Sustentabilidade ambiental em propriedades leiteiras do Vale do Taquari
Autor(a) principal: | |
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Data de Publicação: | 2014 |
Tipo de documento: | Trabalho de conclusão de curso |
Idioma: | por |
Título da fonte: | Repositório Institucional da UNIVATES (Biblioteca Digital da Univates - BD) |
Texto Completo: | http://hdl.handle.net/10737/598 |
Resumo: | Ao refletirmos sobre o tema sustentabilidade ambiental, percebe-se que a responsabilidade em prevenir os danos causados ao meio ambiente deve ser compartilhada por todos. Um grande debate surgiu em torno das propriedades rurais, as quais são vista como uma das responsáveis pelos danos ambientais. O presente trabalho tem por objetivo avaliar a sustentabilidade ambiental, definir os pontos críticos e analisar os impactos da alteração do Código Florestal na condição de sustentabilidade e de adequação legal de quatro propriedades produtoras de leite da Região do Vale do Taquari, RS. A metodologia consiste no estudo in loco com aplicação de questionários e elaboração de mapas de uso e cobertura da terra, bem como uso e cobertura da área de preservação permanente (APP) com posterior delimitação da faixa de recuperação ambiental. Para obter o índice de sustentabilidade ambiental fez-se o uso de planilhas eletrônicas compostas por nove parâmetros, subdivididos em 13 subparâmetros cujo os dados foram obtidos em campo e em laboratório através dos mapas. A avaliação das alterações decorrentes da mudança do antigo Código Florestal Brasileiro (Lei 4.771/1965) para o novo Código Florestal Brasileiro (Lei 12.651/2012) foram propostas a fim de analisar as mudanças existentes, decorrente da nova faixa de recuperação ambiental, em termos de sustentabilidade ambiental e de adequação legal, que variou para os usos consolidados até 2008, conforme o módulo fiscal de cada município. Analisar, nos mesmos termos, as mudanças referentes ao cálculo da reserva legal, que se tornou possível computar em áreas de preservação permanente – APP. Com isso definir os pontos críticos, positivos, e negativos, com a vigência do novo Código Florestal e a avaliação dessa mudança em relação a sustentabilidades ambiental das propriedades e da condição de adequação legal. Os resultados nos mostram que o índice de sustentabilidade ambiental mostrou bastante variância entre as propriedades e algumas propriedades analisadas deixa muito a desejar em pontos considerados fundamentais para preservação do meio ambiente. A destinação dos dejetos sólidos com pontuação máxima atribuída para o parâmetro de 30 pontos, a propriedade melhor pontuada atingiu 20 pontos e a menor pontuação apresentou o valor de 7,5, o percentual de utilização da APP e seu uso apresentaram como maior pontuação 11,25 e a menor de 6,25, do total de 15 pontos referente ao parâmetro APP, quanto a reserva legal de um total de 10 pontos duas propriedades atingiram a pontuação máxima de 10 pontos, mas duas propriedades obtiveram pontuações abaixo de 7,5 e 5 pontos. Perante a vigência do novo Código Florestal Brasileiro de 2012, a lei fora flexibilizada, no entanto a nova faixa de reposição se mostra menos adequada, sob a ótica da sustentabilidade ambiental. |
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Ao refletirmos sobre o tema sustentabilidade ambiental, percebe-se que a responsabilidade em prevenir os danos causados ao meio ambiente deve ser compartilhada por todos. Um grande debate surgiu em torno das propriedades rurais, as quais são vista como uma das responsáveis pelos danos ambientais. O presente trabalho tem por objetivo avaliar a sustentabilidade ambiental, definir os pontos críticos e analisar os impactos da alteração do Código Florestal na condição de sustentabilidade e de adequação legal de quatro propriedades produtoras de leite da Região do Vale do Taquari, RS. A metodologia consiste no estudo in loco com aplicação de questionários e elaboração de mapas de uso e cobertura da terra, bem como uso e cobertura da área de preservação permanente (APP) com posterior delimitação da faixa de recuperação ambiental. Para obter o índice de sustentabilidade ambiental fez-se o uso de planilhas eletrônicas compostas por nove parâmetros, subdivididos em 13 subparâmetros cujo os dados foram obtidos em campo e em laboratório através dos mapas. A avaliação das alterações decorrentes da mudança do antigo Código Florestal Brasileiro (Lei 4.771/1965) para o novo Código Florestal Brasileiro (Lei 12.651/2012) foram propostas a fim de analisar as mudanças existentes, decorrente da nova faixa de recuperação ambiental, em termos de sustentabilidade ambiental e de adequação legal, que variou para os usos consolidados até 2008, conforme o módulo fiscal de cada município. Analisar, nos mesmos termos, as mudanças referentes ao cálculo da reserva legal, que se tornou possível computar em áreas de preservação permanente – APP. Com isso definir os pontos críticos, positivos, e negativos, com a vigência do novo Código Florestal e a avaliação dessa mudança em relação a sustentabilidades ambiental das propriedades e da condição de adequação legal. Os resultados nos mostram que o índice de sustentabilidade ambiental mostrou bastante variância entre as propriedades e algumas propriedades analisadas deixa muito a desejar em pontos considerados fundamentais para preservação do meio ambiente. A destinação dos dejetos sólidos com pontuação máxima atribuída para o parâmetro de 30 pontos, a propriedade melhor pontuada atingiu 20 pontos e a menor pontuação apresentou o valor de 7,5, o percentual de utilização da APP e seu uso apresentaram como maior pontuação 11,25 e a menor de 6,25, do total de 15 pontos referente ao parâmetro APP, quanto a reserva legal de um total de 10 pontos duas propriedades atingiram a pontuação máxima de 10 pontos, mas duas propriedades obtiveram pontuações abaixo de 7,5 e 5 pontos. Perante a vigência do novo Código Florestal Brasileiro de 2012, a lei fora flexibilizada, no entanto a nova faixa de reposição se mostra menos adequada, sob a ótica da sustentabilidade ambiental. |
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