenho hidráulico de sistemas de irrigação por gotejamento aplicando esgoto sanitário tratado. Para tal, montou-se uma bancada experimental com três tipos de gotejadores (M1 - não autocompensante e comprimento de labirinto de 177 mm; M2 - autocompensante e comprimento de labirinto de 260 mm; e M3 - não autocompensante e comprimento de labirinto de 396 mm). Realizou-se a medição da vazão dos gotejadores e análises física, química e biológica do efluente, a cada 80 h de funcionamento do sistema. Os resultados indicaram que os gotejadores com maiores comprimentos de labirinto foram os mais suscetíveis ao entupimento. Existem relações lineares múltiplas entre a vazão dos gotejadores e os fatores de entupimento tempo de operação, manganês total, ferro total, sólidos dissolvidos e pH. |
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