Deficiência, contexto escolar, patologização da vida e processos diagnósticos : entre o mapa e o território
Autor(a) principal: | |
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Data de Publicação: | 2022 |
Tipo de documento: | Tese |
Idioma: | por |
Título da fonte: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS |
Texto Completo: | http://hdl.handle.net/10183/249730 |
Resumo: | O presente estudo tem como objetivo central analisar como o conceito de deficiência constituiu-se nos últimos 70 anos e quais seus possíveis efeitos nos processos diagnósticos e em dimensões relativas à escolarização. No âmbito deste estudo são discutidos também os efeitos dos processos de patologização e medicalização da vida. A perspectiva que caracteriza este estudo está associada a uma compreensão contextualizada da deficiência e considera seus possíveis efeitos na construção de políticas públicas e práticas destinadas a sujeitos que, historicamente, foram alvos de uma compreensão identificada com a ―anormalidade‖. A pesquisa, de cunho qualitativo e de caráter documental e bibliográfico, apresenta como perspectiva teórico-metodológica o pensamento sistêmico e o pensamento de estudiosos como Gregory Bateson, Fritoj Capra e Maria José Esteves de Vasconcellos. Para tanto, três dimensões metodológicas foram estruturadas a fim de contemplar os objetivos traçados para esta pesquisa: uma análise referente à constituição do conceito de deficiência e seus possíveis efeitos nos processos de escolarização, assim como em diretrizes brasileiras e orientações oficiais; uma revisão analítica da literatura especializada relativa à temática da pesquisa, identificando suas regularidades, tendências e lacunas; e um investimento em histórias evocadas como narrativas, com destaque para episódios oriundos de experiências profissionais da pesquisadora na sua condição de professora da área de educação especial. As dimensões anunciadas associam-se às seguintes indagações: como a escola produz a deficiência? Ou, ainda, como a escola participa dessa complexa rede de produção? Foi possível compreender que, apesar de existir uma ampla crítica, na literatura especializada, acerca dos riscos de simplificação dos processos diagnósticos, temos assistido a um aumento numérico nos índices de crianças que são alvo desses procedimentos e a uma tendência de manutenção das práticas avaliativas e do protagonismo vinculado aos profissionais de áreas associadas com a saúde mental. Percebe-se uma mentalidade predominante relacionada ao conceito de deficiência que permeia nossas políticas e práticas educacionais. Ao analisarmos a constituição de manuais diagnósticos como o DSM, identifcamos a existência de um retrocesso que se expressa no deslocamento de uma compreensão mais associada aos fenômenos psíquicos como manifestações humanas para uma compreensão identificada como biomedicalizante, predominante na psiquiatria contemporânea. Podemos considerar, ainda, que manifestações sociais expressas em queixas associadas a comportamentos considerados inadequados ou a possíveis dificuldades na aprendizagem seguem, em grande medida, sendo compreendidas como questões de cunho patológico. Nosso grande desafio continua versando sobre a necessidade de construir modos de compreensão de forma mais contextualizada, ou seja, estratégias que favoreçam uma visão ampliada acerca dos percursos pessoais e escolares, dissociados da fragmentação e da simplificação que tendem a fortalecer os processos de classificação. |
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Silva, Carla Maciel daBaptista, Cláudio Roberto2022-10-06T04:55:12Z2022http://hdl.handle.net/10183/249730001150449O presente estudo tem como objetivo central analisar como o conceito de deficiência constituiu-se nos últimos 70 anos e quais seus possíveis efeitos nos processos diagnósticos e em dimensões relativas à escolarização. No âmbito deste estudo são discutidos também os efeitos dos processos de patologização e medicalização da vida. A perspectiva que caracteriza este estudo está associada a uma compreensão contextualizada da deficiência e considera seus possíveis efeitos na construção de políticas públicas e práticas destinadas a sujeitos que, historicamente, foram alvos de uma compreensão identificada com a ―anormalidade‖. A pesquisa, de cunho qualitativo e de caráter documental e bibliográfico, apresenta como perspectiva teórico-metodológica o pensamento sistêmico e o pensamento de estudiosos como Gregory Bateson, Fritoj Capra e Maria José Esteves de Vasconcellos. Para tanto, três dimensões metodológicas foram estruturadas a fim de contemplar os objetivos traçados para esta pesquisa: uma análise referente à constituição do conceito de deficiência e seus possíveis efeitos nos processos de escolarização, assim como em diretrizes brasileiras e orientações oficiais; uma revisão analítica da literatura especializada relativa à temática da pesquisa, identificando suas regularidades, tendências e lacunas; e um investimento em histórias evocadas como narrativas, com destaque para episódios oriundos de experiências profissionais da pesquisadora na sua condição de professora da área de educação especial. As dimensões anunciadas associam-se às seguintes indagações: como a escola produz a deficiência? Ou, ainda, como a escola participa dessa complexa rede de produção? Foi possível compreender que, apesar de existir uma ampla crítica, na literatura especializada, acerca dos riscos de simplificação dos processos diagnósticos, temos assistido a um aumento numérico nos índices de crianças que são alvo desses procedimentos e a uma tendência de manutenção das práticas avaliativas e do protagonismo vinculado aos profissionais de áreas associadas com a saúde mental. Percebe-se uma mentalidade predominante relacionada ao conceito de deficiência que permeia nossas políticas e práticas educacionais. Ao analisarmos a constituição de manuais diagnósticos como o DSM, identifcamos a existência de um retrocesso que se expressa no deslocamento de uma compreensão mais associada aos fenômenos psíquicos como manifestações humanas para uma compreensão identificada como biomedicalizante, predominante na psiquiatria contemporânea. Podemos considerar, ainda, que manifestações sociais expressas em queixas associadas a comportamentos considerados inadequados ou a possíveis dificuldades na aprendizagem seguem, em grande medida, sendo compreendidas como questões de cunho patológico. Nosso grande desafio continua versando sobre a necessidade de construir modos de compreensão de forma mais contextualizada, ou seja, estratégias que favoreçam uma visão ampliada acerca dos percursos pessoais e escolares, dissociados da fragmentação e da simplificação que tendem a fortalecer os processos de classificação.The central objective of this present study is to analyze how the concept of disability has emerged in the last 70 years and its possible effects on diagnostic processes and dimensions related to schooling. Furthermore, considering this analytical plan, the effects of the pathologization and medicalization processes of life are discussed. The perspective that characterizes this concept of disability study is associated with a contextualized understanding of disability and considers its possible effects on the construction of public policies and practices designed to which, historically, were targets of an identified comprehesion with "abnormality". The qualitative, documentary and bibliographic research presents as a theoretical-methodological perspective the systemic thinking and the thinking of scholars such as Gregory Bateson, Fritoj Capra, and Maria J. E. de Vasconcellos. Therefore, three methodological dimensions were structured to contemplate the objectives outlined for the research: an analysis of the definition of disability planning and its possible effects on schooling processes, as well as on Brazilian and official guidelines; An analytical review of the specialized literature related to the research theme, identifying its regularities, trends and gaps; and an investment in stories evoked as narratives, with emphasis on episodes arising from the researcher's professional experiences, in her capacity as a teacher in the area of special education. The announced premisses are associated with the following questions: how does the school produce a disability? Or yet, how does the school participate in this complex production network? How does she participate in this process? It was, despite everything, that there is a wide criticism, in the specialist, about the risks of simplification of diagnostic processes, assisted by a growing increase in children who are the target of possible maintenance of evaluation practices and the protagonism linked to How does she participate in this process? It was, despite everything, that there is a wide criticism, in the specialist, about the risks of simplification of diagnostic processes, assisted by a growing increase in children who are the target of possible maintenance of evaluation practices and the protagonism linked to these processes associated professional areas with mental health. It was identified that there is a predominant mentality related to the concept of disability, which permeates our educational policies and practices. When analyzing the constitution of diagnostic manuals such as the DSM, we identified the existence of a setback that is expressed in the shift from an understanding more associated with psychic phenomena as human manifestations to an comprehension identified as biomedicalizing, predominant in contemporary psychiatry. We can also consider that social manifestations expressed in complaints associate with considered inappropriate behaviors or possible difficulties in learning continue, to a large extent, to be understood as issues of a pathological nature. Our great challenge continues to be about the need to build ways of understanding, that is, more contextualized strategies to favor an expanded view of personal and school paths, dissociated from the fragmentation and simplification that tend to intensify the classification.El objetivo principal de este estudio es analizar cómo se ha constituido el concepto de discapacidad en los últimos 70 años y cuáles son sus posibles efectos sobre los procesos diagnósticos y sobre dimensiones relacionadas con la escolarización. Además, considerando este plan analítico, se discuten los efectos de los procesos de patologización y medicalización de la vida. La perspectiva que caracteriza este estudio, en relación al concepto de discapacidad, se asocia a una comprensión contextualizada de la discapacidad y considera sus posibles efectos en la construcción de políticas públicas y prácticas dirigidas a sujetos que, históricamente, fueron objeto de una comprensión identificada con la "anormalidad". La investigación, de carácter cualitativo y de carácter documental y bibliográfico, presenta como perspectiva teórico-metodológica el pensamiento sistémico y el pensamiento de estudiosos como Gregory Bateson, Fritoj Capra y Maria J. E. de Vasconcellos. Para ello, se estructuraron tres dimensiones metodológicas a fin de contemplar los objetivos trazados para esta investigación: un análisis sobre la constitución del concepto de discapacidad y sus posibles efectos en los procesos de escolarización, así como sobre las directrices brasileñas y las directrices oficiales; una revisión analítica de la literatura especializada relacionada con el tema de investigación, identificando sus regularidades, tendencias y vacíos; y una inversión en relatos evocados como narraciones, con énfasis en episodios surgidos de las experiencias profesionales de la investigadora, en su calidad de docente en el área de educación especial. Las dimensiones anunciadas se asociaron a las siguientes preguntas: ¿cómo la escuela produce discapacidad? O bien, ¿cómo participa la escuela en esta compleja red de producción? ¿Cómo participa ella en este proceso? Se pudo comprender que si bien existe una amplia crítica, en la literatura especializada, sobre los riesgos de simplificar los procesos diagnósticos, hemos asistido a un aumento numérico en el número de niños que son objeto de estos procedimientos y una tendencia a mantener las prácticas evaluativas y el protagonismo vinculado a los profesionales en áreas asociadas a la salud mental. Se identificó que existe una mentalidad predominante relacionada con el concepto de discapacidad que permea nuestras políticas y prácticas educativas. Al analizar la constitución de manuales diagnósticos como el DSM, identificamos la existencia de un retroceso que se expresa en el paso de una comprensión más asociada a los fenómenos psíquicos como manifestaciones humanas a una comprensión identificada como biomedicalizante, predominante en la psiquiatría contemporánea. También podemos considerar que las manifestaciones sociales expresadas en quejas asociadas a conductas consideradas inapropiadas o posibles dificultades en el aprendizaje siguen siendo, en gran medida, entendidas como cuestiones de carácter patológico. Nuestro gran desafío sigue siendo la necesidad de construir modos de comprensión de forma más contextualizada, es decir, estrategias que favorezcan una visión más amplia de los recorridos personales y escolares, desvinculados de la fragmentación y simplificación que tienden a fortalecer los procesos de clasificación.application/pdfporEducação especialSpecial educationDisabilityPathologizationMedicalizationDiagnostic assessmentEducación especialDeficienciaPatologizaciónMedicalizaciónEvaluación diagnósticaDeficiência, contexto escolar, patologização da vida e processos diagnósticos : entre o mapa e o territórioinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisUniversidade Federal do Rio Grande do SulFaculdade de EducaçãoPrograma de Pós-Graduação em EducaçãoPorto Alegre, BR-RS2022doutoradoinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGSinstname:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)instacron:UFRGSTEXT001150449.pdf.txt001150449.pdf.txtExtracted Texttext/plain405712http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/249730/2/001150449.pdf.txt85f81da19a676bcc918d0944b3bd759cMD52ORIGINAL001150449.pdfTexto completoapplication/pdf2628450http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/249730/1/001150449.pdfa8d2516ce4a5ad38edaba2efd4c0b23dMD5110183/2497302022-10-07 04:50:30.947289oai:www.lume.ufrgs.br:10183/249730Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttps://lume.ufrgs.br/handle/10183/2PUBhttps://lume.ufrgs.br/oai/requestlume@ufrgs.br||lume@ufrgs.bropendoar:18532022-10-07T07:50:30Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)false |
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