Plantas medicinais na aprendizagem de botânica do ensino médio

Detalhes bibliográficos
Autor(a) principal: Tavela, Roberto Cézar
Data de Publicação: 2021
Tipo de documento: Dissertação
Idioma: por
Título da fonte: Repositório Institucional da UFJF
Texto Completo: https://doi.org/10.34019/ufjf/di/2021/00146
https://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/13155
Resumo: A Botânica tem sido considerada um componente árido, entediante e desanimador do currículo escolar pelos estudantes e pelas pessoas que já a estudaram. Aparentemente, o aluno não é capaz de perceber a presença das plantas em meio aos demais seres vivos, caracterizando o conceito de cegueira botânica. Estes seres exerceram e exercem um papel extremamente importante no que diz respeito à vida, à sociedade e ao planeta, tornando-se um assunto importantíssimo a ser aprendido. De acordo com a literatura acadêmica, a abordagem por meios não tradicionais de ensino resulta em uma aprendizagem mais significativa. Este dado motivou este trabalho, cuja proposta foi criar uma sequência didática que permitisse ao professor ser mais orientador e aos estudantes serem mais protagonistas do próprio conhecimento; para isso foram utilizados um questionário semiestruturado, que avalia o conhecimento prévio dos discentes, uma aula dialogada sobre as plantas (suas funções e usos pela sociedade), buscas e leitura de artigos científicos sobre as espécies selecionadas, a criação de um ambiente para cultivar as plantas, a produção de lâminas histológicas e, a partir destas, a criação de modelos de tecidos vegetais com massa de modelar. Apesar de muitas escolas não apresentarem espaço adequado e equipamentos, as atividades contidas nesta sequência didática podem ser moldadas para atender a todas as realidades, atingindo uma maior aprendizagem. Para avaliar esse trabalho foi elaborado um questionário semiestruturado e enviado por e-mail a professores de Ensino Médio, os quais apresentaram grande aceitação no que diz respeito à aplicação da sequência didática, à sua utilidade e ao seu incentivo ao protagonismo do estudante, revelando ser uma ótima opção de intervenção. De acordo com os resultados, este trabalho contribui para a melhoria da educação, para ajudar os professores em suas aulas, para a mudança de visão sobre os vegetais, além de ser uma referência para elaborações de novos trabalhos em outras escolas ou ambientes, levando à disseminação de mais conhecimento acerca da botânica e do próprio modelo de intervenção.
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De acordo com a literatura acadêmica, a abordagem por meios não tradicionais de ensino resulta em uma aprendizagem mais significativa. Este dado motivou este trabalho, cuja proposta foi criar uma sequência didática que permitisse ao professor ser mais orientador e aos estudantes serem mais protagonistas do próprio conhecimento; para isso foram utilizados um questionário semiestruturado, que avalia o conhecimento prévio dos discentes, uma aula dialogada sobre as plantas (suas funções e usos pela sociedade), buscas e leitura de artigos científicos sobre as espécies selecionadas, a criação de um ambiente para cultivar as plantas, a produção de lâminas histológicas e, a partir destas, a criação de modelos de tecidos vegetais com massa de modelar. Apesar de muitas escolas não apresentarem espaço adequado e equipamentos, as atividades contidas nesta sequência didática podem ser moldadas para atender a todas as realidades, atingindo uma maior aprendizagem. Para avaliar esse trabalho foi elaborado um questionário semiestruturado e enviado por e-mail a professores de Ensino Médio, os quais apresentaram grande aceitação no que diz respeito à aplicação da sequência didática, à sua utilidade e ao seu incentivo ao protagonismo do estudante, revelando ser uma ótima opção de intervenção. De acordo com os resultados, este trabalho contribui para a melhoria da educação, para ajudar os professores em suas aulas, para a mudança de visão sobre os vegetais, além de ser uma referência para elaborações de novos trabalhos em outras escolas ou ambientes, levando à disseminação de mais conhecimento acerca da botânica e do próprio modelo de intervenção.The Botany has been considered an arid field, and discouraging component of the school curriculum by students and people who have already studied it. Apparently, the student can’t perceive the presence of plants among other living beings, which notices the concept of botanical blindness. These, propagate and still play an extremely important role in relation to life, society and the planet itself, making it a very important subject to be learned. According to the academic literature, a non-traditional teaching approach leads to a more meaningful learning process, applicable then in the objective of this work, which was to create a didactic sequence in order to allow the teacher to be more of an advisor while the students could be more protagonists of their own knowledge, using a semi-structured questionnaire that assesses students' previous knowledge; a lecture on plants and their functions and use by society; research and reading of scientific articles on selected species; creating an environment for growing plants; production of histological slides and, from these slides, a creation of models of plant tissues with modeling clay. Even though many schools do not have adequate areas and equipment, the activities of this didactic sequence can be modeled in order to meet all realities and achieve more learning. To evaluate this work, a semi-structured questionnaire was formulated and sent by e-mail to high school teachers, which must be widely accepted in the application of the didactic sequence, in its use and in its impulse to the student's role, proving to be a great option intervention. According to the results, this work contributes to Education, for teachers, for the change of vision about vegetables, besides being a reference for future elaborations in other schools or other environments, leading to the dissemination of more knowledge about botany and the intervention model itself.CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível SuperiorporUniversidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)Programa Mestrado Profissional em Ensino de Biologia em Rede Nacional - PROFBIO (Campus JF)UFJFBrasilICB – Instituto de Ciências BiológicasAttribution 3.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessCNPQ::CIENCIAS BIOLOGICASAtividades em botânicaCegueira botânicaEnsino de botânicaEnsino investigativoEnsino médioBotanical activitiesBotanical blindnessBotany teachingInvestigative teachingHigh schooPlantas medicinais na aprendizagem de botânica do ensino médioinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisreponame:Repositório Institucional da UFJFinstname:Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)instacron:UFJFORIGINALrobertocezartavela.pdfrobertocezartavela.pdfPDF/Aapplication/pdf1772859https://repositorio.ufjf.br/jspui/bitstream/ufjf/13155/1/robertocezartavela.pdf65ad2fdd03587294945a99821d7ccd0fMD51CC-LICENSElicense_rdflicense_rdfapplication/rdf+xml; charset=utf-8914https://repositorio.ufjf.br/jspui/bitstream/ufjf/13155/2/license_rdf4d2950bda3d176f570a9f8b328dfbbefMD52LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748https://repositorio.ufjf.br/jspui/bitstream/ufjf/13155/3/license.txt8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD53TEXTrobertocezartavela.pdf.txtrobertocezartavela.pdf.txtExtracted texttext/plain107532https://repositorio.ufjf.br/jspui/bitstream/ufjf/13155/4/robertocezartavela.pdf.txtd23146b9728d748099655366ef86769bMD54THUMBNAILrobertocezartavela.pdf.jpgrobertocezartavela.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1131https://repositorio.ufjf.br/jspui/bitstream/ufjf/13155/5/robertocezartavela.pdf.jpgc780fdf29bc7ae0ec242a5b0573c56afMD55ufjf/131552021-08-18 16:43:42.715oai:hermes.cpd.ufjf.br:ufjf/13155Tk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufjf.br/oai/requestopendoar:2021-08-18T19:43:42Repositório Institucional da UFJF - Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)false
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