Análise do Efeito das Manobras de Pressão Negativa e da Sustentação Máxima da Inspiração nos Volumes Pulomnares

Detalhes bibliográficos
Autor(a) principal: Brunetto, Antonio Fernando
Data de Publicação: 2008
Outros Autores: Hoshino, Angela Ayumi, Paulin, Elaine
Tipo de documento: Artigo
Idioma: por
Título da fonte: Arquivos de Ciências da Saúde da UNIPAR (Online)
Texto Completo: https://revistas.unipar.br/index.php/saude/article/view/942
Resumo: O objetivo deste trabalho foi verificar o efeito das manobras de pressão negativa (MPN) e compará-la com a sustentação máxima da inspiração (SMI) em pacientes que apresentam diminuição da capacidade vital (CV). Foram estudados 5 participantes paraplégicos do sexo masculino, com lesão nível T2-T6, há no mínimo 1 ano e com ausência de patologias pulmonares. Cada participante foi submetido a MPN e SMI aleatoriamente em diferentes dias. Antes e após a terapia foi realizada a espirometria e a mensuração da freqüência respiratória e durante a terapia foi registrada a saturação de oxigênio (SatO2) e freqüência cardíaca. Na MPN foram realizadas 3 séries de 15 repetições em cada hemitórax, na SMI, 6 séries de 15 repetições. Todas as técnicas foram feitas com o indivíduo na posição sentada, com duração média de 15 minutos. Os pacientes submetidos a MPN não apresentaram diferenças espirométricas significativas, porém os pacientes submetidos a SMI apresentaram aumento do volume de reserva inspiratório (VRI), queda do volume de reserva expiratório (VRE), queda do volume corrente (VC) e queda do fluxo inspiratório (VC/Ti). A SatO2 não variou durante as terapias. A SMI mostrou-se mais efetiva do que a MPN em pacientes com redução da CV.
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