Ultra-estrutura de células presentes no reparo tecidual sob atividade física moderada

Detalhes bibliográficos
Autor(a) principal: Rodrigues, Rodrigo Ferracine [UNESP]
Data de Publicação: 2007
Tipo de documento: Dissertação
Idioma: por
Título da fonte: Repositório Institucional da UNESP
Texto Completo: http://hdl.handle.net/11449/87707
Resumo: Quando um tecido ou órgão é alvo de algum tipo de injúria, dá-se início ao processo de inflamação tecidual. As reações celulares e humorais que tomam parte desta reação são evocadas a fim de exterminar ou neutralizar o agente infeccioso e seus produtos, permitindo que o reparo tecidual se dê da melhor forma possível. Contudo, algumas vezes o resultado desta ação pode ser prejudicial, levando ao comprometimento ou a perda das funções do tecido ou órgão em questão, com conseqüências que podem afetar a saúde do indivíduo como um todo. Em contrapartida, a atividade física moderada tem sido apontada como um grande aliado no combate à várias doenças, potencializando a ação do sistema imune e reduzindo os possíveis danos e minimizando os efeitos nocivos das respostas inflamatórias. Desta forma, nos propomos a verificar os efeitos da atividade física moderada no processo inflamatório e de reparação tecidual, comparando 10 ratos Wistar que realizaram exercícios físicos moderados com 10 sedentários, por meio da análise numérica (microscopia de luz) e ultra-estrutural (microscopia eletrônica de transmissão) de mastócitos, macrófagos e fibroblastos, células muito importantes para tais fenômenos. O modelo de estudo escolhido foi o implante subcutâneo de esponjas de PVC, que mimetiza situações clínicas importantes como, por exemplo, implantes de marcapasso. Nossos resultados indicam que as células do grupo treinado respondem de maneira mais ágil (precoce) e efetiva à injúria, que o número de cada tipo celular foi significativamente maior neste grupo e ainda que, para quaisquer dos grupos, os tipos celulares em estudo agem estreitamente interrelacionados...
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