(RE-)CONSTRUINDO MEMÓRIA AFETIVO-CULTURAL ATRAVÉS DA TRADUÇÃO DE POESIA NEGRA DE E PARA A LÍNGUA ALEMÃ
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Data de Publicação: | 2017 |
Tipo de documento: | Artigo |
Idioma: | por |
Título da fonte: | Translatio (Porto Alegre. Online) |
Texto Completo: | https://seer.ufrgs.br/index.php/translatio/article/view/71564 |
Resumo: | Discuto nas próximas páginas abordagens práticas e teóricas que estão sendo desenvolvidas em minha pesquisa de mestrado e envolvem portanto, o processo de tradução da poeta afro-alemã May Ayim (1960-1996) desde o locus tradutório de uma afrodescendente germanista no Brasil. Busco articular em um primeiro momento, tanto sua obra poética, quanto a respectiva tradução de seus poemas para o português brasileiro, com ideias discutidas por Venuti (2005) sobre tradução e identidades nacionais. Em um segundo momento, discorro sobre processos tradutórios multíplices entre poemas de May Ayim (para o português) e de tatiana nascimento (para o alemão). Por fim, reflito tais processos que perpassam a subjetividade da tradutora junto às propostas de Spivak (1992), buscando assim apontar para um arcabouço teórico e metodológico de tradução de textos de mulheres negras em diáspora. |
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(RE-)CONSTRUINDO MEMÓRIA AFETIVO-CULTURAL ATRAVÉS DA TRADUÇÃO DE POESIA NEGRA DE E PARA A LÍNGUA ALEMÃDiáspora NegraTraduçãoPoesiaMay Ayimtatiana nascimento.estudos da traduçãotradução de poesialiteratura afro-diaspóricaDiscuto nas próximas páginas abordagens práticas e teóricas que estão sendo desenvolvidas em minha pesquisa de mestrado e envolvem portanto, o processo de tradução da poeta afro-alemã May Ayim (1960-1996) desde o locus tradutório de uma afrodescendente germanista no Brasil. Busco articular em um primeiro momento, tanto sua obra poética, quanto a respectiva tradução de seus poemas para o português brasileiro, com ideias discutidas por Venuti (2005) sobre tradução e identidades nacionais. Em um segundo momento, discorro sobre processos tradutórios multíplices entre poemas de May Ayim (para o português) e de tatiana nascimento (para o alemão). Por fim, reflito tais processos que perpassam a subjetividade da tradutora junto às propostas de Spivak (1992), buscando assim apontar para um arcabouço teórico e metodológico de tradução de textos de mulheres negras em diáspora.Instituto de Letras - Universidade Federal do Rio Grande do Sul2017-06-24info:eu-repo/semantics/articleinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionapplication/pdfhttps://seer.ufrgs.br/index.php/translatio/article/view/71564Translatio; n. 13 (2017): TRADUÇÃO E DIÁSPORAS NEGRAS; 106-1262236-4013reponame:Translatio (Porto Alegre. Online)instname:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)instacron:UFRGSporhttps://seer.ufrgs.br/index.php/translatio/article/view/71564/42078Copyright (c) 2017 Translatioinfo:eu-repo/semantics/openAccessde Jesus, Jessica Oliveira2017-09-22T22:49:53Zoai:seer.ufrgs.br:article/71564Revistahttp://seer.ufrgs.br/translatioPUBhttp://seer.ufrgs.br/index.php/translatio/oai||translatio.ufrgs@gmail.com2236-40131517-0160opendoar:2017-09-22T22:49:53Translatio (Porto Alegre. Online) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)false |
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