Complejidad y competencia comunicativa
Autor(a) principal: | |
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Data de Publicação: | 2011 |
Tipo de documento: | Artigo |
Idioma: | por |
Título da fonte: | Revista Horizontes de Linguística Aplicada |
Texto Completo: | https://periodicos.unb.br/index.php/horizontesla/article/view/598 |
Resumo: | O conceito de “competência comunicativa” excede em muito a simples categoria de “competência lingüística” (normalmente adotada pelas teorias lingüísticas tradicionais), e tem se tornado um dos conceitos chave da lingüística aplicada e da didática lingüística: nele se contemplam, além da dimensão lingüística, as dimensões discursiva, pragmática, sócio-cultural, mediadora e estratégica. No entanto, a maneira de relacionar esses elementos operativos está longe de ser complexa: geralmente são relacionados mecanicamente como uma soma de saberes. Neste artigo, apresentamos um modelo de competência comunicativa entendida, desde o pensamento complexo, como um todo que vai além da soma de suas partes, acrescentando uma perspectiva que contempla o caráter multilíngüe de qualquer falante, isto é, a inter-relação de códigos que forma a competência de cada falante: códigos verbais e não verbais, mas também variedades lingüísticas ”“ dialetais, de registro, etc. ”“ que o falante maneja, assim como os idiomas distintos a partir dos quais ”“ em determinados casos ”“ tenha desenvolvido algum tipo de interlíngua. |
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Complejidad y competencia comunicativaCompetencia Comunicativa;Multilingüismo;Complejidad;Interlengua;CódigoO conceito de “competência comunicativa” excede em muito a simples categoria de “competência lingüística” (normalmente adotada pelas teorias lingüísticas tradicionais), e tem se tornado um dos conceitos chave da lingüística aplicada e da didática lingüística: nele se contemplam, além da dimensão lingüística, as dimensões discursiva, pragmática, sócio-cultural, mediadora e estratégica. No entanto, a maneira de relacionar esses elementos operativos está longe de ser complexa: geralmente são relacionados mecanicamente como uma soma de saberes. Neste artigo, apresentamos um modelo de competência comunicativa entendida, desde o pensamento complexo, como um todo que vai além da soma de suas partes, acrescentando uma perspectiva que contempla o caráter multilíngüe de qualquer falante, isto é, a inter-relação de códigos que forma a competência de cada falante: códigos verbais e não verbais, mas também variedades lingüísticas ”“ dialetais, de registro, etc. ”“ que o falante maneja, assim como os idiomas distintos a partir dos quais ”“ em determinados casos ”“ tenha desenvolvido algum tipo de interlíngua. The concept “communicative competence” includes much more than “linguistic competence” (typically used by traditional theoretical linguists) and has become one of the key concepts in applied linguistics and language teaching. Besides the linguistic dimension, it also contemplates discourse, pragmatic, sociocultural, mediation, and strategic dimensions. Interestingly, these operative elements do not relate to each other in a complex manner, but rather, interaction tends to occur mechanically as in an aggregation of knowledge. This article presents a model of communicative competence based on complex thinking (the whole is greater than the sum of its parts), with the addition of another perspective: the multilingual character of any language speaker, which includes verbal and nonverbal codes, linguistic varieties (dialects, register, etc), and languages in which the speaker has developed some type of interlanguage. El concepto de "competencia comunicativa" excede con mucho de la simple categoría "competencia lingüística" (como suele emplearse en las lingüísticas teóricas tradicionales) y se ha convertido en uno de los conceptos clave de la lingüística aplicada y la didáctica de la lengua: en ella se contemplan, además de la dimensión lingüística, las dimensiones discursiva, pragmática, sociocultural, mediadora y estratégica. Sin embargo, la manera de relacionar estos elementos operativos dista mucho de ser compleja: suelen relacionarse mecánicamente como una suma de saberes. En este trabajo presentamos un modelo de competencia comunicativa entendida, desde el pensamiento complejo, como un todo que va más allá de la suma de sus partes, y añadimos una perspectiva que contempla el carácter multilingüe de cualquier hablante, esto es, la interrelación de códigos que conforma la competencia de cada hablante: códigos verbales y no verbales, pero también las variedades lingüísticas que maneja el hablante -dialectales, de registro, etc.-, así como los distintos idiomas de los que -dado el caso- ha ido desarrollando algún tipo de interlenguaPrograma de Pós-Graduação em Linguística Aplicada2011-04-10info:eu-repo/semantics/articleinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionapplication/pdfhttps://periodicos.unb.br/index.php/horizontesla/article/view/59810.26512/rhla.v7i1.598Revista Horizontes de Linguistica Aplicada; Vol. 7 No. 1 (2008); 71Revista Horizontes de Linguistica Aplicada; v. 7 n. 1 (2008); 712237-09511677-9770reponame:Revista Horizontes de Linguística Aplicadainstname:Universidade de Brasília (UnB)instacron:UNBporhttps://periodicos.unb.br/index.php/horizontesla/article/view/598/504Cantero Serena, Francisco Joséinfo:eu-repo/semantics/openAccess2019-07-14T01:49:23Zoai:ojs.pkp.sfu.ca:article/598Revistahttps://periodicos.unb.br/index.php/horizontesla/indexPUBhttps://periodicos.unb.br/index.php/horizontesla/oaihorizontesla@gmail.com2237-09511677-9770opendoar:2023-01-13T09:49:16.205119Revista Horizontes de Linguística Aplicada - Universidade de Brasília (UnB)false |
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