DA GERONTOFOBIA AO ENVELHECIMENTO CONSCIENTE E SAUDÁVEL

Detalhes bibliográficos
Autor(a) principal: Silva, Daiane Alves da
Data de Publicação: 2019
Outros Autores: Mendes, Delza Ferreira
Tipo de documento: Artigo
Idioma: por
Título da fonte: Psicologia e Saúde em Debate
Texto Completo: https://psicodebate.dpgpsifpm.com.br/index.php/periodico/article/view/592
Resumo: Introdução: A gerontofobia é uma espécie de fobia, de medo persistente e anormal sem justificativasobre o envelhecer e tudo que se relaciona com a terceira idade, ocasionando infelicidade,independente da saúde e da posição financeira do sujeito fóbico. Preocupações a respeito da idadesão comuns a todos os seres humanos, porém, quando se tornam medo constante, anormal einjustificado, tem-se uma fobia. A gerontofobia ou gerascofobia atinge pessoas com boa saúde, doponto de vista físico e se manifesta frequentemente, em jovens e adultos que temem a velhice enão em sujeitos de idade avançada. Objetivo: O presente estudo teve como objetivo descreverconteúdos teóricos que possam fundamentar um acompanhamento terapêutico de forma afavorecer o enfrentamento da gerontofobia com consciência de que é possível viver o hojeplenamente e caminhar para um envelhecimento saudável e consciente. Metodologia: Foirealizada por meio de uma revisão bibliográfica a partir de livros e artigos postados e bibliotecasdigitais. Considerações: A literatura estudada permitiu compreender que as pessoas velhastendem a perder poder enquanto produtor de bens e consumos. Comumente os jovens sãoenaltecidos e a velhice perde o seu valor social e passa a ser excluída e estigmatizada. Apreocupação com o estereótipo de um corpo jovem e fisicamente atraente vem sendo cultuada,mas, quando se manifesta de forma exagerada, pode se tornar patológica. Quando esse medo afetaa vida, causando tensões, angústias e preocupações exageradas na busca de uma fonte dajuventude, configura-se um transtorno de ansiedade, uma fobia que acarreta intenso sofrimento econstantes pensamentos negativos. Os dados apontam, ainda que, o envelhecimento pode trazerem seu bojo realidades inconcebíveis para uma mente ativa e um corpo físico saudável. Se apessoa não estiver consciente das representações de suas próprias etapas evolutivas, ainda jovem,ela pode ceder a pensamentos antecipados e negativos, no que pode representar o envelhecer eser acometida pela gerontofobia, visto que o de processo de envelhecimento é muito complexo. Osestudos evidenciam ainda que envelhecer é entrar num processo de degeneração e a luta paramanter-se ativo deve ser incessante, tanto na vida física, como na vida psíquica. Diante do exposto,pode-se verificar que o acompanhamento terapêutico pode contribuir no processo deconscientização da importância de se viver uma fase da vida de cada vez e mesmo consciente dasmudanças geradas pela velhice, a pessoa deve se dispor a viver o hoje de modo pleno e se prepararcônscia e tranquilamente para um envelhecimento ativo. Neste contexto, os estudos apontam queo acompanhamento terapêutico para as pessoas com gerontofobia é eficaz e deve ser enfatizado aconsciência de se viver as fases da vida, uma de cada vez, e, que ao ingressar na fase adulta éprudente se preparar física e psicologicamente para não sofrer o processo de envelhecimento comantecedência.
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