Obtenção da farinha da semente de jaca germinada.

Detalhes bibliográficos
Autor(a) principal: LEITE, Daniela Dantas de Farias.
Data de Publicação: 2017
Tipo de documento: Dissertação
Idioma: por
Título da fonte: Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFCG
Texto Completo: http://dspace.sti.ufcg.edu.br:8080/jspui/handle/riufcg/4178
Resumo: A jaca (Artocarpus heterophyllus Lam.) é uma fruta rica em carboidratos, cálcio, fósforo, ferro e vitaminas do complexo B. Entretanto, durante seu processamento é gerada uma grande quantidade de resíduos, como as sementes. Como forma de aproveitamento, as sementes residuais de jaca podem ser germinadas uma vez que o processo de germinação confere modificações bioquímicas melhorando sua qualidade nutricional, podendo ser desidratadas e transformadas em farinhas para utilização na alimentação humana. Diante disto, esta pesquisa teve, como objetivo, produzir farinha a partir das sementes da jaca germinadas. As sementes foram colocadas em bandejas com substrato de vermiculita e mantidas em temperatura e umidade relativa ambiente, sendo irrigadas diariamente com água destilada, até a obtenção do tamanho de radícula desejado (2,5 cm). As sementes, já germinadas, foram submetidas ao processo de secagem utilizando secador convectivo, nas temperaturas de 55, 65 e 75 °C e velocidades do ar de secagem de 1,0 e 1,3 m/s. Os modelos matemáticos de Aproximação da Difusão, Dois Termos, Midilli, Page e Thompson, foram ajustadas às curvas de cinética de secagem das sementes. Após o processo de secagem as sementes de jaca desidratadas foram trituradas em moinho de facas, para obtenção das farinhas, que foram caracterizadas quanto aos parâmetros químicos, físicos, físico-químicos e propriedades tecnológicas. As isotermas de adsorção de água das farinhas foram determinadas utilizando-se o higrômetro Aqualab na temperatura de 25 oC, cujos modelos de Oswin, Peleg e GAB, foram ajustados às isotermas. A farinha das sementes de jaca germinadas que obteve os melhores resultados de atividade de água e solubilidade, foi avaliada quanto aos taninos, compostos fenólicos, perfil de minerais e a citotoxicidade. Os dados gerados foram submetidos à análise de variância e à comparação entre médias pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade utilizando-se o programa Assistat, versão 7.7 beta. Observou-se que a germinação aumentou o teor de água, proteínas, fibras e açúcares totais das sementes e diminuiu o teor de lipídios, açúcares redutores, taninos e compostos fenólicos. O modelo de Dois Termos foi o que melhor se ajustou aos dados experimentais da cinética de secagem. Com o processo térmico, o teor de água das farinhas diminuiu, as proteínas e os açúcares redutores se concentraram, além de apresentarem luminosidade tendendo ao branco. Com relação às propriedades tecnológicas, a farinha da semente de jaca germinada mostrou bons resultados para a solubilidade, capacidade de absorção de água e óleo e propriedades emulsificantes; entretanto, a capacidade de gelificação obteve valor de 22%, indicando limitação do seu uso em produtos que requeiram esta propriedade. As isotermas de adsorção de água das farinhas das sementes de jaca germinadas foram classificadas como Tipo II e o modelo de GAB foi o que melhor se ajustou às curvas experimentais. Observou-se concentração dos taninos e compostos fenólicos na farinha selecionada em relação à semente de jaca germinada antes da secagem. A farinha da semente de jaca germinada foi considerada não tóxica por ter apresentado valores de DL50 acima de 1000 μg/mL.
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As sementes foram colocadas em bandejas com substrato de vermiculita e mantidas em temperatura e umidade relativa ambiente, sendo irrigadas diariamente com água destilada, até a obtenção do tamanho de radícula desejado (2,5 cm). As sementes, já germinadas, foram submetidas ao processo de secagem utilizando secador convectivo, nas temperaturas de 55, 65 e 75 °C e velocidades do ar de secagem de 1,0 e 1,3 m/s. Os modelos matemáticos de Aproximação da Difusão, Dois Termos, Midilli, Page e Thompson, foram ajustadas às curvas de cinética de secagem das sementes. Após o processo de secagem as sementes de jaca desidratadas foram trituradas em moinho de facas, para obtenção das farinhas, que foram caracterizadas quanto aos parâmetros químicos, físicos, físico-químicos e propriedades tecnológicas. As isotermas de adsorção de água das farinhas foram determinadas utilizando-se o higrômetro Aqualab na temperatura de 25 oC, cujos modelos de Oswin, Peleg e GAB, foram ajustados às isotermas. A farinha das sementes de jaca germinadas que obteve os melhores resultados de atividade de água e solubilidade, foi avaliada quanto aos taninos, compostos fenólicos, perfil de minerais e a citotoxicidade. Os dados gerados foram submetidos à análise de variância e à comparação entre médias pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade utilizando-se o programa Assistat, versão 7.7 beta. Observou-se que a germinação aumentou o teor de água, proteínas, fibras e açúcares totais das sementes e diminuiu o teor de lipídios, açúcares redutores, taninos e compostos fenólicos. O modelo de Dois Termos foi o que melhor se ajustou aos dados experimentais da cinética de secagem. Com o processo térmico, o teor de água das farinhas diminuiu, as proteínas e os açúcares redutores se concentraram, além de apresentarem luminosidade tendendo ao branco. Com relação às propriedades tecnológicas, a farinha da semente de jaca germinada mostrou bons resultados para a solubilidade, capacidade de absorção de água e óleo e propriedades emulsificantes; entretanto, a capacidade de gelificação obteve valor de 22%, indicando limitação do seu uso em produtos que requeiram esta propriedade. As isotermas de adsorção de água das farinhas das sementes de jaca germinadas foram classificadas como Tipo II e o modelo de GAB foi o que melhor se ajustou às curvas experimentais. Observou-se concentração dos taninos e compostos fenólicos na farinha selecionada em relação à semente de jaca germinada antes da secagem. A farinha da semente de jaca germinada foi considerada não tóxica por ter apresentado valores de DL50 acima de 1000 μg/mL.Jackfruits (Artocarpus heterophyllus Lam.) are rich in carbohydrates, calcium, phosphorus, iron and B vitamin. However, a large amount of waste/residue is generated during its processing, such as the seeds. As a means of utilization, residual jackfruit seeds can be germinated because the germination process confers biochemical modifications, thus improving its nutritional quality and they can then be dehydrated and transformed into flour that can be used in human food. In view of this, this study aimed at producing flour from germinated jackfruit seeds. The seeds were placed in trays with vermiculite substrate and kept at room temperature and relative humidity, and they were irrigated daily with distilled water until they reached the desired radicle size (2.5 cm). The germinated seeds were submitted to drying process using a convective drier at temperatures of 55, 65 and 75 °C and drying air velocities of 1.0 and 1.3 m/s. Diffusion Approximation, Two Terms, Midilli, Page and Thompson mathematical models were adjusted to the kinetic drying curves of the seeds. After the drying process, dehydrated jackfruit seeds were ground in a knife mill to obtain the flour, which was then characterized in terms of chemical, physical, physico-chemical and technological properties. Moisture adsorption isotherms of the flour was determined using the Aqualab hygrometer at a temperature of 25 °C; Oswin, Peleg and GAB models were adjusted to the isotherms. The flour from germinated jackfruit seeds that obtained the best results of water activity and solubility was evaluated for tannins, phenolic compounds, mineral profile and cytotoxicity. Data were submitted to analysis of variance and mean comparisons were carried out by Tukey test at 5% probability using the Assistat program, version 7.7 beta. It was possible to observe that germination increased the moisture content, proteins, fibers and total sugars of the seeds and decreased the content of lipids, reducing sugars, tannins and phenolic compounds. The Two Terms model was the best fit for the drying kinetics experimental data. With the thermal process, moisture content of the flour decreased, concentrating proteins and reducing sugars, in addition to presenting luminosity tending to white. With regard to technological properties, the flour from germinated jackfruit seeds showed good results for solubility, moisture and oil absorption capacity and emulsifying properties; however, gelation capacity was 22%, indicating a limitation of its use in products that require this property. Moisture adsorption isotherms of germinated jackfruit seed flour was classified as Type II, and the GAB model was considered the best fit for the experimental curves. Tannins and phenolic compounds levels in the selected flour were observed in relation to germinated jackfruit seeds before drying. The flour from germinated jackfruit seeds was considered non-toxic, presenting LD50 values above 1000 μg/mL.CNPqUniversidade Federal de Campina GrandeBrasilCentro de Tecnologia e Recursos Naturais - CTRNPÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA AGRÍCOLAUFCGQUEIROZ, Alexandre José de Melo.QUEIROZ, A. J. M.http://lattes.cnpq.br/5753860611703666FIGUEIRÊDO, Rossana Maria Feitosa de.FIGUEIRÊDO, R. M. F.http://lattes.cnpq.br/8559146085477218CAVALCANTI, Mônica Tejo.SANTOS, Dyego da Costa.LEITE, Daniela Dantas de Farias.2017-02-232019-06-06T17:15:46Z2019-06-062019-06-06T17:15:46Zinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesishttp://dspace.sti.ufcg.edu.br:8080/jspui/handle/riufcg/4178LEITE, Daniela Dantas de Farias. Obtenção da farinha da semente de jaca germinada. 2017. 114 f. Dissertação (Mestrado em Engenharia Agrícola) – Programa de Pós-Graduação em Engenharia Agrícola, Centro de Tecnologia e Recursos Naturais, Universidade Federal de Campina Grande, Paraíba, Brasil, 2017. Disponível em: http://dspace.sti.ufcg.edu.br:8080/jspui/handle/riufcg/4178porinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFCGinstname:Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)instacron:UFCG2022-06-21T09:37:36Zoai:localhost:riufcg/4178Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://bdtd.ufcg.edu.br/PUBhttp://dspace.sti.ufcg.edu.br:8080/oai/requestbdtd@setor.ufcg.edu.br || bdtd@setor.ufcg.edu.bropendoar:48512022-06-21T09:37:36Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFCG - Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)false
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